LIAM
Com a arma na mão, eu tenho a sensação de já ter pego em uma. Olho atentamente para ela, e como se fosse uma coisa que eu já tenho total conhecimento, a uso, atiro nas garrafas e acerto todas.
Ela me diz ser sorte de principalmente, mas não é, é uma coisa normal para mim, minha mente trabalha nisso, e eu me famializei com ela.
O celular dela toca, e ela sair. Continuo a atirar nos alvos que ela deixou ali para mim, mas, eu preciso saber se eu sei de mais coisas.
Olho atento para cada parte da arma, convencendo cada parte dela, e vejo botões, e resolvo mexer, mas com cuidado, para não atirar em mim.
vejo que ela trava e destrava com o botão da arma, e começo a desmontar ela. E como um quebra cabeça já conhecido, monto ela de volta, me atrapalhando as vezes, mas vejo onde se encaixa casa uma, e consigo com perfeição.
Fico feliz e orgulhoso comigo mesmo, sei que isso é uma das lembranças minha, e dessa forma, logo vou conseguir recuperar por completo tudo que dói perdido, e quero que aconteça logo, é muito ruim ficar assim na escuridão.
Ela trás o celular apontando para mim, e diz ser a minha irmã, pego o celular da mão dela e digo alô.
— Liam, como você está?
— estou bem.
— me fala o seu sobrenome. — eu não sei como é o meu sobrenome, eu só sei o meu nome porque a Duda me chama assim, digo a ela que não faço a menor ideia, e pergunto como é, já que ela é minha irmã, vai saber me falar.
E ela fica me fazendo várias perguntas, de onde eu sou, como ela se chama, o nome dos meus pais... Um questionário complet, mas não ainda, não tem nada na minha cabeça.
— não sei de nada que você está me perguntando, eu perdi a minha memória, não tem como eu responder a tudo isso, me pergunta sobre coisas de depois que acordei no hospital, antes é perca de tempo.
— ok, passa para a Eduarda de novo, qualquer dia eu vou aí para o Rio te ver, e vamos ver se você não se recordará de mim.
Passo o telefone para ela, e continuo olhando para a arma. Pois falei com uma desconhecida.
Ela me chama para irmos embora, ela com todo cuidado vai descendo a parte de barro, segurando nas árvores, e eu vou só acompanhando, até que eu escorrego e ela cai bem em cima de mim.
Ela fica rindo, e eu odeio quando riem de mim, me fecho completamente, tentando mostrar para ela, que não teve graça nenhuma.
Mas, pior que uma hiena ambulante, ela não para de rir, até o celular dela tocar, e ela me falar que vai atrás de um roubo.
Na casa do pai dela, faço de tudo para que ela não vá, uma coisa dentro de mim, diz que isso não vai dar certo, principalmente por que o sobrenome D'Lucca, não me estranho.
Peço com jeitinho, e acabo conseguindo que ela desista de ir. Então, ela da tchau para o pai dela, e vamos para sua casa.
Vamos para o andar de cima, e ela pergunta se eu quero um quarto só para mim, ou quero dividir o dela.
— posso dormir com você? Não é só casados que fazem isso?
— de novo esse papo de casado, não faremos nada, só vamos dormir homem.
Com sua resposta, prefiro dormir com ela, até porque não quero ficar sozinho.
Ela me dá uma toalha, e manda eu tomar banho, já que eu fiquei todo sujo com a queda do barranco.
Entro no chuveiro, e me lavo. Quando eu saio ela não está no quarto, somente uma roupa para que eu me vista.
Assim que eu termino e me deito na cama, ela aparece com os cabelos molhados, um um pijama curto.
Sua barriga do lado de fora, mostrando os pelinhos ralos que descem para um lugar perigoso. Fecho meus olhos, e me deito de lado, sobre o meu braço direito.
Ela se deita também, ficando de frente para mim.
Olho em seus olhos penetrantes, e me perco neles. Me aproximo mais dela, e dou um beijo de boa noite em seus lábios.
Mas, o que era para ser só um selinho, começa a se tornar mais intenso. Passo a mão sobre seu corpo, enquanto as mãos dela seguram firme em meus cabelos.
Ela sobe em cima de mim, se montando bem em cima do meu päu, que já está mostrando que ele também é vivo.
Ela se remexe toda em cima dele, e eu me levanto, ficando sentado, com essa mulher em meu colo.
Paramos o beijo só para respirarmos. Mas a tensão sexual está forte entre nós dois. Ele volta a me beijar com mais desejo, se esfregando mais e mais.
Meu päu parece que vai explodir, parece que todo meu sangue foi para nele. Ela se levanta do meu colo, ficamos em pé na cama.
Com o seu pé ela me faz deitar, e se ajoelhar entre as minhas pernas, ela retira o meu short com cueca e tudo.
Fico até envergonhado como ele fez para dizer oi a ela, ele pulou da cueca de uma forma tão grosseira, morrendo de desejo por ela.
E ela não perde tempo, com sua boca ela vai me chupando. Reviro meus olhos pelo prazer que ela está me dando. Sua boca quente e molhada, faz meu corpo todo vibrar.
Ela acelera os movimentos, sinto suas mãos nos meu saco, é uma mistura de prazer ardente que eu enlouqueço com isso.
Até que sinto a minha gözäda vindo, meu corpo todo se treme nessa sensação. E eu me libero. Olho para ela, que está limpando o canto da boca.
Ela não poderia ter sido mais incrível. Respiro ofegante, tentando controlar meu corpo.
— você foi... Maravilha Duda.
— nem foi para tanto, foi só uma chupadinha, não fique apaixonado rsrs.
Acho que eu já estou, já estou apaixonado por ela. Ela tem um jeito tão leve de fazer as coisas, um jeito lindo de ver tudo aonseu redor.
Não tem como não se apaixonar por ela, me levanto ficando sentado, e a puxo para se deitar na cama. Abro as duas pernas, olhando o paraíso que tem tem ali.
— eu não sei se eu sei fazer isso, mas eu posso tentar tudo bem?
Ela balança a cabeça confirmando.
— mas, cuidado, não morde, ela é sensível igual você.
— pode deixar, vou dar o meu melhor.
Falo isso já colocando o meu rosto entre suas pernas, abro mais elas, e a minha língua já começa a explorar cada canto dessa böcetä delícia... Hummm
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Elizabete dos Santos Barros Alves
Essa Duda é bem cretina, não disse a ele que é um mafioso, nem que é casado. Falou que não é mulher de caso e que não tinha nada com ele. Hum hum safadinha kkkk
2024-11-02
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Amanda
Eita que o fogo pegou, só que traição na máfia é morte e ele nem sabe que tá traindo
2024-10-26
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Elis Alves
Luna concordou dele ficar aí, mesmo sabendo que a tia, os pais deles e o sogro dele iriam protegê-lo, essa desculpa que ele iria ser presa fácil não existe. Talvez seja esse o motivo deles terem se separado e a conexão ter sido rompida, devido a perda de memória.
Eu acho que a Luna usou isso até pra separar o casal, pois ela não gostava da cunhada, posso estar viajando, mas é a única desculpa plausível pra isso.
2024-09-04
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