...Ares Vlahos...
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Nicolle fez o caminho de volta para a ilha em silêncio. Nunca viu o seu irmão daquele jeito, a todo o tempo se lembrava do choro e do olhar de Diana para Brian, quando viu ela sendo arrastada para fora daquela sala sentiu um aperto terrível no peito.
— Como pode estar tão tranquilo?
Eu perguntei nervosa.
— Já jogou xadrez docinho? Xadrez é um jogo de estratégias. Ou ele a levava ou a mataria, mas isso não significa que ele vá ficar com ela. Eu só preciso de tempo.
— Você causou isso. Esta me dizendo que, ao mesmo tempo é o incendiário e o bombeiro?
— As circunstâncias eram outras. Tentei proteger Diana, da forma que poderia.
— E agora ela está gravida, nas mãos de um louco, que ameaçou rasgar a barriga dela. Com certeza ela está muito segura.
— Ele não fará nada a ela. Se quisesse ele teria feito. Conheço Heitor, conheço a sua cobiça, e os seus anseios.
— É o que diz a você? Para tentar amenizar o que você faz com aqueles que o cercam?
— Talvez.
Ele disse com desdém, enquanto recostava a cabeça no assento.
— O que deve a ele?
— O que não se paga com dinheiro.
Disse sem ao menos abrir os olhos.
— Vai me usar como moeda de troca também?
Nicolle disse, querendo arrancar daquele cubo de gelo alguma reação.
— Não. Ninguém ousaria reivindicar você.
Ele a encarou, e voltou a fechar os olhos.
Quando chegaram, mandou que retornassem e buscassem Brian, era isso ou certamente o jogaria da aeronave caso precisassem ocupar o mesmo espaço.
Assim que entrou em casa Nicolle foi para o quarto e Ares a seguiu, serviu um copo de uísque e foi até a varanda.
Existiam muitos segredos em torno da família Vlahos.
Uma delas descobriu ainda no treinamento, quando completou dezoito anos, só então pode entender porque o seu pai o submetia a tamanha tortura, dia após dia, o seu treinamento era o mais rigoroso entre todos.
Ao completar dez anos foi arrastado para fora de casa, assim que pisou os pés no centro foi espancado, depois jogado em uma solitária, um som agudo que fez o seu ouvido sangrar, baldes de água gelados, não dormia, não comia. Viu os seus ferimentos infeccionarem.
Depois vieram as torturas psicológicas, os treinos rigidos e desafios que removiam dele a cada dia todo e qualquer sentimento, precisou ser frio, fazer o que era necessário. Inclusive matar soldados que não estavam ali apenas para treinar, pareciam ter ordem para mata-lo.
Era uma maneira de descontar as suas paranóias, ele não amava Élida, mas queria que ela o amasse, cada passo que ela dava ele sabia, era extremamente possessivo. E mesmo depois de vários exames de DNA positivos, não conseguia chegar a conclusão de que era mesmo o seu filho. Fez da vida dele um inferno. E como se não bastasse ainda os colocou frente a frente exigindo que ela confessasse, que ela dissesse de quem Ares era filho. O rosto ficou desfigurado depois de tantos socos, enquanto não poderia fazer nada além de assistir. E a morte foi a consequência inevitável. No velório um caixão fechado, e a causa da morte, uma doença.
Mas a realidade é que aquilo que ele tanto acusava era o que ele fazia. Tinha outra família, outros filhos, que desfrutavam do melhor que ele poderia dar. Era um pai de verdade para eles.
Quando planos para matar tanto a mim como a Diana surgiram, para que os filhos bastardos fossem elevados a título de herdeiros do futuro da Medusa, fui atrás dele. Hélio e Heitor me seguiram.
Cheguei na segunda casa do meu pai. Ouvindo os risos, e a alegria. Não hesitei, matei aqueles que deviam ser meus irmãos. E quando o meu pai chegou os encontrou no chão sem vida, em uma cena de horror. Eu tinha a segunda mulher dele nas minhas mãos, e ele implorava. Até mesmo se desarmou de tudo que tinha. O que me deu ainda mais ódio. Ele nunca, nunca teve um gesto de carinho com a nossa mãe, matou ela à sangue-frio diante dos meus olhos, e agora estava aqui implorando. Rasguei a garganta dela, enquanto ele me amaldiçoava por que ela carregava um filho, de fato a sua última ação havia sido levar a mão até o seu ventre que tinha uma pequena protuberância. Eu me arrependi daquilo, acreditem. Mas não foi o suficiente para me parar. Eu o matei. Ursupei o poder, e a história que se propagou é de que havia sido um ataque.
Heitor plantou as provas que levaram até o próprio pai, que fazia parte do conselho, não que ele merecesse viver, era um desgraçado também, não era o tipo que faria falta.
Desde então Helio e Heitor me seguiram, encobrindo as merdas que iam surgindo no caminho, matar o conselho foi um dos passos para perpetuar o poder nas minhas mãos, tivemos que eliminar toda e qualquer ameaça, um verdadeiro banho de sangue.
Heitor não é apenas um soldado de alta patente. Ele e Hélio são os únicos herdeiros vivos que restaram do conselho. Mas não apenas isso, são donos de Roma, o braço estendido da Medusa.
Hélio é um soldado leal. Mas Heitor? Heitor tem as suas ambições. Se casar com Diana foi uma exigência dele, uma garantia de que Roma continuaria sendo dele.
