Liam
Ela sorri, e vai até a minha cama e se senta, eu vou ter que dormir do outro lado agora, odeio quando a pessoa faz isso, principalmente quando tem um sofá bem grande bem de frente para cama.
— vou ajudar, mas como eu disse, a cabeça dele é minha, o resto você pode levar, eu sonho com esse dia a anos, você não tem ideia.
— bom, já que estamos acertados, já pode ir embora, não preciso de você agora.
— ei, eu não sou lixo não para você usar e depois jogar fora não, se quer a minha ajuda, terá que pedir por favor, ou nada feito.
Ela só pode está brincando, não tenho que pedir por favor, já que isso beneficiará nós dois.
Vou até o frigobar e pego uma água, quando eu a olho, ela está em pé batendo os pés no chão, esperando a minha educação. E com toda sua ousadia, me fala que está esperando a minha resposta.
Não preciso dela totalmente, tenho outros meios de pegar ele. Bebo a minha água sem dá a resposta para ela.
— quando você aprender a falar as palavras mágicas, a gente volta a conversar, até lá o acordo não está fechado. Então, adeuzinho.
Dou de ombro para suas palavras, sorrindo e assobiando ela sai, sem nem olhar para trás. Vou até a sacada, e fico olhando para baixo, para ver o exato momento que ela vai embora.
E assim que a vejo partindo, me dá uma coisa estranha no peito, um sentimento de que falta algo aqui, ela é doida, e por parecer pior do eu, e por está aqui sozinho, sinto falta.
Entro e pego as papeladas para botar o meu plano em ação, como eu disse, vou fazer tudo sozinho, não preciso dela para isso, aliás, não preciso dela para nada.
Abro o notebook, e começo a pesquisa sobre a vida do traficante. Uma hora depois recebo uma notificação de amizades no Facebook.
Quando eu abro vejo que é ela. Meio sistemático, eu aceito sua amizade, mas, se ela me encher muito a paciência, eu irei bloquear sem remorso.
A mensagem chega assim que eu aceitoa solicitação.
--- já que vai ser o bonzão, o födão, e vai tentar fazer tudo sozinho, amanhã terá um baile na comunidade da maré, comemoração do dia das mães. O Kaká vai está lá na área vip como sempre. Vai começar as 8:00hs da manhã. Mas, vá preparado e com reforço, porque ali vai gente armada até o dente, e você é peixinho pequeno sem a minha ajuda.
Abusada. Penso antes de digitar para ela, pois eu quero a sua ajuda, mesmo não precisando. Ela conhece bem as coisas por aqui, e eu não conheço nada.
--- você também vai para lá? — ela demora um pouco a me responder, deve está fazendo isso de propósito, já que a mensagem foi lida.
--- eu vou...mas vou ficar longe de você, como você não precisa da minha ajuda, e nem do meu comando, então boa sorte para ti.
Eu não preciso mesmo, se ela acha que vou implorar por ajuda dela, vai cair do cavalo.
Guardo as coisas e vou dormir, amanhã será um longo dia. Mas, quando eu fecho os meus olhos meu celular toca, olho na tela e é a Laura me perguntando quando eu volto para casa.
Explico a situação para ela, e como das outras vezes, brigamos por eu não está em casa com ela, tento explicar o que o pai dela mandou eu fazer, e ela me responde com:
— deveria ter se casado com meu pai, e não comigo. Tchau. — e desliga na minha cara.
Nossa volta está sendo cada vez mais complicada, eu gosto muito da Laura, mas ela é mimada de mais, se uma coisa sai fora do que ela quer, ela fica brava. Isso é irritante, e eu estou me cansando disso tudo.
Adormeço no ódio. Antes do celular despertar, eu já estou em pé, arrumando as minhas coisas para ir para esse tal baile, vou pegar o Kaká de qualquer jeito hoje para voltar para casa.
Antes que a Laura decida ter um colapso e acabe morrendo por eu não está lá com ela mais uma noite.
Coloco todas as armas divididas entre o meu corpo, e saio do quarto.
Pego o táxi que está na porta do hotel, mando ele seguir para o morro da maré.
Ele para um pouco distante, eu peço para ele me levar até o baile, mas ele diz que não sobe o morro, se eu quiser ir teriei que contratar uma moto táxi.
Não posso subir lá de cara estampada, como a doida lá falou, eles já marcaram a minha cara, pago a ele e desço.
Nesse exato momento, aprece 3 carros de corrida, um preto, um laranja e um verde, com luz de neon embaixo.
Coisa de gente besta. O carro preto para bem do meu lado, e o vidro é abaixado. Me abaixo e vejo a doida ali.
— vai subir o morro assim? Não vai passar nem da portaria.
Ela fala rindo, e isso me irrita, já que ela está certa.
— entra aí, te deixo lá em cima, mas depois é cada um por si.
Entro no carro, e ela começa a dar risada por eu vim sozinho. Fico calado, pois a maioria das vezes eu sempre trabalho só, e sempre faço um bom serviço.
Chegamos nesse tal baile, a música alta é horrível, desvalorizando as mulheres. E o pior, elas gostam, pois uma hora dessa já estão lá dançando feliz da vida.
— quando você vai atacar?
— eu não marco horário, eu vejo a oportunidade e ataco. Pode descer do carro, encontre um lugar que você possa se esconder, e depois tente acertar ele com essa sua pistolinha, mas, olhe ao redor, e veja o que eles estão carregando nas bandoleiras, acha mesmo que sairá vivo com isso aí?
— e você trouxe o que?
Ela sorri para mim, e estica seu corpo para o banco de trás, e quando ela retira o pano preto, vejo várias metralhadoras, e uma caixa de granada, seu pescoço fica próximo do meu nariz e posso sentir o seu perfume doce.
— eu vou para uma guerra de verdade, não saio de casa para brincar de bandido.
Ela fala e me olha nos olhos, seus olhos são azuis claro, quase igual aos meus, e eu nunca pensei que umas pérolas dessa poderia me deixar preso na sua profundidade.
— Bora pro show, ou vai ficar me olha com cara de apaixonado?
Ela fala e sai do carro. Merda, fiquei parecendo um besta, e eu nem estou apaixonado. Droga.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Rosiane Rocha
ela não tem foto?
2024-12-05
0
Joelma Portela
kkkkkkkkkkkkk
2025-02-17
0
Wilma Lima dos Santos
Eita que mulher porreta
2024-11-07
1