...Juana González...
Juana tocou em meu ombro e disse que me esperaria na sala. Eu fiquei na lavanderia até que o ciclo da maquina completasse. E também não poderia sair no estado que me encontrava.
Quando sai, o clima estava tenso, como se o ar estivesse rarefeito entre nós. Mel fez alguns desenhos, e depois as crianças foram levadas para o quarto. Eu fiquei fora da casa, sentado na varanda encarando a noite estrelada.
Já havia servido de acalento para a dor de uma mulher, e por sorte ainda estava vivo, pelo fato de quem se tratava. Não me incomodei nem um pouco. Quem nunca sonhou em tre*par com a chefe? Ainda mais sendo uma como a minha, uma mulher ousada e forte. Mas dessa vez era diferente. Envolvia sentimento. Coisa que eu nunca precisei lidar na vida. Por que com a vida que temos para mim sempre foi conveniente a ideia de ter mulheres das quais eu pagava, fod*ia e mandava embora, ou aquelas que simplesmente só queriam sentar no meu colo e experimentar por uma noite o que poderia fazer.
Quando ia tirar um maço de cigarro do bolso a porta se abriu.
— Isso não faz bem a você.
Juana apareceu, na porra num hobby preto, que me fez imaginar o que havia por baixo. A pele dela emanava o frescor de quem havia saído do banho, o cheiro dela era inebriante, Juana se sentou ao meu lado.
— Dos meus males esse é o menor.
— Nós podemos conversar?
— Podemos.
— Me acha fraca pelo que eu fiz?
— Acredito que cada um sabe a dor que carrega. Não cabe a mim, dizer a você como deveria agir.
— González era um bom marido, um bom pai, um bom amigo. Ele me salvou. Eu não tinha ninguém, e de repente eu tive ele. A ideia de ficar sozinha de novo me assustou. Me deu uma segunda chance Flávio, eu estava cansada, com medo e com vergonha, e eu só pensei na minha dor. E eu esperava que gritasse, ou que dissesse que não merecia estar viva. No entanto, você me abraçou. E aquele abraço era exatamente o que precisava. Acha que é errado?
— O que é errado?
— Se eu seguisse em frente.
— É o que quer?
— Eu não tinha certeza.
— O que mudou?
— Você.
Ela suspirou fundo. Me olhou, passou levemente a lingua pelos lábios os deixando úmidos e convidativos.
— Todas as vezes que vem aqui eu tenho esse mesmo sentimento Flávio. Quando os seus olhos queimam a minha pele faz com que me sinta viva. É só desejo o que sente?
— Não. Não é só desejo, por isso se quiser cruzar essa linha esteja ciente que estará me dando esperanças.
Juana se levantou e sentou no meu colo, em resposta ao que disse. E eu não ia conseguir resistir a isso. As suas mãos passaram pelo meu braço, o toque suave e, ao mesmo tempo abrasador. Segurei ela com força, a pressionando no meu corpo, Juana gemia entre os meus lábios, enquanto eu saboreava o doce dos dela.
— Juana...
— Não vê? Eu quero tanto quanto você.
Ela disse em um sussurro próximo ao meu ouvido. Me levantei com ela e entrei em casa.
— Derrubou minha porta ontem Flávio.
— Eu tenho um lugar em mente.
Caminhei com ela até a lavanderia. Coloquei ela em cima da máquina, como um dejavu do que queria fazer mais cedo, rasguei as suas roupas, como uma fera faria a sua presa. Juana tirou a minha camisa, as suas mãos apalpavam o meu corpo, me puxando para ela, passou os dedos em volta do piercing no meu mamilo, aquele toque suave foi capaz de colocar fogo em mim, ela desceu a mão, tirou o meu cinto enquanto eu sugava os seios dela, desci até a boc*eta dela, louco para experimentar o quão doce ela era.
— Cara*lho, se tornou meu doce favorita linda.
