Capítulo 8

...Tilha...

Era hora de colocar o plano em prática. Tilha enviou uma mensagem para uma menina, que era dona do grupo de fofocas, anexando todas as fotos e explicando a história inteira: o bombeiro era ex-namorado da irmã de Elena.

Logo em seguida, passou para a segunda parte do plano, envolvendo Cassia, prima de Elena. Uma vez, Cassia foi à casa de Elena e, ao ir ao banheiro, deixou o celular desbloqueado. Elena viu que Cassia trabalhava vendendo fotos íntimas para alguns caras e contou para toda a família. Hoje em dia, Cassia não se importava se a chamavam de puta ou não, mas sempre era bom se vingar.

Ela mandou uma mensagem para Cassia sobre o que "viu" no grupo de fofocas e contou seu plano. Cassia ficou empolgada e a convidou para dormir na casa dela.

Às 20:09, Tilha estava deitada na cama de Cassia. Era impressionante como Cassia vivia bem. Cassia perguntou por que Donatilha não começava a vender conteúdo adulto também, mas ela respondeu que não era para ela. A mesma mencionou que se afastou dos pais e que trocava apenas algumas palavras com a mãe de vez em quando.

A garota de cabelos loiros, era uma pessoa direta e sem rodeios. Sentada na poltrona do quarto, acendeu um cigarro e ofereceu um a Tilha, que aceitou.

— Então, qual é o próximo passo do plano? — perguntou Cassia, exalando uma nuvem de fumaça.

— Amanhã, tudo vai explodir. A fofoca já deve estar se espalhando. Quero ver Elena e o bombeiro se explicarem.

Cassia sorriu com um ar de aprovação.

— Você tem coragem. Admiro isso. Vamos nos preparar para amanhã, então.

Naquela noite, enquanto Alfred estava seguro na casa de uma amiga confiável, ela sentiu que finalmente estava tomando controle da sua vida. Cassia e ela discutiram os detalhes do plano até tarde. A garota loira, deu conselhos sobre como lidar com possíveis reações e garantiu que estaria ao lado dela se precisasse de apoio.

A manhã seguinte chegou rapidamente. Seu celular estava repleto de mensagens do grupo de fofocas. A história já havia se espalhado como fogo em palha seca. Ela sabia que não havia volta.

Cassia e ela foram até a casa de Elena. A tensão era palpável. Quando Elena abriu a porta e a viu, sua expressão mudou de surpresa para fúria.

— O que você está fazendo aqui? — Perguntou Elena, tentando manter a compostura.

— Só vim ver como você está, depois de tudo. — Respondeu Cassia, com um sorriso irônico.

Elena olhou ao redor, nervosa, percebendo que a vizinhança estava prestando atenção. A situação estava fora de controle, exatamente como planejado.

Tilha estava ao seu lado, filmando tudo com seu celular. Cassy encarou Elena.

— Talvez agora você saiba como é ter sua vida exposta e arruinada. Não é bom, não é?

Elena não respondeu, apenas fechou a porta com força. Tilha sentiu uma onda de satisfação. Era apenas o começo.

— Parece que, no final, a pessoa ruim não era você. Pelo menos, nunca traiu ninguém. — Tilha diz a Cassy, deitada em sua cama.

— Bom, é mesmo — disse Cassy —, mas amanhã ela vai ter o que merece. E eu ganhei mais clientes, e mais clientes significam mais dinheiro, certo?

— Os homens daqui da cidade?

— Sim, dinheiro é dinheiro.

— Você tem razão!

— Donatilha.

Cassy falou com uma animação excessiva para o gosto de Donatilha.

— Grava um vídeo comigo?

— Um vídeo pornô?

— Não é pornô. Vamos vender o conteúdo, e eu dou metade do dinheiro para você, se quiser. É uma experiência incrível. Não se preocupe, os homens daqui que compram não vão querer que suas esposas saibam disso, e você pode tapar o rosto, se quiser.

— Todo mundo daqui já me olha como se eu fosse uma prostituta. Que diferença faz?

— Isso é um sim?

— É.

Cassy começou a arrumar tudo e, sinceramente, ela se sentia em um filme pornô com a quantidade de câmeras que sua amiga estava colocando para gravar. As câmeras estavam em todos os lados. "Vão ver minha boceta de todos os ângulos possíveis, meu Deus", pensou.

— Tilha, veste.

