......Donatilha ......
Era como se Luke não passasse de um refém, caindo no jogo de Donatilha. Nas últimas semanas, ela teve a surpreendente ideia de entrar na casa dele enquanto o mesmo tomava banho.
Ela decorou cada parte daquela casa. Quanto mais observava, mais descobria, como, por exemplo, que Luke adorava tomar chá de camomila antes de dormir.
A porta do banheiro estava entreaberta. Tilha escutou o barulho do chuveiro ligado e entrou sorrateiramente. Viu o corpo de Luke através do box de vidro, embaçado pela água quente que caía sobre ele. Aquilo a deixou excitada.
Ela ficou ali por alguns instantes, tentando absorver cada detalhe daquela cena. Não era apenas a curiosidade que a movia, mas uma necessidade crescente de entender Luke, de penetrar em seu mundo e descobrir o que realmente o motivava. Observando-o, Donatilha sentiu uma mistura de emoções que não conseguia definir completamente.
A água quente escorrendo pelo seu corpo a deixava excitada. Ela sentia sua respiração acelerar enquanto seus olhos percorriam cada curva e músculo de Luke.
Sem conseguir resistir à tentação, Tilha deslizou a mão por dentro da calcinha, tocando-se suavemente. Ela imaginava as mãos de Luke deslizando por seu corpo, acariciando-a com desejo. Seus gemidos abafados ecoavam pelo banheiro enquanto ela se entregava ao prazer solitário.
A imagem de Luke molhado e vulnerável a deixava ainda mais excitada. Ela se permitia fantasiar sobre as coisas que faria com ele, os toques ousados e os beijos apaixonados. Seus movimentos se tornavam mais intensos, impulsionados pelo desejo avassalador que sentia por ele.
Enquanto Tilha se aproximava do clímax, ela imaginava Luke ali, observando-a com olhos famintos. Ela ansiava por compartilhar esse momento de prazer com ele, desejando que ele a desse prazer com suas próprias mãos e boca.
Donatilha, absorvida pela visão de Luke, acabou soltando um gemido muito alto. Luke, alarmado, desligou a água e saiu rapidamente do banheiro, vestindo apenas uma toalha em volta da cintura, para conferir o que era.
Percebendo o erro, Tilha agiu rápido e se escondeu no armário mais próximo.
Luke, com o coração acelerado, começou a conferir a casa, passando por cada cômodo em busca da origem do som. Ele abriu portas, olhou pelos cantos, mas não encontrou nada fora do lugar.
— Tem alguém aí? — ele perguntou, a voz firme, mas com uma ponta de nervosismo.
Donatilha, escondida no armário, mal respirava, torcendo para que ele não a encontrasse. Ela podia ouvir seus passos se aproximando, a tensão no ar quase palpável.
Depois de alguns minutos de busca infrutífera, Luke voltou ao banheiro, ainda desconfiado, mas sem saber o que exatamente estava procurando. Donatilha esperou até ter certeza de que ele estava fora de vista antes de sair do armário e escapar silenciosamente pela mesma rota que havia entrado, o coração ainda batendo forte pela adrenalina do momento.
Enquanto caminhava de volta para casa, Donatilha refletia sobre o que havia acontecido. Sabia que tinha se arriscado demais, mas a excitação de estar tão perto de Luke, de estar em seu mundo, era inebriante. Ela prometeu a si mesma ser mais cuidadosa no futuro, mas, ao mesmo tempo, sabia que essa atração perigosa continuaria a puxá-la para mais perto dele.
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Atualizado até capítulo 25
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