Duas Semanas Depois....
Durante duas semanas, Eduardo cuidou de Lívia com uma dedicação surpreendente. Ele providenciou todas as necessidades médicas, garantindo que ela tomasse os medicamentos e aplicasse os tratamentos necessários. Ele monitorava sua recuperação de perto, muitas vezes ficando ao seu lado enquanto descansava. Cada noite, Eduardo verificava seus ferimentos, trocava curativos e trazia alimentos nutritivos para ajudá-la a se recuperar mais rapidamente. Seu comportamento protetor contrastava fortemente com a imagem dominante e controladora que ele geralmente exibia.
Com o tempo, com os cuidados constantes e a atenção de Eduardo, Lívia conseguiu se recuperar completamente. As marcas em seu corpo desapareceram e, apesar de tudo, ela se sentiu mais forte.
Mas a recuperação de Lívia não a livrou das regras estritas de Eduardo. Ele deixava sempre claro que ela seria punida pelo atraso no jantar daquele dia, e assim aconteceu.
Agora no quarto da punição, ele caminhou até o estabelecimento de brinquedos eróticos e pegou o separador de braços e pernas, imobilizando Lívia na posição de quatro.
— Quero que me peça perdão pelo atraso, Lívia. — disse Eduardo com autoridade, pegando um chicote de couro, e proferiu algumas chicotadas na bunda de sua submissa.
Mesmo com dor das chicotadas e dificuldade de falar, Lívia pediu desculpas, vacilando nas palavras. Eduardo a fez pedir perdão por várias e várias vezes, até ela acertar falar sem gaguejar uma só palavra. No entanto, Eduardo sabia que estava punindo a sua submissa, não era devido às palavras, que ele queria que falasse certo, mas adorava vê-la naquela posição, enquanto ela sentia dor. E mesmo sentindo dor, ela fazia de tudo para resistir. Eduardo adorava isso naquela mulher. Enquanto ele punia Lívia, seus pensamentos o levaram até as suas antigas submissas, todas elas reclamavam das chicotadas, outras choravam, o que irritava ele profundamente, e muitas das vezes chegou a cancelar contrato.
Eduardo parou de chicoteá-la, e a observou atentamente, agora suas nádegas brancas e belas estavam marcadas pelas chicotadas, o que lhe rendeu uma puta ereção.
Lívia está com Mãos e pés contidos pela tira feita de couro resistente, impedindo-a de se mover do lugar. Suas pernas estavam abertas o bastante para permitir uma boa visão dos grandes lábios da boceta, abertos como uma rosa. Ele ousou comparar. Pois a mesma é de cor rosada, tão deliciosa e convidativa. Mas não ousaria tocá-la, não agora, não naquele momento. Ele queria deixá-la louca, sedenta e obcecada por ele.
Seu pau pulsava na calça, enquanto ele admirava aquela bela visão diante dele. Lívia era sua para fazer o que quisesse, e aquilo era incrivelmente excitante e satisfatório.
Eduardo caminhou até Lívia, ajeitou-a em uma posição confortável para ela. Se deixasse como estava, poderia ter torcicolo. Ele livrou as mãos dela do separador, deixando apenas nas pernas.
— Encolha as pernas. — Ele ordenou com voz autoritária.
As bochechas de Lívia estavam coradas, o suficiente para fazê-lo imaginar ela corada daquela forma, enquanto estivesse com seu pau enfiado em sua boca deliciosa. Com esses pensamentos em mente, e aqueles belos pares de olhos assustados sobre ele, Eduardo levou a ponta do chicote até a boceta rosada de Lívia, fazendo-a arfar de prazer, ao sentir o toque suave do couro em seu clitóris sensível.
Aquela visão deixava Eduardo mais louco de vontade de querer prová-la.
Gradualmente, Eduardo foi subindo o chicote, passando pela barriga definida de Lívia. Ele rodeou os dois belos seios fartos, fazendo a pele feminina arrepiar-se. Lívia tentou fechar as pernas, no entanto, não conseguiu, aquela ação inútil fez Eduardo submetê-la a outra punição. Marcando suas coxas com o chicote. Lívia mordeu os lábios, a fim de que nenhum som saísse de seus lábios. Ela estava cheia de desejo, não poderia negar, mas jamais deixaria que sua fraqueza e dor alimentasse a satisfação de seu dominador.
— Por que resistir, minha cadelinha? Hum… — sussurrou Eduardo, parando a ponta do chicote entre os lábios de Lívia. — Estou esperando que me implore para fodê-la com força, até que atinja o orgasmo. — Continuou ele, pelo pouco que a conhece, Eduardo sabia que ela não imploraria. No entanto, sabia que, a qualquer momento, ela cairia nas suas provocações. Livia estava resistindo, ele só precisava quebrar essa barreira de resistência e tudo ficaria mais fácil, ele só queria que ela implorasse, que se arraste, que se humilhe para senti-lo dentro dela.