A loira entregou-lhe uma lingerie preta de renda. Donatilha ficou nervosa. Seu corpo era todo marcado, e, comparado ao de Cassia, ela tinha um pouco mais de peso. Hesitante, Tilha pegou a lingerie e foi ao banheiro para vesti-la.

No espelho, olhou para si mesma. As marcas em seu corpo contavam uma história de dor e sobrevivência. Respirou fundo, tentando ter coragem.

Quando saiu do banheiro, sua amiga sorriu, encorajadora.

— Você está linda, Tilha. Lembre-se, é só uma experiência. Se não gostar, podemos parar a qualquer momento.

Ela vai até Cassy que está se vestindo e fala.

— Amiga, eu não consigo sóbria.

— Ok, quer beber um vinho. Mas você tá linda ok.

A loira dá um sorriso para Tilha, "se eu já não tivesse o amor da minha vida, eu casava com ela, que mulher!" pensou.

— Gostou? — Perguntou a loira.

— Sim.— Respondeu Tilha.

Cassia sorriu e perguntou:

— Tilha, você já ficou com uma mulher antes?

— Sim, mas... Fazer sexo vai ser a primeira vez.

Cassy entregou-lhe uma garrafa de vinho e disse que ia buscar algo. Tilha virou metade do conteúdo na boca, tentando acalmar os nervos, e acendeu um cigarro. Olhando-se no espelho, viu uma marca de mordida no seio. Sabia muito bem quem a havia deixado. Seu corpo marcado a deixava um pouco insegura.

Cassy apareceu atrás de Tilha colocando as mãos em seus seios, apertando-os gentilmente. Tilha sentiu um chupão em seu pescoço, junto a beijos sendo distribuídos por sua pele.

— Você está linda, Tilha, uma gostosa. — Sussurrou Cassy.

Ela pegou a garrafa da mão de Tilha e bebeu o um pouco do líquido. Depois, virou o corpo Tilha dando beijinhos em seu rosto. Cassy olhou para os lábios de sua amiga, e as duas se beijaram intensamente.

— Tilha, vamos para a cama. Está tudo pronto.

Cassy a puxou pela mão até a cama. Lá, abriu uma caixinha cheia de vibradores de diferentes tipos, lubrificantes e um plug anal. Tilha arregalou os olhos.

— Cassy, eu nunca coloquei nada lá atrás, sabe.

Cassy sorriu suavemente e acariciou o rosto de Tilha.

— É maravilhoso, eu garanto. Talvez seja um pouco desconfortável no começo, mas depois fica bem gostoso, e tem lubrificantes também, então vai ser fácil.

Cassy deu um beijinho na bochecha de Tilha e fez carinho em seu cabelo.

— Confia em mim, Tilha. Posso começar?

— Sim.

Cassy ligou todas as câmeras e foi para cima de Tilha, beijando-a intensamente. Tilha sentiu as unhas de Cassy arranhando suas costas, descendo em direção à sua bunda, que foi apertada com violência, arrancando um gemido de seus lábios. As mãos de Cassy balançavam suas nádegas enquanto ela deixava chupões em seu pescoço.

A loira foi para trás de Tilha, colocando as mãos em seus seios, apertando-os. Sua mão desceu pela barriga da garota de cabelos vermelhos, arranhando suavemente, até chegar às pernas. Tilha foi aberta e exposta para a câmera. Cassy colocou a mão sobre a calcinha de Donatilha, brincando com a entrada de sua intimidade, por cima do tecido. Seu dedo pressionou a entrada, mas a calcinha impediu a penetração. A loira deslizou o dedo médio da entrada até o clitóris diversas vezes, dando um prazer avassalador a Tilha.

A pulsação da boceta de Donatilha estava cada vez mais forte. Ela soltava gemidos, desesperados, o som da risada de Cassy ressoava atrás de si. A loira beliscou seu clitóris, fazendo a mesma estremecer.

— Você está gostando, não está? — Sussurrou Cassy, sua voz cheia de desejo e diversão.

— Sim, muito - Tilha gemeu, sentindo-se vulnerável e excitada ao mesmo tempo.

Cassy aumentou a intensidade, movimentando os dedos enquanto beijava e acariciava Donatilha. As câmeras capturavam cada momento, cada gemido, cada expressão de prazer.

— Cassy?

