Romão, a pedido de Marconi, filmava tudo e pegou o exato momento em que, disfarçadamente, Clive colocou algo na taça de Klarice. Marconi não conseguiu pegar a taça, antes que a própria Klari a pegasse e bebesse todo o conteúdo de uma vez.
— Pronto, foi um sucesso, estou exausta e vou pra casa, obrigada a todos. — disse Klarice.
— Eu te levo, Klari. — ofereceu-se Clive.
— Não há necessidade, Clive, eu a levo, já estou acostumado.
— Ah? — olhando para ele com olhos arregalados, Klarice não entendia sobre o que ele se referia, será que falava de quando ela ficou bêbada?
— Me refiro a ontem, querida.
O efeito da droga que foi colocada em sua água, já era notado por Marconi e ele a amparou e olhou, significativamente para Romão, que saiu para buscar o carro.
— Quem é você na vida dela, Marc? Eu conheço Klari há muitos anos, ela sabe que pode confiar em mim.
— Gregorius, me sinto estranha… — sussurrou ela em seu ouvido.
Ele se inclinou e sussurrou no ouvido dela, também:
— Eu sei, você foi drogada, mas vou te proteger.
Ela se afastou para olhar para o rosto dele e viu que ele falou sério e olhou para Clive, que sorria, tentando passar confiança, mas a cabeça dela não estava mais pensando coerentemente.
O celular de Marconi vibrou em seu bolso, era o sinal de Romão e ele, amparando Klarice, passou por Clive, tão rápido, que quase esbarrou nele. Seguiu para a saída e o homem vinha atrás. Carmem percebeu o que estava acontecendo e parou entre eles e Clive, despedindo-se.
— Entrarei em contato para saber para onde envio as telas. Obrigada por cuidar de nossa artista. Tchau.
Clive ficou tentando passar por ela, mas não conseguiu e Marconi entrou com Klari no carro e Romão saiu, dirigindo.
— A senhorita está bem? — perguntou Romão.
— O que colocaram na minha bebida, por quê me sinto assim? Foi você?
— Não fui eu, Klari e também não sei o que foi. O que está sentindo?
— Estou tonta e com muito calor. — disse ela, se abanando e puxando a gola da blusa que vestia.
Naquela noite, Klarice optou por vestir um tailleur simples e tinha tirado o casaco. Sua blusa era folgada e a gola era longa e dava um laço na altura dos seios e ela desfez o laço.
— Pelo visto, teremos uma longa noite. Leve-nos para a casa dela. — disse Marconi, depois de vislumbrar a visão do decote dela, mostrando a curva dos seios brancos de pele sedosa.
— Sim, senhor.
Chegaram e Marconi mandou Romão providenciar que trouxessem o carro dela e que o buscasse no dia seguinte. Romão abriu a porta e colocou a chave na fechadura pelo lado de dentro e Marconi trancou a porta e subiu com ela.
— Estou tonta, meu corpo está queimando, eu… eu… — juntou as coxas, apertando sua intimidade e ele entendeu que a droga que deram a ela, era a famosa droga do amor.
Ele subiu com ela e foi direto para o quarto, tirou-lhe as roupas, deixando só as peças íntimas. Ela o abraçou, suspendeu uma perna e se esfregou nele, beijando seu peito e se esticando para beijar sua boca.
Ele a levou para o banheiro, abriu o chuveiro, molhando seu sapato de quatro mil dólares e colocou-a debaixo da água fria.
— Áááhhh, tá fria!
— Fica aí embaixo, vai ajudar a te esfriar.
— Ah, eu quero você, vem cá…
Ela tentou puxá-lo para dentro do box, mas ele resistiu, então ela foi até ele e puxou-o pela camisa.
— Por favor, Greg, eu preciso de você, estou queimando. Ele se molhou e resolveu tirar parte das roupas.
— Espere um instante, vou tirar a roupa.
Ficou só de sunga e ajoelhou na frente dela, ajudou a tirar sua calcinha e suspendeu uma de suas pernas, alcançou com sua boca, seu triângulo depiladinho e enfiou a língua, encontrando seu botão de prazer e dedicou um bom tempo a acariciá-lo com a ponta da língua.
Ela segurou sua cabeça e se movia, descontrolada, fazendo ele a segurar com força, pelo quadril.
— Quero mais, Greg, mais… quero você dentro de mim, igual a outra vez.
Ele se afastou e olhou para ela, alertando:
— Você está sob efeito da droga, amanhã vai se arrepender.
— Você não entende, eu preciso!
— Darei um jeito.
E deu. Usou a boca e os dedos e lhe proporcionou vários orgasmos e ouviu seus gritos, sem poder se aliviar também. Quando enfim ela se acalmou, ele a levou de volta ao chuveiro e lhe deu um banho. Ela notou a excitação dele e enfiou a mão em sua sunga, liberando seu membro e o friccionou, ajudando-o a se aliviar.
Depois do banho, os dois estavam exaustos, foi uma verdadeira batalha e venceram. Depois de secos, ela vestiu sua roupa de dormir, ele enrolou uma toalha na cintura e ajudou-a a deitar-se. Foi buscar uma garrafa d'água e copos e levou para o quarto. Ela bebeu e deitou.
— Fica comigo, Gregorius, estou com medo.
— Tudo bem, vou só ajeitar minhas roupas e já volto.
Ele pegou suas roupas no banheiro e colocou esticada na poltrona do quarto, depois, deitou-se por trás dela, abraçou-a e dormiram.
Ele acordou com o dia amanhecendo, levantou-se com cuidado, vestiu seu terno, sem cueca, pegou o sapato ainda úmido e saiu com eles na mão. Abriu a porta e saiu, trancando do lado de fora, com a sua cópia. Romão, conhecendo seu chefe, já estava ali, esperando e abriu a porta, contendo o riso.
Quando já estavam indo para a cobertura do patrão, Romão perguntou:
— Muito difícil, senhor?
— Demais, preferi não estar lá quando ela acordasse.
— Pela sua aparência, dá pra dizer. — sorria.
— Para de zoar se não quiser perder seu bônus.
Romão se calou, mas continuava sorrindo, deixou o patrão no prédio e foi para o escritório, adiantar as coisas. Tinha certeza que dois funcionários importantes seriam demitidos e foi se precaver.
— Agora é só esperar o patrão chegar, será interessante.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Maria Helena Macedo e Silva
deixou o Clive livre pra fazer mais vítimas🤔
2024-09-19
2
Celia Chagas
Sabia que amigo nojento tinha que mandar prender ele 😒😒
2024-04-30
9
Joana Sena
isso vai ser interessante
2024-04-17
1