Londres. Uma cidade tão diferente daquela que eu costumava chamar de lar. Enquanto percorria suas ruas movimentadas e suas vielas escuras, sentia-me como um estranho em terra estrangeira, mas também como um caçador em território desconhecido.
Eu estava ali por uma razão específica: encontrar um homem que havia escapado de minha justiça uma vez, mas que não escaparia de mim novamente. Ele era um traficante de pessoas, um monstro que se escondia atrás de uma máscara de respeitabilidade, mas que eu conhecia muito bem.
Além de traficar vidas inocentes, ele era também um pedófilo, um predador que se alimentava da inocência de crianças indefesas. Não havia lugar para ele em um mundo civilizado, e eu estava determinado a garantir que ele pagasse por seus crimes.
Meus contatos dentro do submundo da cidade haviam me dado algumas pistas sobre seu paradeiro, e eu estava determinado a seguir cada uma delas até encontrá-lo. Não importava o quão longe eu tivesse que ir, ou quantos obstáculos eu encontrasse pelo caminho, eu não descansaria até que ele estivesse diante de mim, enfrentando sua própria punição.
Enquanto caminhava pelas ruas de Londres, eu sentia o peso de minha missão sobre meus ombros, mas também sentia uma sensação de propósito que me impulsionava adiante. Eu não estava sozinho nessa busca; havia uma força maior me guiando, uma força que eu chamava de justiça.
E assim, eu continuei minha jornada solitária, seguindo os rastros deixados por aqueles que tinham cruzado o caminho do homem que eu buscava. Cada pista era um passo mais próximo de meu objetivo, e eu não permitiria que nada nem ninguém me desviasse do meu curso.
Londres poderia ser uma cidade grande e imponente, mas para mim, era apenas mais um campo de batalha em minha guerra pessoal contra o mal. E eu estava determinado a vencer, custasse o que custasse.
À medida que mergulhava mais fundo no submundo de Londres, descobri que estava lidando com uma teia de corrupção e depravação que se estendia por todos os cantos da cidade. Era como se cada beco escuro e cada clube noturno escondesse segredos sombrios que eu estava determinado a desvendar.
Minha investigação me levou a lugares onde a luz do sol nunca alcançava, onde os sussurros dos criminosos ecoavam pelas paredes sujas e os olhos vigilantes me observavam a cada passo. Eu estava fora de minha zona de conforto, mas isso não me intimidava. Na verdade, só me tornava mais determinado a cumprir minha missão.
Enquanto seguia as pistas que havia reunido, não pude deixar de refletir sobre minha própria jornada até ali. O que me trouxera a esse ponto? O que me impulsionava a continuar, apesar dos perigos e das incertezas que enfrentava?
A resposta era simples: justiça. Eu era a voz dos inocentes, o punho daqueles que não podiam se defender por si mesmos. E enquanto houvesse um único criminoso livre para causar danos, eu não descansaria. Minha determinação era inabalável, minha vontade de ferro.
À medida que o dia se transformava em noite e a cidade se envolvia em sua capa de escuridão, eu sabia que estava me aproximando de meu alvo. Eu podia sentir isso no ar, uma sensação elétrica de antecipação que me percorria a espinha e me impelia adiante.
Não demorou muito para que eu encontrasse o covil do homem que eu estava procurando. Era uma mansão decadente nos arredores da cidade, escondida da vista dos olhos curiosos. Mas para mim, era o palco de minha vingança.
Com cuidado, preparei-me para o confronto que sabia que viria. Eu não estava apenas caçando um criminoso; eu estava lutando por justiça, por aqueles que haviam sido silenciados e oprimidos por muito tempo.
Finalmente, após semanas de busca implacável, encontrei-me diante da porta de um casarão sombrio nos arredores da cidade. Minha fonte havia me alertado que era ali que meu alvo se escondia, e eu não hesitei em entrar, pronto para confrontar o mal que se escondia dentro.
O interior da casa era tão sombrio e sinistro quanto eu esperava. Cada sombra parecia esconder um perigo iminente, e meu coração batia forte em meu peito enquanto avançava pelos corredores escuros. Cada passo era um lembrete de minha determinação de fazer o que era certo, não importava o quão difícil ou perigoso fosse.
Finalmente, cheguei à sala onde meu alvo estava. Ele estava lá, sentado em uma poltrona escura, sua expressão fria e impiedosa enquanto olhava para mim com desprezo. Mas eu não sentia medo; eu só sentia uma determinação fria e implacável.
Sem dizer uma palavra, avancei em direção a ele, pronto para enfrentar meu destino e garantir que ele pagasse por seus crimes. Não havia lugar para misericórdia, não havia espaço para perdão. Havia apenas a justiça que eu estava determinado a cumprir, custe o que custasse.
Não posso negar que me senti satisfeito por tê-lo encontrado. Sua presença ali, na minha frente, despertou em mim uma fúria fria e calculada, alimentada pela memória das vítimas que ele deixou para trás. Eu não estava ali apenas para matá-lo; eu estava lá para fazer com que ele sofresse, para que ele conhecesse na própria pele o tormento que infligiu aos outros.
Sem hesitar, avancei em direção a ele, minhas mãos ávidas pelo sabor do sofrimento que eu estava prestes a infligir. Ele tentou se defender, tentou argumentar, mas suas palavras caíram no vazio enquanto eu o dominava com facilidade. Não havia nada que ele pudesse dizer ou fazer para escapar do destino que eu tinha reservado para ele.
Comecei devagar, aproveitando cada momento enquanto o via contorcer-se de dor. Cada grito, cada súplica só alimentava minha sede por justiça. Eu o torturei de todas as formas possíveis, cada método mais cruel do que o anterior. Eu queria que ele sentisse o mesmo desespero, a mesma agonia que ele infligiu às suas vítimas indefesas.
Não havia lugar para misericórdia, não havia espaço para compaixão. Havia apenas eu e ele, presos em uma dança macabra de tormento e sofrimento. E quando finalmente chegou a hora, quando finalmente chegou a hora de colocar um fim em sua vida miserável, eu fiz isso com uma sensação de satisfação sombria que só aumentou conforme eu via a luz deixar seus olhos.
Eu não me arrependo do que fiz. Ele merecia cada momento de dor que eu infligi a ele. E quando finalmente saí daquele lugar sombrio, sabia que tinha feito justiça às vítimas que ele deixou para trás. Eu era o guardião das trevas, o protetor dos inocentes, e nada nem ninguém poderia me deter em minha busca pela verdadeira justiça.
Quando retornei para Viareggio decidi que estava pronto para voltar para o Brasil.
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Atualizado até capítulo 115
Comments
Lucas Cardoso
como dizem o poder corrompe e como no mundo dinheiro é poder algumas pessoas se acham a cima da lei e por ter tal poder e serem mals acabam fazendo o mal para outros porque se acham melhores se sentem poderosos para fazer isso
2025-03-17
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Phillip Shakespeare
London bridge falling down falling down
London bridge falling down my Fair lady quem entendeu entendeu kkkk
2025-03-18
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Bela Black
Custe o que custasse? Acho que nessa de justiceiro se custa muito, e não diz respeito apenas a uma pessoa. No fim até vidas inocentes podem ser levadas para pagar o preço do que se segue como justiça...
2025-03-18
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