Nick desceu as escadas, se deparou com Brian que acabava de entrar pelas portas.
— Brian!
Ela correu na direção do irmão e o abraçou.
— Nick, ela esta grávida!
— Eu sei, eu sei. Vai ficar tudo bem Brian.
— Não Nick. Você precisa saber tudo o que esta acontecendo.
Brian começou a contar, sobre o sumiço da Estella e dos tios, e tudo o que havia acontecido nos últimos tempos. Sentiu alívio ao poder compartilhar, contou sua história com Diana.
— Acha que esse Aaron levou tio Fred e Emma com Estella?
— Não sei. Talvez, já que ele queria manter ela em total obediência.
Ares desceu algum tempo depois, ele e Brian se encaravam como se fossem esganar um ao outro a qualquer momento.
— Aonde ele ficará?
— Por mim? Na Jaula do Zeus.
— Ares.
Ele revirou os olhos, e apenas olhou para governanta que já havia entendido o que deveria fazer.
— Não importa o quanto queiram matar um ao outro. Nesse momento só uma pessoa importa, Diana.
Nick disse, soou mais como uma ordem. Era quem ela era. Brian seguiu a governanta até um dos quartos e Nick voltou para o quarto, ficou na varanda tentando organizar tudo que havia ouvido, enquanto olhava imensidão do mar. Sentiu mãos grandes envolverem a sua cintura, deixando o seu corpo arrepiado.
— Docinho.
Ele disse enquanto a agarrava, puxando-a para seu corpo. Tudo que pensou foi no fato de que se a tivesse conhecido Nick antes, teria entendido o que Diana sentia, pois só de pensar em ter que deixa-la ir sentia o que nunca sentiu na vida: medo de perde-la. Ele se via incapaz de viver sem a mulher cujos olhos pareciam o mar de Creta, faria o que ela pedisse sem hesitar. Nunca achou que diria essas palavras mas estava apaixonado pela mulher cuja personalidade sempre colidia com a dele.
— Ares, vai me levar em casa. Preciso ver meus pais. Quer que eu fique? Não me trate como uma prisioneira.
— Mais alguma condição?
— Não quero ficar nessa ilha. Me sinto enclausurada. E eu quero voltar a atender.
Ares sorriu, girou ela, e em concordância com o que ela havia imposto a beijou, foi o suficiente para incendiar ambos.
— Ares...
Ela gemeu ao sentir seu corpo pressionado ao dela, não conseguia mais reprimir o desejo, passou as pernas em volta da cintura dele, Ares caminhou com ela em direção ao quarto, o vestido foi rasgado e seu corpo foi beijado, ele parou e rasgou a calcinha que usava e ficando entre as suas pernas, a sua língua se movia avidamente convidando o meu corpo a um colapso de prazer, a sua língua explorava sem pudor o meu clitóris, como quem havia esperado muito por aquilo e eu revirava os olhos pedindo mais e mais, e depois de atingir o ápice Ares subiu deixando uma trilha de beijos por meu corpo trêmulo.
— Não me mande parar docinho, vou enfiar meu ca*ralho em você até o talo, te fod*er com vigor, quero ver seus olhos revirarem de prazer.
— Faça. Faça como disse.
Ordenou. Foi a deixa, Ares se posicionou na entrada dela, e forçou entrada até que estivesse completamente enterrado dentro dela, Nick não protestou, fazia tabelinha e sabia todos os seus ciclos queria senti-lo por completo, Ares ficou parado alguns segundos e quanto sentia o calor e o aperto que o levariam a loucura.
Nick revirava os olhos e segurava com força os lençóis entorpecida pelo prazer que sentia, a brutalidade de cada estocada que fazia o seu corpo todo ter espasmos, junto aos sons de tapas que iam sendo desferidos nas laterais da sua coxa.
— Porr*a Docinho!
Ele rosnou enquanto entrava e saia de um jeito rude, enquanto segurava a cintura dela e socava com força todo o cace*te.
— Ares!
Ela gritava enquanto ele mordia e sugava os seios dela, e quando chegaram ao limite estavam exaustos.
