Tirei Renato do carro com força, arrastando-o para dentro do galpão. Suas pernas tremiam enquanto eu o conduzia até uma cadeira e o prendia com firmeza. Puxei outra cadeira para mim e me sentei diante dele, sentindo a adrenalina correr pelas minhas veias, me deixando muito ligadão.
- Nem sei por onde começar. Já sei. Quer saber por onde andei esse tempo todo? Eu vou te contar. - minha voz saiu embargada, carregada de uma excitação doentia. - Sabia que eu entrei para uma máfia italiana? Legal, né? Ah e fiz faculdade. Dá para acreditar?
O sorriso sinistro que se formou nos meus lábios refletia a escuridão que tomava conta da minha mente. Minha risada ecoou pelo galpão vazio, preenchendo o espaço com uma atmosfera perturbadora. Minha voz estava carregada de sarcasmo enquanto eu provocava Renato, observando cada reação dele com prazer sádico.
- Será que a mamãe e o papai vão chorar muito no teu funeral? E a Mariana? Acho que vou consolar ela. Sei que não se importa, mas fique tranquilo, eu vou cuidar do Lucca. Cuidar mesmo, tipo dar proteção, afeto, essas coisas.
Uma risada psicótica escapou dos meus lábios enquanto eu me deleitava com a agonia de Renato. O poder que eu sentia sobre ele era intoxicante, uma droga que me consumia por completo. E eu estava disposto a afundar ainda mais fundo na escuridão para alcançar minha vingança.
Renato tremia diante de mim, seus olhos cheios de temor e confusão. Eu podia sentir a minha própria loucura se intensificando, alimentada pelo desespero dele.
- Você... você enlouqueceu, Fábio. - ele murmurou, sua voz trêmula e fraca.
- Enlouqueci? - Eu repeti, deixando escapar uma risada cruel. - Oh, você nem imagina o que é loucura, Renato. Mas está prestes a descobrir.
Minha mente estava em chamas, consumida por uma fúria negra que me impulsionava além de qualquer limite. Eu queria que ele sofresse, queria que ele sentisse a mesma dor que eu senti por tanto tempo. E agora, com ele ali, indefeso diante de mim, eu tinha a oportunidade perfeita para fazê-lo pagar.
- Você vai pagar por tudo o que fez. Todos vão. - eu rosnei, avançando em direção a ele com uma intensidade assustadora. - Cada soco, cada cintada. Lembra que você pedia para eu escolher um lugar para você me bater? Enfim, cada momento de terror que eu vivi com você. Você vai pagar com sangue.
Renato tentou se soltar, mas as cordas que o prendiam eram firmes, e eu não tinha a menor intenção de libertá-lo. Eu queria que ele sofresse, queria que ele implorasse por misericórdia.
- As coisas não tem que ser assim, Fábio. - ele gaguejou, seus olhos cheios de pavor.
- Ah, Renato. - eu murmurei, minha voz carregada de desprezo. - Agora é a sua vez de pagar pelos teus pecados.
Renato me encarava com uma mistura de choque e temor em seus olhos, incapaz de compreender a magnitude da loucura que se desenrolava diante dele. Seus lábios se moveram, mas nenhum som saiu. Ele estava petrificado, preso na teia sinistra que eu havia tecido ao seu redor. Com um movimento rápido, levantei-me da cadeira e caminhei até uma mesa próxima, onde uma variedade de objetos sinistros estava disposta. Escolhi uma faca afiada e voltei para junto de Renato, mantendo-me dentro do alcance dele.
- Como que era mesmo que você dizia? "Costas, pernas ou bunda?" Vamos brincar de um jogo. - continuei, o sorriso retorcido permanecendo em meus lábios. - Você escolhe uma parte do teu corpo e eu corto ela. O que acha?
A expressão de Renato era uma mistura de desespero e resignação, a realidade do perigo iminente se manifestando diante dele.
- Vamos começar. - murmurei, a ponta da faca roçando levemente sua pele. - Essa vai ser fácil: Rosto, barriga ou costas?
- Fábio... Por favor. O Lucca.
- Rosto, barriga ou costas? - repeti.
Renato olhou para mim com os olhos arregalados, como se estivesse diante de um monstro saído dos seus piores pesadelos. Ele engoliu em seco, sua respiração irregular denunciando o medo que o consumia.
