...Donatilha...
A garota esperava pacientemente do lado de fora da casa paroquial, observando através da janela a luz fraca que escapava das cortinas entreabertas. Ela sabia que Luke estava lá dentro, perdido em sono profundo após um longo dia de trabalho e reflexão. A oportunidade perfeita havia se apresentado a ela.
Com movimentos silenciosos e cuidadosos, Donatilha empurrou a janela lateral que estava apenas encostada. Ela se contorceu para dentro, pisando com leveza no chão de madeira para não fazer barulho. Seu coração batia forte, misturando a excitação do momento com a ansiedade de ser descoberta.
Se aproximando do padre, que estava profundamente adormecido em seu sofá. Ela sentiu uma onda de desejo percorrer seu corpo enquanto observava seu rosto sereno. Com cuidado, ela se aproximou dando um suave selinho em seus lábios, sentindo a maciez e o calor deles.
Em seguida, deslizou suas mãos pelo corpo de Luke, explorando cada curva e músculo. Ela sentia a excitação crescer dentro de si enquanto acariciava sua pele, desejando que ele acordasse e a desseguisse em seus toques.
Enquanto tocava o corpo de Luke, ela não conseguia conter sua própria luxúria. deslizando as mãos por seu próprio corpo, sentindo a umidade entre suas pernas e a necessidade de alívio. Seus gemidos sussurrados ecoavam pelo quarto, misturando-se ao prazer que ela se proporcionava. A garota já tinha perdido as contas de quantas vezes havia feito este ato pensando no padre.
Ela para observando Luke, dormindo no sofá, seu semblante sereno contrastava com a tensão que Donatilha sentia. Ela se aproximou dele, quase hipnotizada pela proximidade. O rosário pendia suavemente do pulso de Luke, como um lembrete tangível de sua fé e devoção.
Respirando fundo para acalmar os nervos, Donatilha se aproximou ainda mais, estendendo a mão lentamente para alcançar o rosário. Seus dedos tocaram a corrente fria, e ela o deslizou cuidadosamente do pulso de Luke, sentindo o leve peso das contas de madeira em sua mão.
Uma mistura de emoções a invadiu enquanto segurava o rosário. A adoração que sentia por Luke misturava-se com uma sensação de triunfo por ter conseguido entrar na casa dele sem ser percebida. No entanto, também havia um lampejo de culpa por invadir a privacidade dele dessa maneira.
Observando Luke mais uma vez, Donatilha sentiu um aperto no peito. Ela sabia que esse ato era arriscado, mas algo dentro dela a impelia a continuar, como se o rosário fosse um elo simbólico entre eles, uma maneira de se aproximar dele em um nível mais profundo.
Com o rosário cuidadosamente guardado em seu bolso, Donatilha deu um último olhar para Luke, seu coração pulsando de excitação e incerteza. Ela sabia que precisava ser cautelosa para não despertá-lo. Com passos suaves e rápidos, ela deixou a casa paroquial, fechando a janela com o mesmo cuidado com que a havia aberto.
Lá fora, o ar fresco da noite a recebeu, misturando-se com a adrenalina que ainda percorria suas veias. Donatilha sentiu uma mistura de euforia e preocupação enquanto se afastava, o rosário agora um símbolo do seu fascínio por Luke, mas também um lembrete constante das linhas que ela estava disposta a cruzar para estar mais próxima dele.
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Atualizado até capítulo 25
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