Hüseyin: O médico da alta para a Ayla, ele passa algumas recomendações e uma enfermeira ajuda ela a se trocar. Seguro a mão da Ayla para ajudar ela entrar no carro, assim que ela se levanta da cadeira de rodas.
Ayla: Me surpreendo com o Hüseyin segurando a minha mão, encaro ele rápido. Assim que entro no carro, ele cerra os punhos com raiva e fico sem entender, porque me ajudou. Chego a mansão, os funcionários saem para me receber, Can me leva nos braços até o meu quarto e a Elivania me deixa confortável. O dia se passa tranquilo, o Hüseyin não aparece no quarto, mas não fico nenhum minuto sozinha. Janto no quarto e pego no sono sem perceber.
Hüseyin: Evito contato até com o Can, não estou afim de conversar com ninguém. Aliás, já conversei nas últimas quarenta e oito horas muito mais do que tenho costume. Subo até o quarto, banho e me deito. A Ayla já está dormindo e me viro para o outro lado, só para evitá-la. Acordo sozinho na cama, faço a minha higiene, banho e me visto para ir à empresa do Mustafá.
Ayla: Acordo melhor, faço o café da manhã, como um pouco e vou cuidar da horta. Aqui, tenho lembranças maravilhosas com o Mustafá. Seco algumas lágrimas que rolam pelo meu rosto, enquanto cuido do nosso cantinho.
Hüseyin: Estou saindo quando observo a Ayla chorando na horta, o médico falou para ela repousar e lá está ela. Era só o que me faltava ter que voltar ao hospital, saio com ódio da mansão.
Ayla: Entro na mansão e começo o almoço, com a ajuda da Elivania na cozinha. Termino tudo, banho, me troco e desço para almoçar. Hüseyin está sentado à mesa com a cara de poucos amigos que, aliás é a única que ele tem.
Boa tarde Hüseyin.
Hüseyin: Não me dou ao trabalho de responder a Ayla, almoçamos em silêncio, a comida estava ótima, ela deve ter uma boa cozinheira. Can ainda não voltou, está montando o escritório novo dele. Noto a Ayla pegar a bolsa e sair. As horas passam, janto e nada da Ayla voltar para casa. Tomo quase uma garrafa toda de whisky esperando ela.
Ayla: Volto ao trabalho, preciso ocupar a mente. Sou sous chef, não quis usar a influência do Mustafá para crescer. Quero me tornar chefe por mérito e tenho me esforçado para isso. Entro na mansão exausta, os meus pés estão doloridos. Acendo a luz da sala e levo a minha mão ao peito vendo o Hüseyin sentado na poltrona bebendo. Que susto!
Boa noite Hüseyin.
Hüseyin: Ainda está fazendo programas?
Ayla: Respiro fundo e caminho em direção a escada.
Hüseyin: Te fiz uma pergunta Ayla!
Ayla: Pode me dizer sinceramente que vai adiantar eu te responder que não faço programa? Hüseyin, estou no meu limite, juro que me esforçado para ter no mínimo uma boa convivência com você, só te peço que faça o mesmo.
Hüseyin: Ayla se vira e sobe as escadas.
Ainda não acabei com você!
Ayla: Hüseyin sobe atrás de mim e segura o meu braço sem força.
Me solta Hüseyin, está visivelmente alterado pela bebida. Se quiser conversar, amanhã nos falamos.
Hüseyin: Esse cartão é ilimitado, gaste o quanto quiser, não ligo. Só não quero um escândalo de prostituição com o meu nome envolvido!
Ayla: Hüseyin abre a minha mão e coloca o cartão, fechando em seguida, posso ver a raiva queimando nos olhos dele. Subo sem falar nada, ele está bêbado e não sei se fica agressivo. Coloco o cartão no criado mudo, Me troco e deito, me perguntando se vou aguentar isso por um ano. Tive um pouco de alegria no trabalho, o chefe reconheceu o meu trabalho e foi tão bom. Só queria poder chegar em casa e contar ao Mustafá. Pego no sono perdida em pensamentos e acordo sozinha.
Can: Dormiu no escritório?
Hüseyin: Acordo desnorteado, com uma dor de cabeça terrível. Olho em volta e ainda estou no escritório. Vim na intenção de esfriar a cabeça e acabei pegando no sono. Me lembro do confronto com a Ayla e passo as mãos pelos cabelos sem saber se usei muita força quando a parei na escada.
Can: O que você fez?
Hüseyin: Esperei a Ayla chegar ontem, acredito que parei ela na escada, mas não sei se usei força para isso.
Can: Que droga Hüseyin!
Hüseyin: Passo pelo Can e subo rápido as escadas, encontro a Ayla penteando os cabelos no closet.
Te machuquei?
Ayla: Fisicamente? Não!
Hüseyin: O que quer dizer?
Ayla: Tortura psicológica também é uma forma de agressão.
Desço para preparar o café da manhã e sigo para horta. Termino e me sento para comer conversando com Can, ele me conta um pouco sobre ele e paramos de falar assim o Hüseyin se senta na mesa.
Hüseyin: Ayla temos um evento amanhã, será a nossa primeira aparição pública e precisa estar vestida a caráter.
Ayla: Que horas?
Hüseyin: Sairemos daqui às 19:00 horas.
Ayla: Tudo bem, licença.
Entro em contato com o estilista, maquiadora, cabeleireiro e troco o meu turno no restaurante. Faço o almoço e subo para me trocar e ir trabalhar.
Hüseyin: Use o cartão que te dei e compre algo descendo.
Ayla: Hüseyin entra no quarto, ele fala comigo olhando com uma expressão enojada para as minhas roupas. Tenho um cartão ilimitado que o mustafa me deu desde que cheguei aqui, usei muito pouco ele, apenas para emergências. Mustafa sempre me incentivou a comprar acessórios e bolsas, mas nunca quis. Faço alguns trabalhos sociais com crianças de rua e não me sentirei bem com roupas de grife. Mustafa não queria que ficasse falada, não saímos em público, ele sabia que seria apontada com uma amante e jamais quis que fosse vista dessa forma. Além disso, ele quem deixou os contatos da equipe para quando precisasse ir a um evento. Essa equipe foi quem me arrumou para a minha formatura da faculdade de gastronomia.
Não se preocupe, estarei vestida adequadamente.
Hüseyin: É um evento de galã Ayla, pegue algumas dicas para saber como se comportar e compre um conjunto de joias.
Ayla: Era só isso?
Hüseyin: Ayla fala e sai irritada do quarto, que mulher insuportável!
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Euridice Neta
Caramba esse homem nunca baixa a guarda,cta sem irritado, não sorri daqui a pouco fica doente e Ayla vai ter que cuidar desse chato...
2025-03-17
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Marcia Patette
Se vc procurasse saber um pouco sobre ela, saberia que ela sabe como se comportar
2025-01-08
0
Marlene
Nossa eu abriria mão de tudo e mandava e escroto catar coquinho
2024-12-24
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