Magnum Magnani
Após malhar como louco por três horas na academia, sai de lá completamente suado, eu caminhava pelo jardim indo em direção a mansão quando avistei, entrar no meu condomínio, o carro da minha Coroa, Como de costume mamãe vinha todo o domingo para almoçar comigo, não abria mão disso, mesmo sabendo que não gostava de ter companhia, bom eu não seria o ordinário a tirar dela a satisfação de ter o filho perto, apesar de a minha irmã Catrina e do meu irmão Kratos estar sempre perto dela ela sentia a necessidade de estar presente na minha vida.
- Buongiorno bambino- Ela andou até mim, os seus cabelos grisalhos em corte Channel a pele branca marcada pelas rugas da idade, maquiagem leve, com um vestido preto mide e um sobretudo pesado, em pé nos seus saltos scarpan fino. Ela abraçou-me e beijou o meu rosto, acariciou a minha face me dando um olhar terno.
- Buongiorno mama- A Abracei brevemente - Estou suado mama, não lhe quero sujar.- Ofereci a mão para ela apoiar enquanto seguimos para a porta principal da mansão. - Chegou mais cedo hoje.- Constatei.
- Quero passar mais tempo com você, tem andado ainda mais distante - Já estávamos na sala de entrada.
- Você sabe que tenho trabalhado muito. Sabe como é as coisas- Disse sem olhar para ela, apesar de ser um homem frio e cruel, eu não conseguia ser um monstro com ela, não com a minha mãe, no meu mundo a mentira fazia parte de nós, mesmo diante da minha coroa não era capaz de dizer-lhe de fato o que estava planejando.
- Espero que não seja aquela loucura!- Ela estava a jogar verde, ou ela sabia o que eu planejava, olhei para o seu rosto, tinha uma ruga de preocupação si formando no vinco das sobrancelhas.
- Não sei do que está a falar.- Fiz de desentendido.- Eu vou subir para tomar banho, fique a vontade.
Nunca fui de expor os meus planos para ninguém, mais por um longo tempo perdi a minha sanidade quando soube da morte de Mariah, o meu irmão Kratos esteve ao meu lado, apesar de ser mais novo era tão louco e inescrupulosos quanto eu, apoia-me em todas as minhas loucuras e uma delas é na minha vingança, deduzi que talvez mamãe tenha ouvido algo sobre isso através de Kratos ela era boa em tirar palavras dos nossos lábios, o seu poder de persuasão era impressionante.
Após subir e tomar um banho demorado, vesti uma calça preta de moleton e uma blusa comum branca, com chileno no pé andei até meu escritório, para verificar minhas mensagens.
✓ Não esqueça do nosso compromisso hoje a noite, você ontem mal prestou atenção em uma só palavra do que eu disse- Era uma mensagem do Kratos.
✓✓ Estarei lá.
Não éramos de ficar de conversa por telefone, falamos apenas o necessário. Após responder algumas mensagens e Email, almocei com mama, ela puxou assuntos aleatórios, falou sobre Catrina e o quanto tem dado trabalho, Catrina está completando os seus dezoito anos agora, e por decisão mútua, preferimos não obriga-la a si, casar por enquanto. A garota chorou aos meus pés implorando por misericórdia, para não obriga-la a si, casar com ninguém, a conversa surgiu após Kratos ameaçar casa-la com um dos velhos babões do conselho, obviamente era mentira dele, pois Catrina estava a sair escondido de casa altas horas da noite, e para assustar a garota inventou essa boa desculpa, que parece não ter surgido efeito, já que mama acaba de relatar que Catrina voltou a sair escondida.
Após algumas horas que Mama foi embora, eu dormir para descansar, acordei a noite e logo arrumei-me para sair, com uma blusa social preta justa e alguns botões abertos, calça jeans preta justa e sapatos italianos, o Rolex no pulso, perfumei e coloquei a arma na cintura, colocando por cima um blazer. sai de casa com o motorista sabia que nessas noites bebia demais e precisaria de reforço para voltar para casa, o motorista corria pelas ruas de floresça indo em direção a uma das minhas casas de “show” de longe avistei o lugar que estava com uma fila enorme de entrada, como sempre fui para o estacionamento subterrâneo, desci do carro e logo após os meus seguranças fizeram o mesmo, todos atentos a qualquer tipo de movimento estranho, apesar de ter muitos aliados também tinha muitos inimigos.