- Não... Por favor... - ele implorou, suas palavras saindo em um sussurro desesperado.
Eu ignorei suas súplicas, saboreando cada momento da sua agonia.
- Lembra de todas as vezes que implorei para você não me bater ou não deixar que fizessem aquelas coisas comigo?
A expressão de Renato era uma mistura de desespero e resignação, enquanto ele encarava a lâmina da faca que eu segurava diante dele. Seus olhos imploravam por misericórdia, mas eu estava determinado a fazer com que ele pagasse por tudo o que havia feito.
- Escolha, Renato. - minha voz estava carregada de crueldade, enquanto eu observava cada movimento dele com prazer sádico. - Ou devo escolher por você?
Ele hesitou por um momento, como se estivesse ponderando suas opções, antes de finalmente murmurar:
- Barriga...
Um sorriso sinistro se espalhou pelos meus lábios, enquanto eu me preparava para infligir a dor que ele merecia. Com um movimento rápido e preciso, pressionei a ponta da faca contra a pele macia de sua barriga, observando com satisfação o brilho vermelho do sangue que começava a brotar.
- Isso é apenas o começo, Renato. - murmurei, minha voz carregada de ameaça. - E a partir de agora, você vai sentir toda a dor que eu senti. Cada soco, cada cintada. Cada momento de terror que você me fez passar. Eu amava você, você era meu irmão. Mas com o tempo eu só tinha medo e ódio de você.
O rosto de Renato contorceu-se de dor, enquanto ele gritava em agonia. Mas para mim, era apenas música para os meus ouvidos, a doce melodia da vingança sendo executada diante dos meus olhos.
- Vamos continuar? Eu escolho agora. Peito.
O corte rasgou a camiseta dele e a pele. Enquanto Renato gritava de dor, eu sentia uma sensação de poder e satisfação se espalhando por mim. Cada grito, cada gota de sangue derramada era como uma retribuição pelo tormento que ele me causara. Não havia mais espaço para misericórdia ou piedade em meu coração endurecido pela dor.
- Isso mesmo, Renato. Grite. Ninguém pode te escutar mesmo. É assustador né saber que ninguém vem para te ajudar. - murmurei, observando com um prazer sombrio enquanto o sangue escorria. - Você já apanhou de cinta, Renato? Responda.
- Não...
O corte mais uma vez rasgou a pele de Renato, fazendo-o gritar ainda mais alto. O som ecoou pelo galpão vazio, preenchendo o espaço com uma atmosfera macabra. Eu me deleitava com cada grito, cada expressão de dor no rosto dele.
- Não? Então vai ser uma novidade para você. - disse com um sorriso cruel, enquanto me preparava para infligir mais dor. - Você acha que merece alguma piedade? Que merece ser poupado?
Renato balançou a cabeça em negação, incapaz de formular palavras diante da intensidade da dor que sentia. Seu corpo estava coberto de sangue, sua respiração irregular denunciando o sofrimento que o consumia.
- Eu era apenas uma criança, Renato. Você se lembra disso? - continuei, minha voz carregada de emoção. - Você deveria ter sido meu protetor, meu irmão mais velho. Mas em vez disso, você se tornou meu torturador. Você me destruiu, Renato. E agora é a minha vez de destruir você.
Sem esperar por uma resposta, continuei a infligir mais cortes em seu corpo, cada um mais profundo do que o anterior. Eu queria que ele sentisse toda a dor e o desespero que havia causado em mim ao longo dos anos.
- Estava quase me esquecendo de te agradecer pelos livros que me deu, você devia ter lido eles até o final. Eram bem inspiradores...
Enquanto Renato gritava e se contorcia na cadeira, eu me sentia mais vivo do que nunca. Cada momento da sua agonia era como uma recompensa pelo sofrimento que eu havia suportado. E eu não tinha a menor intenção de parar até que ele estivesse completamente destruído.
Porém meu celular tocou. Era Mariana.
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Atualizado até capítulo 115
Comments
Maah Monteiro
o Fábio não merecia passar por tanto abuso assim
2025-02-19
1
S.Kalks
Acho pouco, dali umas 100 chibatadas /Drool/
2025-02-13
1
Brennda Germany's
só acho engraçado esse povo, que faz o mal aos outros aí quando vão receber o troco dizem que a pessoa enlouqueceu
2025-02-13
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