Ajoelhando-se na frente de Tilha, ela derramou um pouco de vinho sobre si mesma, sujando sua lingerie branca com o líquido vermelho, depois derramou o restante na calcinha de Tilha, deixando o vinho escorrer por suas pernas. Cassy levantou a calcinha de Tilha, apertando seus lábios vaginais e sujando-os com o vinho que escorria. Donatilha revirou os olhos de prazer.

— Tilha, olha para as câmeras, não para mim.

Cassy continuou a brincar com a ruiva, tirando sua calcinha lentamente. Seus dedos começaram a explorar a entrada da boceta de sua amiga diretamente, enquanto a outra mão ainda apertava seus seios. Tilha arqueou as costas, entregue ao prazer.

— Relaxe, Tilha. Vamos aproveitar cada momento. — Disse Cassy, beijando seu pescoço novamente.

Cassy pegou um dos vibradores da caixinha e aplicou lubrificante nele, aquecendo-o nas mãos. Lentamente, começou a introduzi-lo na intimidade de Donatilha, que gemeu mais alto, sentindo uma mistura de desconforto e prazer.

— Está tudo bem? — Perguntou Cassy, observando as reações de sua amiga.

— Sim, continua - Tilha respondeu, ansiosa.

A mesma aumentou a intensidade, movimentando o vibrador enquanto beijava e acariciava Donatilha.

A loira pegou a calcinha de Donatilha e a esfregou em sua boceta. Colocando dentro da entrada da garota, puxando diversas vezes. Ela cuspiu na boceta de Tilha, espalhando cuspe com os dedos, colocando-a de quatro e expondo-a para as câmeras. Cassia pegou o plug com uma joia vermelha.

— Cassy?

— Não vai ser ruim, Tilha, prometo.

A loira derramou lubrificante na bunda de sua amiga, pressionando o plug em sua entrada traseira. Tilha sentiu o objeto a abrindo.

— A parte maior está quase toda dentro, Tilha.

Donatilha sentiu um pouco de dor quando a parte maior passou. Cassy tirou o plug e o colocou de volta, a dilatando. Para sua surpresa, ela descobriu que o prazer superava a dor. Cassy tirou o plug novamente, o colocando na boceta de Tilha. Ela abriu a bunda da ruiva com as mãos, cuspiu lá dentro e inseriu dois dedos. O som molhado dos dedos de Cassy, fodendo a bunda da garota ecoava pelo quarto.

O plug foi tirado da boceta da mesma, sendo recolocado em sua bunda novamente. Cassy a deixou, arregaçando suas pernas, para a câmera. Ela pegou a garrafa de vinho, espalhando sua saliva na ponta. Pressionou a boca da garrafa, no clitóris de Tilha, inserindo o comprimento inteiro em sua entrada.

Tilha soltou um grito de prazer. Cassy fez a ponta da garrafa entrar e sair várias vezes, quase matando sua amiga de prazer. O ápice foi atingido quando a loira começou a tirar e colocar o plug, enquanto a fodia, com a garrafa de vinho. Donatilha sentiu suas pernas tremerem, Teve um orgasmo tão forte, que seu corpo inteiro tremeu. Ela tentou afastar as mãos de Cassy, mas a mesma contínuo.

Finalmente, Tilha parou de gozar, exausta, e olhou para Cassy.

— Minha vez!

Tilha puxou a loira para um beijo ardente, montando sobre ela. Tirou a parte de cima da lingerie de Cassy e apertou seus seios pequenos, começando a chupá-los. Tirou a parte de cima, de suas roupas íntimas, que que a loira não havia tirado de seu corpo, esfregando seus mamilos nos de Cassy.

— Ah... Tilha.

A ruiva tirou a parte de baixo da lingerie da loira, e disse. — Cassy, quero que você sente na garrafa.

Cassy colocou lubrificante na ponta da garrafa e fez o que Tilha pediu. Começou a movimentar sua cintura, com a garrafa em sua boceta. Donatilha deu dois tapas em sua cara.

— Você é uma prostituta mesmo, Cassy. —A loira riu como uma louca e Donatilha riu também. A mesma se abaixou tirando a garrafa de vinho, para inserir os dedos em sua amiga, primeiro dois dedos dentro da loira, depois três e quatro, fodendo-a com força, enquanto ela ria feito uma louca. Cassy se contorceu, e Tilha a segurou para que não caísse. O esguicho de sua intimidade, molhou a câmera e ela riu ainda mais.

Cassy desligou as câmeras e as duas dormiram abraçadas, exaustas pelo resto da noite.

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