Entrei no local escuro com luzes fortes piscando para todo o lado, música alta e fumaça preenchia o lugar, repletos de corpos dançantes, pessoas bebiam fumavam e si, beijavam. Podia sentir olhares maliciosos sobre mim, aonde eu passava mulheres paravam para me olhar, o meu tamanho era de chamar atenção de todos, 120 quilos de músculos e 1,85 de altura. Cheguei no camarote e logo de cara avisto Kratos sentado com duas mulheres no colo, o meu irmão era bem-parecido comigo, tanto aparência quanto na personalidade.
- Pensei que não chegaria mais.- O olhei, sentando a sua frente em uma poltrona próxima, as mulheres no seu colo olharam-me de cima a baixo, eu ignorei os seus olhares.
- Me diga o que descobriu? - Fui direto, não gostava de rodeios e nem de dar explicação. Kratos deu um tapinha na bunda das duas mulheres, indicando para saírem.
- Dom Stefan Petrova, é o nome do chefe da máfia russa que está aqui em Florença, com as duas filhas Natacha Petrova e Helena Petrova, como já sabemos a cadela que matou a sua mulher é a Natacha a filha mais velha, não consegui fotos, não encontrei nada sobre eles que fosse de domínio público, esses desgraçados vivem escondidos na sombra.
- Descobriu onde moram?
- Sim, mas não tem como invadir sem ter um verdadeiro exército e forte armamento, a casa é repleta de segurança. Nem mesmo um infiltrado colaria, os soldados são todos russos.
- Tem que haver um jeito, vou montar um verdadeiro exército, em três dias quero aquela infeliz sobre os meus domínios.
Levantei indo para o bar queria escolher de perto a "refeição" de hoje, com um copo de gim Na mão olhei a multidão, não havia nenhuma mulher que me interessasse, até que uma mulher com belo vestido preto curto si, aproximou, a pele negra e o cabelo cacheado, os seus grandes olhos devoravam-me faminta, ela passou a mão no meu ombro, e por um momento tive a sensação de conhecê-la de algum lugar.
- Poderia oferecer-me uma bebida? - Ela olhou-me a pegar a minha bebida da minha mão, levou o copo de maneira sensual até os lábios e bebeu, lambeu os beiços de forma “sexy”, não, era algo que me chamasse atenção, mais por hoje seria o suficiente.
- Que tal irmos para o privado? - Ela deu-me um sorriso safado, a resposta que eu precisava.
Subimos para a sala privada, ela caminhava de maneira sensual em cima dos saltos finos, tentava rebolar de maneira provocativa, mais não era seu maior atributo. Já na sala sem rodeios, ela avançou, tentando me beijar e eu virei o rosto não beijo na boca de prostitutas, a última pessoa a ser beijada por mim foi minha esposa, não seria qualquer uma, a conseguir isso de mim. Percebi que ela ficou irritada, tentou de novo alcançar a minha boca após beijar o meu pescoço.
- A única coisa que essa boca conseguirá de mim, será meu cacete agora ajoelha-se- A mulher olhou-me em um misto de sentimentos que ela não conseguia disfarçar, primeiro foi raiva e depois um brilho sútil nos seus olhos de satisfação e lascívia, ela ajoelhou perante a mim, com os olhos presos no meu corpo. Ela colocou as mãos finas no cinto da minha calça desabotoando, abriu o zíper enfiando a mão dentro da minha cueca tirando o meu membro de dentro, as suas mãos acariciando o meu pau que crescia
latente nas suas mãos. Ela mordeu os lábios de maneira “sexy” parecia salivar de desejo.
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Atualizado até capítulo 103
Comments
Leninha Pinto
tô achando que é a inimiga
2024-06-04
7
Erenildes Lima
Sera ela a mulher que ele procura.
2024-05-06
3
Sthefane Lorrayne
😂😂😂 porque vc pensou isso ?
2024-04-15
1