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...Donatilha...
Donatilha e Cassy estavam sentadas lado a lado na sala de aula, vestidas provocativamente. Cassy tinha escolhido cuidadosamente suas roupas: saias listradas curtíssimas e meias que iam até as coxas. Ela acreditava que isso ajudaria no plano.
Quando o professor Alexandre entrou na sala, estava visivelmente abalado. Seus olhos tinham olheiras e sua expressão era triste; ele realmente gostava de Elena, a mulher que agora todos na escola estavam chamando de prostituta. Os alunos cochichavam e mostravam uns aos outros as fotos escandalosas de sua esposa. Alexandre não conseguiu sequer escrever nada no quadro. Quando o sinal tocou, todos saíram rapidamente para casa.
— Cassy, agora.
Elas trocaram um olhar maldoso. Donatilha se levantou e foi em direção à porta para fechá-la. Olhou para trás e viu Cassy empurrando Alexandre na cadeira, fazendo-o sentar-se.
— O que vocês estão fazendo? — perguntou ele, confuso e alarmado.
— Tadinho, você parece tão abatido, Alex — disse Donatilha, fingindo compaixão.
Donatilha pegou seu celular e começou a gravar a cena. Alexandre tentou se levantar, mas Cassy o segurou firmemente. Ela começou a acariciar seus ombros, sussurrando palavras doces e provocantes em seu ouvido. Donatilha se aproximou, os olhos brilhando com malícia, mas manteve a distância, focada em registrar tudo.
— Não precisa ficar assim, professor. Estamos aqui para ajudar.
— Eu... eu não acho que isso seja apropriado...
— Ah, não seja tão correto, Alex. — A loira disse, com um sorriso perverso. — Estamos só tentando animar você.
Cassy começou a desabotoar a camisa de Alexandre, enquanto ele estava paralisado, dividido entre o choque e a confusão. Donatilha continuava gravando, capturando cada movimento.
— Vamos, professor, relaxe um pouco — disse Cassy, inclinando-se para beijar levemente seu pescoço.
Alex, incapaz de resistir à combinação de seus sentimentos de tristeza, e da tentação física, fechou os olhos, permitindo-se momentaneamente esquecer da realidade.
...Cassy...
Cassy aproveitou a distração de Alexandre e começou a deslizar a mão pela parte interna de sua coxa. A tensão no ar era palpável, e o ambiente parecia eletrificado com a mistura de desejo e vingança.
— Alex, você merece um pouco de conforto depois de tudo isso — murmurou Cassy, enquanto seus dedos brincavam com seu cinto.
Donatilha sorriu, observando a cena através da tela do celular. Sentia-se entusiasmada, sabendo que estavam prestes a ver sua amiga consolar o pobre Alexandre.
Cassy se ajoelhou diante de Alex, com um olhar cheio de desejo. Com habilidade, ela desabotoou as calças dele, liberando seu membro rígido. Com um sorriso malicioso, começou a lamber a ponta do membro de Alex, gemidos de prazer escaparam de seus lábios.
Com movimentos lentos e sensuais, Cassy envolveu seus lábios ao redor do membro de Alexandre, deslizando a língua ao longo dele enquanto o chupava com maestria. Ela alternava entre chupadas suaves e lambidas intensas, levando Alexandre à beira do êxtase.
De repente, Alexandre abriu os olhos e, como se saísse de um transe, afastou-se bruscamente.
— Isso está errado! exclamou, tentando recompor-se.
Cassy riu suavemente e se levantou, ajeitando a saia.
— Tudo bem, professor. Talvez da próxima vez.
Donatilha deu de ombros, pegando a bolsa e se dirigindo à porta, a loira lançou um último olhar de aviso para Alexandre.
— Pense bem no que você realmente quer, Alex. — E com isso, elas saíram da sala, deixando Alexandre sozinho para lidar com a confusão de seus próprios sentimentos.
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Atualizado até capítulo 25
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