O seu telefone tocou. Era Hélio.
— Está em Roma? Foi como imaginamos. Me mantenha informado.
Ele desligou o telefone, e desabotoou a camisa, olhou em direção ao banheiro, a porta não havia sido trancada. Sorriu de um jeito malicioso e se livrou do restante das roupas, abriu a porta devagar, Nick estava de costas, com a cabeça em baixo do chuveiro. Os seus passos eram tão leves que não foram ouvidos. Abriu o box, se deliciando com a visão daquele corpo nu, cheio de curvas, mordeu os lábios enquanto a olhava cheio de luxúria.
Encostou o seu corpo no dela, deixando que ela sentisse a ereção da qual ela era culpada, as suas mãos espalmaram o azulejo a sua frente prendendo Nick naquele certo.
— Ares! O que esta fazendo? Sai daqui!
Ela disse virando para ele, e o encarando, Ares nada respondeu, a encurralou e a beijou enquanto a sua mão descia e apertando o seio dela, fazendo Nick gemer.
— Não sabe o quanto eu desejo você Docinho, e quanto mais resiste mais louco eu fico. Porr*a!
Dessa vez, Nick o beijou, o desejo entre eles era crescente. Ares pressionou o seu corpo na parede, e ela sentia ele pulsar.
— Pare!
Ela disse o afastando. Ela o queria. Mas não abriria mão do controle.
— Não me mande parar Docinho. Sabe que quer tanto quanto eu.
— Não entendeu ainda Ares? Eu sou uma Dominatrix. Se me quiser terá que se submeter a mim.
— É o que quer docinho?
Nick endireitou a postura esperando o que ele faria a seguir, viu aquele homem imenso se colocar de joelhos diante dela, com um sorriso sacana nos lábios, ao ficar cara a cara com o que mais desejava.
— Contando que a minha língua esteja na sua boc*eta não me incomodo de estar de joelhos.
Disse de um jeito profano, que arrepiou o corpo todo de Nicolle. Ela colocou o pé em cima dos ombros dele.
— Chupa agora!
Ordenou. Ares beijou toda a virilha, se deleitando com aquela visão. Passou a língua pela fenda que já estava deliciosamente úmida, sugou o seu clitóris com força, fazendo o corpo todo de Nick estremecer, ela segurou os cabelos dele enquanto gemia, Ares deslizava a sua língua por toda a sua boc*eta, sentindo os espasmos que anunciavam um orgasmo, sorveu todo o seu doce, e não parou, a fod*ia com a língua sugava o seu clitóris, e beijava a virilha, Nick mal conseguia se manter em pé, ele passou a outra perna dela nos seus ombros, e sem parar um segundo o que estava fazendo se pôs de pé, desligou o chuveiro e foi com ela até o quarto, colocando ela na cama, encarava os seios que subiam e desciam pela respiração acelerada, passaria a noite toda ali sem cansar de saborear a boc*eta que tanto desejava. Abriu as pernas dela, as suas mãos apertavam as suas coxas, deixando marcas vermelhas, Nick gritou ao sentir a língua dele se mover em seu â*nus em um beijo grego que a fez gozar, seu polegar acariciava o clitoris enquanto a fod*ia com seu dedo médio e anelar. Nick arqueava as costas, de dona da situação passou para alguém totalmente entregue e rendida, não conseguia dar um comando sequer. Havia perdido a fala, tudo que conseguia fazer era gemer loucamente enquanto ele fo*dia sua boc*eta com os dedos, sem parar de estimular seu clitóris e acariciar seu â*nus com a língua. Quando ela gozou novamente Ares levou os dedos até a boca e os chupou, olhando diretamente nos olhos de Nick, o homem exalava luxúria e sedução, ele subiu e passou a mamar seus seios com força, revezando entre um e outro,o prazer mal poderia ser descrito.
— Por hoje é só.
Disse com a voz embargada tentando reaver o controle que havia perdido.
Ares sorriu e passou as pernas em volta dela prendendo seus braços, o seu mastro implorava pelo alívio.
— Não vai me deixar assim docinho.
— Eu disse que hoje chega.
Ela disse em dúvida, pois queria tanto quanto ele. Mas não iria facilitar. Olhou para aquele mastro erguido em sua majestade, como desejava senti-lo socando forte e fundo.
Ares nada disse, apenas começou a se masturbar, enquanto ainda sentia o gosto doce da sua tentação, Nick o olhava enquanto as mãos dele desciam e subiam, havia certo brilho nos seus olhos. Ares começou a gemer enquanto aumentava o ritmo, e olhando nos olhos dela, gozou entre os seios marcados por suas carícias, desceu e beijou os lábios dela e em seguida a levou de volta para o banheiro.
— Ares.
Ela o chamou. Ele a olhou.
— Eu falei sério. Vai resolver essa situação, trazer a mulher que o meu irmão ama, e o seu filho em segurança para casa.
— Eu vou docinho.
Nick terminou o banho e saiu enrolada na toalha. Deixando Ares submerso em seus pensamentos.
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Atualizado até capítulo 122
Comments
Dinalva Mendanha Diniz
Ele queria a irmã em troca da Nicole, pq não libertou ela
2024-07-10
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Dinalva Mendanha Diniz
Eu não, tenho é nojo desse monstro
2024-07-10
0
Allana Lopes
sério que estão gostando dele?
2024-05-01
0