Magnum Magnani
A sensação de satisfação já não faz parte de mim a tempos, sempre fui autoconfiante, nunca precisei de aprovação de ninguém, sempre fui dono de mim e das minhas escolhas, já passei noites inteiras curtindo, seja ela bebendo, matando ou transando, e hoje nada me satisfaz. Ter uma bela mulher na minha cama deveria trazer a saciedade que eu precisava, mais não supri o buraco que carrego no peito há muito tempo pensei que um homem fodido como eu jamais si, apaixonaria e tudo mudou quando me vi preso em Mariah, ela mudou a minha cabeça e o meu mundo, e agora sinto-me completamente vazio.
Era (03:00) da madrugada quando sai da cama da sala privativa da minha casa de “show”, sobre os lençóis brancos uma bela mulata, de cabelos cacheados, que disse si chamar Cíntia, a mulher é fogosa e si não tivesse caído no sono estaria até agora montada em mim, de todas as prostitutas que já fiquei essa foi de longe a que mais si, empenhou em agradar-me, mesmo eu tratando-a com hostilidade e certa agressividade obedecia todas as minhas ordens sem questionar as loucuras que eu fazia com ela, nunca fui um homem de fazer carinho, gosto do sexo bruto e selvagem, sou fetichista e sim um sádico, a bandage é minha especialização, e quando não estou nos meus melhores dias o spank faz parte dos meus jogos. Com Cíntia usei apenas do poder do domínio e da força, não estava na minha casa para utilizar meus brinquedos então divertir-me com o que tinha, no fim estou aqui a olhando de bumbum empinado com inúmeras marcas das minhas mãos espalhadas por seu corpo e o seu traseiro.
Andei até o chuveiro lavei-me rápido, não queria acordar Cíntia, ela parecia do tipo pegajosa e eu não fodo duas vezes a mesma mulher, vesti a mesma roupa que estava e antes de sai deixei uma boa quantia de dinheiro sobre a mesinha, em seguida sai sem fazer barulho. A casa de “show” estava no seu auge e eu sai de lá tendo a certeza que Kratos também si, divertia em algum lugar com aquelas duas prostitutas. No elevador a caminho do estacionamento, o peso na consciência e a constante sensação de vazio começou-me preencher, de novo estava sozinho, com os punhos cerrados recordei-me por qual motivo, uma vagabunda havia matado a minha única companheira, mais o gostinho da vingança estava próximo.
Já no meu carro meu motorista esperava atento, sai da “boate” acompanhado do meu exército de homens em direção de casa. Ao chegar subir as escadas da mansão silenciosa, indo para o meu quarto onde me despir e deitei completamente nu. Sendo atormentado por pesadelos constantes de perda.
Pela manhã levantei com uma dor de cabeça que me segue a meses, como de costume tomei um banho e fiz a higiene bocal, vesti a minha bermuda de academia desci as escadas correndo, preparei o pré-treino, e caminhei rumo a academia, sendo observado pelos seguranças.
- Até que fim, pensei que não acordaria mais,- Kratos estava parado olhando no espelho da academia com luvas de boxe nas mãos, hoje é segunda dia de treino, já estava-me esquecendo que combinei de treinar com esse pela (saco), Kratos luta box a dois anos, contra gosto de mama e bom não sou eu quem ficaria contra ele, Kratos é imperativo e tem sérios problemas de autocontrole. O box o ajuda extravasar toda raiva acumulada, e ultimamente tem estado cada vez mais nervoso, principalmente quando digo sobre a minha vingança da morte de Mariah.
- Invadindo a minha casa de novo? - Digo indo até às estantes onde fica as luvas.
- Sabe que sempre venho aqui, não estou invadindo si me autorizou entrar - Diz carrancudo.
Começamos a treinar ele segurou o saco de pancadas enquanto eu socava, e assim vice versa, treinamos chutes e socos, imobilização entre outros, depois treinamos musculação, e fizemos vinte minutos de cárdio apesar do treino de box queimar, a quem diga que não podemos treinar por muito tempo que cataboliza mais eu não ligo, isso aqui é minha maior distração durante o dia.