Depois de tomarem um banho, Ares, deixou Nick descansar e desceu para o escritório, para organizar tudo o que ela havia pedido.
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Cinco meses depois
Heitor havia mantido Diana no quarto, mal podia transitar pela casa, e conforme a barriga crescia as afrontas que ouvia dele também cresciam, era um homem volátil, e a sua estratégia para sobreviver aos acessos de fúria e raiva dele era sempre estar a disposição do mesmo.
Médicos, exames e o que ela precisasse era feito naquele lugar. Ele fazia questão de dizer que não queria que ninguém visse que a mulher dele carregava um filho que não era dele.
Estava entrando no oitavo mês, e passava os seus dias naquele quarto conversando com o seu pequeno sol, que chutava ao ouvir a voz dela. Era o que mantinha a sua sanidade. Seu bebê estava crescendo bem e forte, embora ela tenha sofrido uma condição chamada hiperêmese gravídica, os enjoos e vômitos eram constantes, mesmo com a medicação. Estava sempre tonta, e passava horas sem conseguir comer.
Naquele dia arrastou seu corpo para fora da cama, Heitor ainda dormia ao seu lado, estava exausta da noite anterior. O homem tinha um apetite voraz, caminhou em direção ao banheiro e depois de fazer sua higiene, entrou debaixo da água. Passou a mão pela barriga com um sorriso bobo nos lábios.
Terminou seu banho, mas ao abrir o boxe, sua visão escureceu, e ao tentar se segurar no liso azulejo escorregou, sentiu o impacto da sua barriga batendo no chão antes de apagar.
Heitor acordou ao ouvir barulho, levantou as pressas encontrando Diana desacordada no chão, pegou ela no colo, e a colocou na cama enquanto se vestia rapidamente.
Diana acordava e ficava inconsciente, sua expressão era de dor. Heitor a vestiu e levou ela até o hospital, onde a levaram para uma avaliação.
Quando acordou Diana começou a reclamar de contrações agudas, e estava perdendo líquido. Para preservar a saúde de ambos os médicos optaram por uma cesariana de emergência. Heitor assinou os papéis e Diana foi levada para o centro cirúrgico.
Sozinha naquele bloco Diana estava apreensiva. Mal sabia ela que Heitor já estava lá fora articulando tudo.
Depois de ser anestesiada não demorou, ouviu o choro do seu filho, lágrimas molharam o seu rosto, o trouxeram para que ela pudesse vê-lo. Ele era lindo, os seus lábios eram vermelhinhos, os seus cabelos eram tão loiros que pareciam brancos. O levaram para fazer os procedimentos, enquanto terminavam de costura-la.
Tudo estava bem, em breve poderia ir para o quarto. Mal sabia o desespero que iria lhe sobrevir.
Foi levada para o quarto e viu o tempo passar. Heitor não estava ali, ela ainda não podia se levantar, e a cada vez que vinham trocar seu soro, ou lhe dar alguma medicação perguntava quando iriam trazer seu filho e não obtinha resposta. Apenas via os seguranças na porta, cada vez que era aberta.
Horas de agonia depois, Heitor entrou no quarto.
— Você esta bem?
Ele perguntou.
— Sim, Heitor ainda não trouxeram o meu filho.
— E nem vão.
Ele disse de forma fria e decisiva. Diana sentiu uma angústia terrivel, o coração dilacerado, lágrimas começavam a cair dos seus olhos.
— Heitor, me deixe ve-lo, me deixe segurar ele por favor.
— Tudo que precisa saber é que ele está bem, e que eu cumpri a minha parte do acordo. Ele já está a caminho da Grécia.
— Por que fez isso? Eu tinha o direito de ve-lo, Heitor por que fez isso?
Diana escondeu o rosto, queria gritar. Nem ao menos pôde, segurar o filho nos braços antes que fosse levado dela. Toda a alegria morreu dentro de si. Tudo que sentia era vazio, não havia consolo para sua dor.
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Atualizado até capítulo 122
Comments
Marcia Valeria
Bravo!!!
Agora está de coleirinha .KKKK
2025-03-22
0
Leidiane Silva
tadinha dela 😢😭
2024-12-19
0
Sandra Mota
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
2024-06-29
1