Isso não estava nos meus planos, mas eu precisava acertar as contas com ele de qualquer forma, então teria que fazer uma pequena mudança na minha lista.
O homem parecia reconhecer meu rosto, sua expressão mudando de surpresa para medo quando nossos olhares se encontraram. Ele não precisava dizer nada; eu sabia exatamente quem ele era, e ele também sabia.
Sem dizer uma palavra, eu discretamente mostrei a ele a arma que estava escondida em minha cintura. Seus olhos se arregalaram de terror quando viu a ameaça implícita, e ele rapidamente assentiu, entendendo que não tinha escolha a não ser obedecer.
Ordenando que ele dirigisse o carro, eu entrei no banco do passageiro, mantendo um olhar atento ao seu redor para garantir que não estávamos sendo seguidos. O motorista não ousou questionar minhas instruções, seu rosto pálido e suor escorrendo por sua testa enquanto ele mantinha os olhos fixos na estrada à frente.
Enquanto o carro avançava pela cidade, o silêncio pairava entre nós, carregado com a tensão palpável da situação. Eu sabia que aquela seria uma conversa difícil, uma conversa que eu adiara por muito tempo. Mas era uma conversa que precisava acontecer, uma verdade que precisava ser confrontada.
Finalmente, depois de alguns minutos intermináveis, chegamos a um local remoto, longe de qualquer olhar curioso. Ordenando que o homem parasse o carro, eu olhei fixamente para ele, meu olhar duro e implacável.
- Você vai me ouvir, e vai me ouvir bem - comecei, minha voz baixa e ameaçadora. - Eu sei exatamente quem você é e o que você fez. Você é uma peça podre que não merece viver, mas por enquanto, você vai fazer exatamente o que eu mandar. Entendeu?
O homem assentiu rapidamente, sua respiração pesada enquanto ele tentava conter o pânico que tomava conta dele. Eu sabia que tinha o controle da situação, e estava determinado a fazer justiça, não importa o custo.
- Você não vai contar para ninguém que me viu, se tentar fazer qualquer coisa, eu vou encontrá-lo e vou fazer você pagar pelo que fez. Você entendeu? Eu sei tudo sobre você.
Ele assentiu com mais veemência desta vez, seus olhos cheios de medo enquanto ele olhava para mim. Eu sabia que minhas palavras haviam atingido seu objetivo, que ele entendia a gravidade da situação e o que estava em jogo.
- Fábio, eu sinto muito pelo que te fiz.
- Desapareça antes que eu mude de ideia.
- Você não vai me matar?
- É claro que vou, mas não agora. Então viva a tua vida, sabendo que você só está vivo porquê eu deixei.
Com um aceno de cabeça, sai do carro. Esperei ele tomar uma boa distância, então fui até o meu carro e comecei a perseguição. Eu podia ter matado ele naquele momento, mas qual seria a graça e poderia levantar suspeita para cima de mim.
Quando ele percebeu que eu estava atrás dele, até tentou fugir, mas era tarde demais. Enquanto o homem acelerava seu carro, minha determinação crescia exponencialmente. Eu o tinha em minha mira, e não o deixaria escapar impune. Meu coração batia forte no peito, impulsionado pela adrenalina da perseguição e pela sede de justiça queimando em minha alma.
Eu pressionava o acelerador com força, mantendo-me colado ao carro do homem, determinado a não deixá-lo perder-se na selva de concreto da cidade. As luzes das ruas passavam rapidamente, enquanto eu seguia seu rastro, cada curva, cada desvio, eu estava lá, sempre um passo atrás dele.
A cada segundo que passava, minha mente se enchia de pensamentos sombrios, lembranças dolorosas do passado, alimentando minha determinação e minha vontade de capturar aquele homem. Eu sabia que não podia falhar, não podia permitir que ele escapasse e continuasse a cometer seus crimes impunemente.
Enquanto ele tentava despistar-me com manobras arriscadas e mudanças bruscas de direção, eu mantinha minha concentração, ajustando minha direção para segui-lo de perto. Eu estava determinado a capturá-lo, não importa o que fosse preciso.
Minha mente estava focada, meus sentidos aguçados, cada músculo do meu corpo tenso com a antecipação do confronto iminente.
E então, finalmente, depois de uma perseguição intensa e implacável, eu vi minha oportunidade. O carro do homem começou a perder velocidade, suas manobras se tornando cada vez mais desesperadas. Eu sabia que era minha chance, e não a deixaria escapar.
Com habilidade e precisão, eu o forcei a parar, bloqueando seu caminho e impedindo qualquer chance de fuga. Eu sabia que tinha ele exatamente onde queria, e não hesitei em agir.
Com o coração batendo forte no peito, eu saí do meu carro, minha arma em punho, pronto para enfrentar o homem e fazer com que ele pagasse por seus crimes. A perseguição tinha chegado ao seu clímax, e agora era hora de fazer justiça.
- Você disse que ia me deixar ir.
- Eu menti. Agora saia do carro. - eu falei com a arma apontada para ele.
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Atualizado até capítulo 115
Comments
Jhay_Focas
O cara deve tá envolvido em coisa pesada para estar tão nervoso assim, ou não
2025-01-24
1
S.Kalks
aprendeu com o Coringa! kkkkkk
2025-01-17
1
Brennda Germany's
mentir é errado viu/Facepalm/
2025-01-24
1