Ayla: Entro no restaurante e mudo o meu foco, termino o dia e sigo para a mansão, o Hüseyin está na sala, sem a bebida ele parece ainda mais ameaçador.
Boa noite Hüseyin.
Hüseyin: Te dei um cartão ilimitado e pensei que fosse suficiente para poder deixar a vida que leva, mas ao que tudo indica, estava errado. Vou te dar o último aviso Ayla, não a quero se prostituindo no período que estivermos casados!
Ayla: Minha mão coça, Deus que vontade de estapear esse ignorante. Passo por ele em silêncio, nada de bom sairia da minha boca nesse momento. Entro no meu quarto e sigo direto para o banheiro, tiro toda a minha roupa e entro em baixo do chuveiro buscando um minuto de paz. Termino o banho e me dou conta que não peguei o meu pijama. Pego uma tolha, me seco e enrolo no corpo. Saio do banheiro desconfiada e respiro aliviada por estar sozinha. Me troco e me deito.
Hüseyin: Não sei até onde vou aguentar isso, essa mulher está me tirando do sério. Envio um e-mail para um investigador de confiança e peço que descubra tudo sobre a Ayla, quero saber sobre o passado dela, sobre o relacionamento que teve com o Mustafá e sobre o que faz até de madrugada na rua. Tento acessar as cameras de segurança da propriedade, sem sucesso. Vou tentar pela manhã falar com a equipe de segurança. Entro no quarto, caminho até a varanda e fico pensando em todas as mudanças que o Mustafá promoveu na minha vida. Jurei dar a ele apenas o meu desprezo e agora estou aqui feito uma marionete seguidos os últimos desejos dele. Me deito, ficando o máximo distante da Ayla e pego no sono.
Ayla: Acordo animada, faço o café da manhã, cuido da horta e vou até à ponte visitar as minhas crianças. Compro tinta, brinquedos, materiais escolares, roupas, sapatos e comida e deixo o porta malas cheio. Assim que as crianças me veem, correm ao meu encontro, sou recebida com muito amor. Peço autorização ao seu Zé da mercaria para pintar o muro dele e fico horas com as crianças. Comprei tudo com o meu salário e me sinto ótima por isso.
Hüseyin: Ayla levanta cantarolando, ela me irrita logo cedo. Levanto em seguida e tomo o cafe da manhã sozinho. Noto a Ayla saindo e resolvo seguir ela. Fico a uma certa distância a vendo passar de loja em loja comprando varias coisas. O que um cartão ilimitado não faz? Ela segue até um bairro estranho e quando chega um monte de trombadinhas correm para atacar ela. Pego a minha arma no porta luvas e quando vou descer do carro noto ela abrançando as crianças, fico obervando intrigado. Ela passa horas com eles, distribui os presentes e brinca na rua com uma bola. É inacreditável a vergonha que essa mulher é capaz de me fazer passar. Ainda é uma vândala, não é possível que esteja riscando um muro na rua. Sigo para casa tentando manter a calma!
Ayla: Volto para casa para me arrumar. Can está mais tempo fora, por estar arrumando o escritório de advocacia dele, confesso que ele faz falta. É animado, leve e gosto muito da companhia dele. Me arrumo num quarto de hóspedes. Peço para pegarem leve na maquiagem e escolho um vestido um pouco mais simples, mas elegante.
Olie: Tenta esse diva!
Ayla: Esse já está bem mais sexy do que gostaria Olie. Não combina comigo tanto brilho.
Olie: Qualquer coisa combina com uma diva igual você. Parece uma boneca Ayla.
Ayla: Obrigada Olie, preciso descer, tem um ogro que não sabe esperar me aguardando.
Vocês são demais, muito obrigada.
Saio quarto e encontro o Can no topo da escada, ele leva as mãos ao coração e abre um sorriso.
Can: Está linda Ayla! Posso?
Ayla: Can faz menção a segurar o meu braço e deixo, desço com ele distraída. Assim que olho para baixo noto o Hüseyin me olhando. Os nossos olhares se cruzam por um instante e desvio para agradecer ao Can por ter me ajudado a descer as escadas.
Hüseyin: Me sento na sala aguardando a Ayla impaciente, sou pontual e detesto atrasos. Falta cinco minutos para dar 19:00 horas e me levando assim que vejo ela se aproximar das escadas usando um vestido rosa de cetim, que desenha cada curva do corpo dela. A medida que ela caminha a fenda na perna expõe a sua coxa a deixando terrivelmente sexy. Ela está distraída e fico preso na sua expressão inocente quando o Can se aproxima e pede para ajuda-la a descer as escadas. Ayla me olha nos olhos pela primeira vez e desvia o olhar para agradecer a ajuda do Can.
Porque demorou tanto Ayla?
Can: Valeu a pena Ayla, está espetacular! Divrta-se essa noite.
Ayla: Obrigada Can, você é um cavalheiro.
Me despeço do Can e saio da mansão tentando acompanhar o senhor irritado!
Na cozinha...
Elivania: Queria ser uma mosquinha essa noite para ver o emproado do Hüseyin passando raiva com os homens babando a Ayla.
Mal fecho a boca e a Tércia coça a garganta, me viro e quase caio dura no chão vendo o melhor amigo do emproado atrás de mim. Misericórdia Deus, só me lasco!
Can: Concordo com você Elivania, também queria ver a cara dele.
Elivania: Nesse caso se não é um emproadinho Júnior e preciso urgentemente me desculpar com Deus por ter reclamado!
Can: Emproadinho Junior, era assim que me via?
Elivania: É o melhor amigo do rei do crime, não dá para depositar confiança!
Tércia: Eli!
Can: Rei do quê?
Elivania: Pode me contar, será um segredo nosso, o Huseyin é um mafioso, não é?
Can: Não. Dá onde tirou isso?
Tércia: Da mente dela senhor Can.
Elivania: Graças a Deus, já tinha agendado para tirar as minhas unhas de gel!
Respiro aliviada, o Can ri da minha cara e fico sem graça.
Can: Nesse caso eu seria o mafioso Júnior?
Elivania: Na teoria um soldado fiel, que limpa a bagunça e dá os restos mortais das pessoas que ele tortura, aos cães.
Can dá uma gargalhada e a Tércia acaba rindo com ele, mal sabem que nem dormi direito pensando sobe isso. Me despeço dos dois e vou até o meu quarto descansar.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Marcia Patette
kkkkk Eli é doidinha gente kkkkk
2025-01-08
1
Rita do Socorro Caldas Silva
Vai procurar tratamento
2025-01-01
0
Rita do Socorro Caldas Silva
o idiota do Hudson, nem leu a carta do pai, aff
2025-01-01
1