A minha língua explorou cada parte dela, Juana estava com as mãos apoiadas em cima da máquina, a sua cabeça inclinada para trás, eu sorvia cada gota daquele mel, e metia os dedos na boc*eta dela a estimulando, o corpo dela tremeu enquanto se derramava na minha boca.
— Continuo linda?
Juana olhou para mim, os seus lábios entreabertos e face ruborizada era a resposta que queria. Suguei os seus seios, enquanto segurava com força a cintura dela.
— Eu quero Flávio...
Ela gemeu gostoso no meu ouvido. Desci Juana da maquina e virei ela de costas, encoxei ela, fazendo cada um dos pelos do seu corpo eriçar.
— Vou fod*er essa sua boc*etinha deliciosa Juana. Quero que goze no meu car*alho, enquanto grita e pede mais.
Juana colocou a mão para trás e apertou meu p*au, ainda por cima da calça, ela desabotoou minha calça que eu ajudei a descer, suas mãos mal conseguiam envolver meu cac*ete enquanto ela fazia movimentos de vai e vem e gemia enquanto me sentia pulsar, eu fungava no pescoço dela, minhas mãos subiram pelos seios dela, apertando ligeiramente seu pescoço. Peguei um preservativo na carteira, encapei o mastro, segurei os cabelos de Juana como rédeas, Ela abriu as pernas e eu forcei entrada enquanto ela gemia e gritava. Estava sendo abraçado por sua boc*eta quente e macia, ia entrando de maneira rude e bruta, cada vez estocava mais fundo, enquanto suas pernas tremiam.
— Ah Flávio...
Seus gemidos ecoavam pelo lugar, seu corpo ja estava suado, eu poderia facilmente partir ela ao meio, aumentei o ritmo ao sentir os seus espasmos e o meu cara*lho cada vez mais molhado pelo goz*o dela.
Virei Juana e a fiz entrelaçar as suas pernas em torno da minha cintura, pressionei ela na parede enquanto beijava furiosamente os seus lábios os deixando vermelhos e inchados.
— Porr*a!
Eu urrei enquanto goz*ava, pensando o quanto queria encher aquela boc*eta com a minha porr*a.
Juana descansou a sua cabeça no meu ombro, estava exausta, mas eu poderia passar a noite toda dentro dela.
— Ultrapassei a linha Flávio.
Ela disse enquanto um tímido sorriso saia dos seus lábios.
— Vamos no seu tempo linda. Eu estarei aqui para você.
Juana selou os seus lábios aos meus e desceu do meu colo me abraçando com força. Sua cabeça ficou recostada em meu peito.
— Boa noite Flávio.
Ela apanhou as roupas do chão e depois de me desejar boa noite ela saiu, coloquei as roupas e fiquei fora da casa.
No dia seguinte me organizei para ir ao endereço que Athos havia entregado a mim.
Olhei para Juana, servindo o café, minha companhia tortuosa, precisava sempre ficar me repreendendo pelos pensamentos impuros que surgiam, porque era inegável o quanto essa mulher mexia comigo, quase a ponto de me hipnotizar. Merda, não seja um depravado Flávio. Tentava convencer a mim mesmo, precisava ir com calma.
— Vai ficar bem?
Perguntei a Juana, Matteo estava sendo ninado nos seus braços.
— Eu vou... Obrigada. Obrigada.
Disse o olhando nos olhos, um sorriso calmo brotou nos seus lábios.
— Você voltar? Eu quero que você volte.
Fui segurado pelas mãos pequenas da menina. Que me perguntou ja juntando as mãos esperando uma afirmativa.
— Eu volto logo pequena.
Bagunçou o cabelo dela num cafuné desajeitado e saiu.
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Atualizado até capítulo 122
Comments
Marcia Valeria
Tem algum Flávio disponível?
2025-03-22
0
Gilma dos Santos Silva
nossa que capítulo maravilhoso parabéns autora.
2024-04-04
4
gi em tri
pq a autora não está pondo os nomes das pessoas que estão falando
as vezes fica um pouco confuso
nas outras histórias tem
e essa não tem
2023-09-19
3