Depois do treino fomos para a casa principal, Kratos tomou banho no quarto que sempre fica disponível para ele aqui em casa, teve uma época em que ele fugia das regras da mama, e veio morar conosco, Mariah era viva e os dois vivia em pé de guerra, nesse período mama surtava com fato dele ter saído debaixo de sua vigilância, época essa onde ela teve que fechar os olhos para as coisas que ele fazia para viver com ele embaixo do mesmo teto, com a morte do pai e Catrina sendo tão nova o peso na consciência falou mais alto e Kratos descidiu voltar pra casa, para cuidar das duas, sou o mais velho e as vezes vejo gratos sendo tão responsável quanto eu somos cinco anos de diferença de idade, eu tenho 35 e ele 30 Catrina faz dezoito em alguns meses. Kratos e eu somos amigos inseparáveis, o único a quem confio minha vida até de olhos fechados e eu sou capaz de fazer o mesmo por ele, quando fechei o corpo de tattoo ele fez o mesmo, todas as tatuagens que fiz ele sempre esteve comigo no mesmo dia, a quem diga que não somos gêmeos pela ironia do destino.
Eu vesti-me com uma calça jeans preta e o meu cinto habitual da gucci vermelho e branco, acompanhando o sapatênis preto, perfumei e sai do quarto descendo as escadas, há essa hora as empregadas já chegaram, são apenas duas a governanta Janaina que tem meia-idade e uma grande amiga da minha mãe, e a empregada Nanda, que é uma jovem de cabelos loiros mel, a menina de pouca idade veio trabalhar aqui após catrina pedir ajuda para a amiga. Eu cheguei na cozinha sendo recebido por um olhar cansado da Janaina, ela sorriu-me de forma doce como sempre faz, desde que me intendo por gente, já Nanda estava de costas para mim, lavando as louças que eu sujei pela manhã fazendo o meu pré-treino.
- Bom dia! senhor Magnum!- Janaina, cumprimentou-me de longe enquanto colocava a minha frente os meus ovos cozidos e mandioca, com um grande copo de café, a mulher de cabelos castanhos claros e olhos verdes folha era sempre ágil e eficaz.
- Bom diorno Jana! - Olhei para a empregada que permaneceu de costas - Bom diorno nanda! - Beberiquei o café que esta quente, a mulher que permaneceu de costas para mim até agora, si virou de cabeça baixa os cabelos longos jogados na frente da face, antes que pudesse responder meu comprimento kratos entrou na cozinha, deu um beijo em jana como sempre fez já que janaina ajudou a cria-lo na nossa antiga casa, a garota que estava fitando o chão si encolheu ainda mais com presença de kratos.
-Bom dia! loirinha- Ele disse a encarar ela que respondeu de cabeça baixa um bom dia! quase inaudível.
-O que há de errado com ela?- Perguntei desconfiado para jana que me olhou triste, - levante a cabeca criança! - Ordenei, Ela relutou mais enfim levantou o rosto, observei os punhos de kratos si, fecharam as mãos ficando em nós brancos, os olhos do meu irmão si, transformou num negro intenso enquanto encarava a menina a nossa frente, ele segurou o rosto da garota com a ponta dos dedos no queixo dela, fazendo a encara-lo, eu estava em espanto do porque uma garota de dezoito anos estava com o rosto em roxo intenso com manchas vermelhas e um corte no supercilios.
- Quem fez isso?- kratos perguntou a garota que estava com os olhos esbugalhados de medo, as lágrimas já tomava conta do rosto dela. Mas o mais importante era, por que kratos si importava ?
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 103
Comments
Cintia Maria Lemos Tavares
Minha xará e vilã kkkk
2024-10-21
1
Gislaine Duarte
hum o irmão dele é interessado na garota
2024-10-01
0
Pamella Pampam
Hum
ele não é tão ruim assim
se preocupando com os empregados
gosteiiii
2024-05-22
6