Magnum Magnani
Após tomar banho deitei na cama completamente nu, estava começando a ficar baqueado por passar a noite em claro, com as mãos ainda latejando com a ferida que si abriu, apenas enrolei uma toalha para parar de sangrar, não medi a força quando soquei o azulejo do banheiro. Fechei os olhos desejando esquecer a loucura que passa na minha cabeça, com a pálpebra pesada caio num sono profundo.
" O som dos seus gritos é como música para os meus ouvidos, eram gritos de agonia e dor, a cada chicotada com o chicote de couro curto, Natasha grita e soluça a implorar para parar, completamente suado e excitado eu continuo a punir a mulata amarrada no crucifixo que tenho no quarto de jogos, com os braços abertos e as pernas arreganhada totalmente nua. Já estou na (cinquenta) chibatada, aplicando toda a força que tenho para machuca-la a pela das suas costas e nádegas estão em carne viva, pois não é a primeira punição que leva, já apliquei o chicote de tiras e é perfeito os relevos que causa em sua pele fina e macia.
- Por favor, te imploro pare, eu sou inocente.- Sua voz de choro e súplica me causa ainda mais raiva, não consigo-me conter tudo que quero é acabar de vez com ela, principalmente por continuar a mentir, mais cada vez que a puno mais prazer eu sinto em vê- lá sangrar e implorar por misericórdia.
Com o tronco nu, apenas com uma cueca box era possível ver a minha enorme ereção, que ansiava por liberação, ela continuou a suplicar por clemência enquanto eu continuava a agredir as suas nádegas, quando terminei joguei o objetivo no chão, coloquei a minha ereção para fora e me enterrei por trás dentro da b√cet@ quente de Natasha fazendo ela gritar e urrar de dor sem um pingo de prazer, eu a violava-a, insaciável incontrolável até o seu corpo derreter nos meus braços fazendo ela si calar de vez e o sangue escorrer por suas pernas, ela estava inconsciente, destruída pelo abuso e violência que eu causei a ela, sai de dentro dela, parei de frente para ela olhando o rosto palido enxergando as suas lágrimas. Ela abriu os olhos e me encarou com dor e pesar.
- Eu juro que sou inocente. - Foram suas últimas palavras, seu último suspiro "
Acordei a pular da cama com a cabeça a (mil), com os olhos inexpressivo e sem vida de Natasha rodando a minha mente, me fazendo tremer e sentir-me um crápula, a sua doce voz ressoava na minha cabeça e a palavra "inocente" incomoda-me. Não há possibilidade dela ser a pessoa errada, ela estava vestida como uma dama da alta sociedade e com o colar dos petrova, por que uma empregada estaria assim, principalmente na casa de um mafioso como Stefan? Eu não posso cair nessa, não posso ser enganado por ela. Olhei o meu corpo nu, e o meu pau ainda estava ereto, e eu assustei-me por ficar assim devido a um sonho sórdido como esse, nem de longe esse tipo de atitude violenta faz parte de mim, não assim, não estuprando e machucando de forma exposta alguém isso não me dá prazer, mais então porquê estou excitado, por quê? E tudo o que me vem a mente é aquela bunda perfeita.
O relógio marcava 10:00 quando acordei, fui para um banho rápido matinal para esfriar o corpo que ainda lateja a pedir por liberação, como de costume fui para a academia após uma refeição que Jana preparou para mim, não vi Natasha e eu fiquei satisfeito por te-la fora de vista, tudo que não preciso é vê-la para atormentar mais a minha cabeça. Enquanto treinava como um louco sozinho, pois Kratos está em viagem, a minha cabeça vagava toda a hora me levando a desejar a indesejável. Sai da academia aflito por não conseguir frear os meus pensamentos e fui para outro banho rápido tomando a decisão de procurar alguém que me ajudasse com todo esse tesão reprimido e a pessoa perfeita para isso veio a minha mente.
- Alô - A voz da mulher do outro lado da linha não era nada charmosa para mim, mais no momento é tudo que preciso. - Baby, O que quer?
- Me encontra na “boate” em meia hora, já sabe o quero, - Fui direto - Vou liberar o seu acesso, espere-me do jeito que gosto.
- Pensa que pode-me ligar a qualquer hora, depois do que fez da última vez? E acreditar que vou ir correndo ? - O seu tom de voz deixava claro que a mulher que se mostrou disposta a fazer qualquer coisa por mim não estava mais ali, mais eu sei bem como mulheres como Cintia funciona, ela quer sentir que está no controle, mas não está.
- Si não quer vir, arrumo outra. - Esperei um segundo, quando ela respondeu.
- Não ouse colocar outra no meu lugar- Quem ela pensa ser para falar assim comigo, já ia responder para tirar a marra dela, quando me interrompeu- Chego em trinta minutos. - E desligou.
Eu vesti-me e sai de casa, dirigi pelas ruas de Florença em alta velocidade, cheguei na “boate” seguido pelos seguranças, subi direto para o quarto e lá estava ela nua e de quatro balançando aquele rabo magricela, Cíntia parece muito com a Natasha algumas coisas diferem mais a aparência lembra muito uma, a outra, obviamente Natasha é mais bonita, o rosto de Natasha é mais angelical, e a bunda e os seios maiores, assim como as curvas do seu corpo, o cabelo também muda a textura, o de Cíntia é cacheado, o de Natasha é ondulado, daria para confundir as duas de longe, por um momento fiquei encabulado mais logo passou, quando olhei para Natasha tocando a sua intimidade e gemendo como uma boa vadia que é.
- De pé.- Ela obedeceu a parar de frente para mim, eu tirei a camisa e abri as calças, fui até a gaveta do guarda-roupa de jogos e peguei as cordas e o preservativo.- Vire de costas! - Ordenei a empurrar-a na direção da cama Amarrei os seus pés e as suas mãos para trás, depois prendi juntos os seus pés e os braços, comecei com um chicote a puni-la por ser tão desafiadora.
- Sabe por que está apanhando cadela?- Ela balançou a cabeça gemendo de dor na quarta cintada que levava. Com a boca amordaçada porque sua voz me enjoa, ela balançou a cabeça negando- Por achar que pode mandar em mim, por achar que é algo para me obrigar a ficar só com você, eu fodo a mulher que eu quiser e quando eu quiser, e você não passa de um brinquedo para mim. - A sessão continuou, até eu desamarrar os nós que segura os braços presos nas pernas, de quatro e amarrada eu penetrei-a como um louco selvagem, buscando no seu corpo o ápice do prazer, que mesmo gozando na camisinha que coloquei não foi o suficiente para me satisfazer, após sessão lavei-me e sai do quarto deixando ela para trás.
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Atualizado até capítulo 103
Comments
Cleonice Alves Beraldo
Ele é muito idiota.
2024-11-11
1
Gislaine Duarte
quero só ver o q esse babaca vai fazer qdo descobri a vdd
2024-10-01
1
Anonymous
História começando a prender nos os leitores
2024-07-10
3