Ela prontamente abaixou a cabeça, e se ajoelhou, e colocou as mãos com as palmas para cima, delicadamente em suas coxas.
— Coloque as suas mãos para frente. Refira-se a mim como Sr. D. Qual sua palavra de segurança?
— S, Senhor D.
Caminhei em direção ao armário e peguei cordas, o chicote e uma palmatória.
— Disse que gosta de ser dominada com força.
— Sim, senhor D.
Voltei em direção ao armário e peguei os clamps. Prendi as mãos dela com as cordas, passei os dedos em torno dos bicos dos seios, vi sua pele se arrepiar, em seguida coloquei os grampos, ela deu um grunhido de dor.
— Não deveria ter olhado para mim Analice.
— Perdão senhor.
— Senhor D. Não está sendo uma cadela obediente Analice, sabe o que acontece com insubmissas? Elas são punidas.
Peguei o chicote, deslizei pelas costas dela, e em seguida a chicoteei, vendo o seu corpo contrair, e ela agradecia. Cada vez um pouco mais forte, a resistência que ela tinha me excitou ao extremo.
Segurei os seus cabelos com força, inclinando a cabeça dela para trás, Analice estava com o rosto vermelho e uma lágrima solitária caiu do canto do olho dela. Passei os dedos por seus lábios, ela chupou o meu polegar com uma expressão indecente.
Ela respirava profundamente, enquanto eu descia a mão, abrindo um pouco mais as pernas da dela, os meus dedos desceram ligeiramente pela virilha, e ela gemia a cada toque, avancei e toquei o clitóris já inchado, e ao chegar na sua entrada me deliciei ao sentir dela que já estava excitada o suficiente, fazendo os meus dedos deslizarem para dentro dela sem resistência. Ela já estava perto de goz*ar e eu parei.
Tirei o meu cinto e abri a calça, segurei os cabelos dela e meti meu cac*ete dentro da boca dela,que engasgava e babava todo meu car*lho, enquanto seus olhos marejavam, não parou até que eu mandasse.
Segurei-a pelos cabelos e a levei para perto da cama, prendi os seus braços nas barras aéreas, e usei um separador nos seus tornozelos, deslizei a mão, contornando o corpo dela, os bicos dos seios já estavam vermelhos-arroxeados. Tirei os grampos e fui até o frigobar, peguei gelo, e passei em cima dos bicos dela, Analice gemeu, enquanto eu sugava um dos seus seios, passava o gelo em outro.
Peguei a palmatória acertando os mamilos de Analice várias vezes, e cada vez que fazia isso ela tentava fechar as pernas. Peguei o gelo novamente e passei por toda boc*eta dela. Sentia os espasmos no corpo que se contorcia.
Voltei para o armário e peguei bolinhas tailandesas com diametros diferentes, intruduzi uma a uma na boc*eta dela.
— Se deixar cair será punida.
E ela seria. Liguei um vibrador em seu clitóris, ela girava a cabeça enquanto gemia Sr. D, sua boc*eta lubrificada não conseguia segurar as bolinhas lá dentro, e quando ela goz*ou todas cairam no chão.
Soltei as mãos, e a coloquei de quatro na cama, dei vários tapas fortes na bunda da mulher que continuava a me agradecer, e a cada estralo ela estremecia, com a palmatória, masturbava a Analice, e por vezes batia no clitóris dela.
Coloquei um preservativo, e montei, invadindo centímetro por centímetro, via o goz*o dela escorrendo pelas pernas, ela estava delirando, eu segurava os cabelos, a deixando completamente empinada, enquanto as minhas investidas ecoavam pelo quarto, fod*endo aquela boc*eta de forma dura, selvagem e implacável, cada vez mais rápido, enquanto ela gemia exaurida, levada ao extremo a cada orgasmo. Analice mal conseguia firmar as pernas, lhe dei mais um tapa para que ela entendesse que deveria ficar aonde estava, até que eu mandasse.
Aumentei ainda mais o ritmo, e cheguei ao ápice. Quando sai de dentro da Analice despencou na cama. Com os seus tornozelos ainda atados e totalmente exaurida.
— Obrigada sr. D.
Ela disse ainda embriagada pelo prazer. Observei por algum tempo, as marcas dos meus dedos, os vergões das chicotadas e os lençóis molhados abaixo dela. Levei-a para um banho, e depois apliquei pomada nos locais vermelhos. E enquanto ela estava deitada se recompondo eu segui para um banho, e depois de me arrumar, mandei que Atlas deixasse na recepção uma das jóias que estavam no carro, avisei ao gerente para repassar a Analice como recompensa.
Havia levado mais tempo do que pensava, Atlas me esperava fora da boate, seguimos para o hangar, e eu retornei para o México. E apesar de estar um pouco mais centrado, ainda não conseguia despistar os meus pensamentos da garota.
— Senhor, para o fort?
Disse ao desembarcar. Eu ponderei. Era irônico dizer que eu tinha certa atração por coisas quebradas? Talvez porque eu também fosse a porr*a de um ser quebrado.
— Não, leve-me até o refúgio.
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Atualizado até capítulo 122
Comments
Marcia Valeria
Com certeza...
2025-03-22
0
Mara.judancs Araújo
O amor os curará ❤️
2024-05-15
1
Vanedrigues
só q dessa vez vcs irão concertar um ao outro e viver esse amor q tanto merecem.
2024-04-06
2