Liam
Ela me coloca no carro, e vai dirigindo de vagar até chegar em uma favela, onde ela chama de casa. Um monte residências encima da outra, coladas lado a lado, algumas com as portas abertas, e o morador sentado no degrau da entrada.
Assim que começamos a subir um morro sem fim, olho ao redor para ver se me recordo de alguma coisa, mas nada, não lembro de nada desse lugar.
— sei que você deve estar confuso, mas logo esse lugar será sua casa, você vai se familiarizar com os moradores, não se preocupe.
— não sei, acho tão estranho, não sei se vou me adaptar a isso aqui, eu só queria poder me lembrar ao menos quem eu sou.
— ah você vai, nem inventa de querer sair do morro, os caras que tentaram te matar ainda estão lá fora, então, vou ter que te preparar para nós entrarmos na guerra junto, e quando sua memória voltar, você vai se encontrar, e pode ir para onde você morava e tinha a sua vida.
Olho para ela sem entender essa de me preparar, ela não me olha, só dá um sorriso de lado, sem tirar os olhos da rua.
Chegamos num sobrado azul e branco, com o portão de ferro. Descendo do seu carro, e eu olho ao redor, e nem uma lembrancinha se quer me vem a mente.
Entramos na casa, e ela manda eu ficar a vontade que ela irá falar com o pai dela. Só concordo com a cabeça e me sento no sofá que tem ali.
Olho para todos os cantos, até que os porta retratos em cima da racke me chama atenção. Me levanto e vou olhar.
Pego um por um, e sorrio com as fotos dela, ela é linda desde pequena, mas a maioria das fotos ela está fazendo caretas e colocando sua língua para fora.
Percebo também que todas as fotos, tem apenas ela e um homem, que suspeito ser seu pai, mas não à fotos de sua mãe.
— eu sou linda né?
Me assusto um pouco pelo jeito que ela chegou, olho para trás e balanço a cabeça confirmando.
— onde está sua mãe?
— essa é uma boa pergunta, não sei em que buraco ela se enfiou.
Ergo a sobrancelha sem entender, e ela manda deixar isso para lá. Ela estende a mão, e me chama para falar com o pai dela, ele quer me conhecer.
A sigo, mas quando entramos em uma espécie de escritório, vejo um homem enorme, cheio de músculos e tatuagens.
Seu corpo parece mais um gibi do que um corpo humano.
Diogo Borges, 40 anos, pai da Eduarda.
— seja bem vindo a minha casa, minha filha contou o que aconteceu com você, e pelos atentados que você tem sofrido do Kaká, eu vou dar a permissão de você dar uma advertência nele. A Duda vai te explicar tudo que você pode e não pode fazer durante o ato.
— advertência?
— usamos isso para disciplinar os que sai do caminha certo do comando, vai poder dá uma surra de pau no Kaká hahaha.
Eu fico mais confuso ainda, mas ela diz que irá me explicar quando chegar na casa dela.
Ela da um beijo carinhoso no rosto do pai, e ele estende a mão para mim.
— seja bem vindo a família, meu genro.
Genro? Olho para ela, e ela pisca para mim. O que será que essa doida inventou para o pai dela?
Agradeço a ele, e saímos da casa dele, entramos no carro dela e eu já vou logo perguntando que história é essa de genro.
— meu pai jamais daria apoio a um desconhecido, então, disse que somos namorados, e que o Kaká queria te matar só por que você estava comigo.
É doida, estou falando. Quando eu penso que ela é uma pessoa normal, ela me entra com essa.
Chegamos em um sobrado vermelho. Ela aperta um botão, e o portão se abre. Ela guarda o carro e eu desço.
— está com fome? Eu não sei cozinhar, mas sei me virar bem.
— se você não for me matar intoxicado eu estou com fome sim.
Ela sorri, seu sorriso é tão lindo, tão sincero que eu até me perco nos seus lábios.
— vamos entrar.
Ela abre a porta e eu a sigo. Ela me leva até a cozinha e manda eu me sentar na banqueta.
Ela começa retira as coisa de dentro da geladeira e vai colocando tudo em cima do balcão, e enquanto ela vai cozinhando e mexendo nada coisas, eu vou reparando em tudo nela.
Não encontrou um defeito, seu corpo é completamente tudo sob medida. Os seios são médios, a bunda média empinada... Fico imaginando ela sem essa roupas queria ver a sua cintura, e outras coisas a mais.
Sou pego no flagrante olhando para ela.
— está gostando de me olhar Liam?
— o que? Eu não... Eu não estava te olhando.
— eu não sou cega, vi perfeitamente que seus olhos me acompanha por onde eu vou.
— está imaginando coisa, eu estava pensando em outras coisas, nada a ver com você.
Ela sorri lindamente para mim, mesmo sendo uma doida, seus traços são muito sensuais, uma beleza selvagem eu diria.
Ela vem até mim, se aproximando igual uma felina. Vou virando o meu corpo olhando para ela.
Ela fica bem na minha frente, e se debruça. Seu rosto está bem perto do meu, ela passa a ponta do nariz dela no meu, e eu não sei o que à comigo, meu corpo todo está elétrico, meu coração está muito acelerado, e minha respiração começa a querer falhar.
Me perco na imensidão do seu olho, e vem uma vaga lembrança na minha mente, como se eu já tivesse visto esse olhar antes.
Inclino o meu rosto, e aproximo meu rosto do dela, e assim que sinto seus lábios, meu corpo reage com mais violência. Me levanto na hora já segurando a sua nuca para ela não fugir do beijo.
Mas, nem ela quer largar, já que me aperta forte em seu corpo. Desço minha mão para sua bunda, e a faço subir no meu colo, e a sento na bancada.
Meu päu fica duro ao ficar no meio de suas penas, e se não estivéssemos de roupas, ele já estaria dentro dela, mesmo sem permissão.
Forço minha virilha contra a dela, e ela entrelaça suas pernas no meu quadril, para eu me aproximar mas ainda.
Enfio a minha mão no seu short, procurando pela sua böcetä, mas um som alto me faz afastar dela.
Ela olha para traz, e desce correndo para apagar o fogo.
Merda! O que eu penso que estou fazendo?
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Ioneide Martins
tá aí uma combinação perfeita 😂
2025-03-17
0
Joelma Portela
genro ??? essa Duda armou direitinho kkkkkkk
2025-02-18
1
Magna Figueiredo
Eita palhaçada da peste /Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Joyful/
2024-12-13
1