Não preciso nem de meio segundo para abrir o preservativo guardado na minha carteira e entrar nela.
Em poucos minutos, só se ouvia nossos corpos batendo contra a parede, o gritinho vindo do fundo da garganta.
O suor escorrendo dentro do meu paletó caríssimo e agora empolheirado. O cubículo que era aquele lugar mal nos possibilitava respirar, e o eco preso pelas quatro paredes e a adrenalina parecia ser um incentivo para deixa-la ainda mais fogosa.
Estava quase lá, quando meu celular tocou.
Tentei continuar e soar indiferente ao barulho insistente que vibrava dentro do bolso da minha calça, mas era quase impossível.
— Agora não, chaveirinho! — Sussurro, tentando impedir que a maldita praga em forma de duente não atrapalhasse meus planos mais uma vez.
Continuo, tentando focar na morena gostosa que vibrava nos meus braços e tremia a cada bombeada frenética. Concentrei-me nos gemidos agudos e firmes que a cada segundo ficava mais fortes entregando seu delírio e prazer...
Mas havia uma loira...
Não, Ceci! Agora não!
Passo as mãos pelas curvas, agarrando brutalmente cada lugar que meus dedos toca. A saia embolada no meio de sua cintura me permitia encher a mão nas nádegas fartas cobertas por um fio dental que se não estivesse com tanta pressa teria tirado com os dentes.
— Own... mais forte, mais forte! – Ela geme.
E novamente obedeço.
Seu pedido funciona como gasolina para minha ereção que a cada entrada ficava mais dura, mais babada e mais grossa.
De boca aberta e com a cabeça levemente para trás, ela goza enquanto geme alto.
— Vira! — mando, colocando-a no chão
Puxo-a pela cintura e a coloco de costas para mim, com o rosto colado na parede — Agora é a minha vez!
Ela rebola e entro firme, duro!
Era forte que ela queria? Então faria do jeitinho que eu sei fazer.
seguro em seu cabelo, fazendo um nó entre os meus dedos e puxo para trás.
Ela geme, com os lábios entreabertos e os olhos cravados nos meus.
Eu Sei que sou grande, e que provavelmente a machucaria, mas não me importo, nunca me importava. Não deixava mulher nenhuma se infiltrar nos meus pensamentos ao ponto de pensar nela no dia seguinte. Era uma noite. Apenas uma noite e no dia seguinte eu simplismente me portava como se nada tivesse acontecido.
Porém... havia uma... apenas uma que conseguia tirar todos os meus fios bem alinhados de cabelos do lugar!
Cecília, uma mini granada, projétil de gente, a duente de jardim... meu chaveirinho... A mesma que a essa hora está trancada no banheiro do vigésimo andar do complexo que ela trabalha e que também ocupamos uma sala no andar de cima em Chicago.
Não sei o que aquela doida está aprontando na empresa a essa hora. Só sei que ela me ligou enquanto eu estava fodendo uma desconhecida em um bar qualquer, em algum lugar de Illinois. O desespero em sua voz me fez sair correndo, com as roupas nas mãos sem ter a possibilidade de terminar o que estava fazendo. E tudo para que?
Para comprar um maldito absorvente que tem uma variedade de marcas e modelos.
Paro de pensar quando percebo que a miniatura de loira de lindos olhos azuis estava se infiltrando nos meus pensamentos, e mais uma vez, me fazendo perder a concentração na mulher com o rosto colado no concreto gelado e traseiro empinado.
Beijo o seu pescoço, busco sua boca, chupando seus lábios e prendendendo-o entre meus dentes.
Beslico seu mamilo e desço provocando seu clitóris. Quero ela a beira de outro orgasmo quando eu chegar ao meu limite. Estoco mais, ela gemeu... E de novo.. de novo... mais algumas vezes.
Ela comprime sua entrada e quando sinto meu membro ser esmagado, gozo firme e forte tirando no primeiro jato.
Apesar da camisinha ser um preservativo seguro, nada me deixa mais tranquilo do que ter a certeza de que nada me surpreenderá no futuro.
Tranzava com várias mulheres sem me importar quem, o lugar, muito menos se era loira, morena, ruiva. NADA.
Havia apenas duas regras;
Nunca, jamais repetir, porque era uma segurança para não me apaixonar.
E nunca sem camisinha, o que me assegurava de não contrair uma doença ou gerar uma outra vida com uma mulher qualquer que eu nem ao menos sei o nome.
Nossa respiração inconstante toma o lugar. Ergo o rosto e olho para a morena encostada na parede, de olhos fechados, batom borrado, o cabelo suado levemente pregado no rosto. O uniforme todo amarrotado, que só agora me dei conta que em algum momento eu o rasguei.
O sorriso canalha logo preenche meu rosto ao ve-lá totalmente satisfeita.
Porém, é hora de partir!
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Atualizado até capítulo 104
Comments
Mara Lessa
O QUE TEM DE LINDO TEM DE CANALHA , TEM QUE CORRE MUITO ATRÁS DA chave rinho.
2025-02-25
1
Angela antunes
tomara que vire um cachorrinho.
2024-09-15
0
Solaní Rosa
que nojo que homem crápula
2024-06-17
2