Ele precisa domá-la.
Lívia não abriu a boca em nenhum momento. Eduardo se abaixou diante dela, olhando dentro de seus olhos sob os cílios longos, e abocanhou a boceta molhada, passando a língua, subindo e descendo com maestria. Aquilo foi o suficiente para fazê-la delirar, se contorcer sobre a cama. E mesmo não querendo cair em fraquezas, os gemidos acabaram escapando da garganta de Lívia.
— Você está resistindo, não vai ser por muito tempo. — Avisou Eduardo, lambendo mais uma vez a sua fenda, mordiscou e enfiou a língua.
Ele percebeu as pernas tremendo, e Lívia lutando por controle, enquanto suas mãos apertavam os lençóis da cama.
— Ah… Por favor… Por favor, me foda, caralho. — pediu Lívia. Não tendo mais o domínio de seu próprio corpo naquele momento.
Eduardo parou de chupá-la e mostrou um sorriso vitorioso. Sabia que ele conseguiria desarmá-la. Então, ele ficou de pé e encarou Lívia, que estava no pico do prazer.
— Levante-se, tome um banho e me encontre na cozinha, estarei à sua espera para comermos algo. Vamos ver se aprendeu alguma coisa.
Lívia apenas escutou a porta ser fechada e os passos se afastarem.
Atordoada pelo que acabara de acontecer e sem acreditar que aquele cretino a deixou daquela forma, Lívia levantou-se da cama e foi para o banheiro. Ligou o chuveiro e deixou a água quente escorrer pelo corpo, tentando lavar a sensação de desconforto e humilhação. Passou as mãos por todo seu corpo, sentindo ainda as marcas e o toque de Eduardo, seu dominador. E não deixou de lembrar, os cuidados que ele teve para com ela, no momento que ela precisou se recuperar dos seus ferimentos.
E então, sua mente voltou novamente para aquele momento quente. Lívia já havia feito sexo com poucos homens durante seus relacionamentos anteriores, mas nenhum deles fora tão intenso. Nenhum deles a fizeram sentir o que sentiu em seu corpo com Eduardo. Havia uma mistura de raiva, excitação e confusão em seus pensamentos. Aquele homem era diferente de qualquer outro que ela conhecera, despertando nela, sensações que ela não sabia que existiam.
Ela fechou os olhos e, por um momento, se permitiu lembrar do toque firme e das palavras duras de Eduardo. O calor da água parecia amplificar essas lembranças, fazendo seu corpo responder involuntariamente. Lívia sentiu-se vulnerável, mas também curiosamente viva, como se estivesse descobrindo uma nova faceta de si mesma.
Após alguns minutos, desligou o chuveiro e se secou, tentando acalmar a mente. Vestiu um robe de seda e se olhou no espelho, buscando nos próprios olhos a força que precisava para lidar com aquela situação. Sabia que viver com Eduardo não seria fácil, mas também sabia que tinha que se manter firme.
Lívia desceu para encontrar Eduardo. Ele estava na sala de estar, a expressão séria impassível como sempre. Quando ele a viu, levantou uma sobrancelha.
— Está bem? — ele perguntou, a voz carregada de indiferença.
— Sim, estou. — respondeu Lívia, tentando manter a voz estável.
Eduardo a observou por um momento, como se estivesse avaliando sua resposta. Depois, fez um gesto indicando a mesa de jantar.
— Vamos comer. Não tenho o tempo inteiro para perder aqui com você. — disse grosseiramente.
Lívia assentiu e se dirigiu à mesa, tentando não demonstrar a tempestade de emoções que ainda se agitava dentro dela. Sabia que aquele jantar seria mais do que uma refeição; seria um teste de sua resistência e determinação.
Enquanto se sentavam, Eduardo olhou para ela com seus olhos penetrantes e disse:
— Que bom que dessa vez não se atrasou, você já está ciente, de que não tolerarei atrasos. Cada segundo conta, e sua pontualidade é essencial. Hoje, você foi punida por isso, e peguei leve com você. Geralmente não sou tão bonzinho.
Lívia engoliu em seco, sentindo um frio na espinha. Mas ela sabia que não podia recuar agora. Tinha que enfrentar Eduardo de cabeça erguida, mesmo que isso significasse enfrentar seus próprios medos e desejos.
— Entendido. — respondeu ela, com voz firme.
Eduardo sorriu ligeiramente, um sorriso que não alcançava seus olhos.
— Ótimo. Veremos se você mantém essa determinação, Lívia. — Sua voz saiu mais rouca que o habitual.
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Atualizado até capítulo 45
Comments
Elizabeth Fernandes
Pensei que ela era virgem
2025-03-11
0
Cleidilene Silva
achei que ela fosse virgem!
2025-01-09
0
Anonymous
Ela gosta
2024-10-17
0