Eduarda
Levo ele para o hotel que ele está hospedado, e por ver que ele é o tipo de pessoa que não diz obrigada ou por favor, caiu na minha pontuação.
Odeio pessoas que se acham superei, mesmo que tenham dinheiro, humildade não está no bolso, e sim no caráter.
Isso vale para educação também, não adianta nada estudar numa escola super cara, se não aprende a agradecer, ou pedir por favor, palavras educadas não mata ninguém, não tiram nenhum pedaço , e nem segundo da sua vida, e é totalmente de graça.
Pensei que ele era mais divertido, que teria mais senso de humor, mas parece um velho rabugento, que só reclama da vida, e do café frio. Sai fora.
Vou embora, gente chata assim não dá para aturar, meu avô que era desse jeito, como se as pessoas tivesse a obrigação de fazer as coisas para ele, só porque se achava o dono do pedaço.
Nem um obrigado por ter salvado a vida dele eu recebi. Ahhhhh que vá a merdä, não vou perder meu tempo com ele não.
Chego em casa irritada, não era nem para eu me importar com ele. Argggh, playboyzinho de merdä. Eu juro que vou acabar com ele, assim que tiver uma oportunidade.
Abro meu notebook, e começo a pesquisar sobre as torturas de Mafiosos como sempre faço, encontro um vídeo codificado, e eu levo meia hora para abrir.
Quando eu abro, vejo um homem torturando outro, como uma vingança, dou um play na sua foto e colo no campo de busca do Google.
Ele se chamava Brian Belmont. Bom, pela tortura dele o cara deveria ser bom. Então, pesquiso sobre esse sobrenome. E me aparece toda a família Belmont.
Mas um rostinho lindo me chama atenção, Liam Belmont, ele é o playboy que está aqui no morro. Mas, o que um Mafioso está fazendo aqui?
Fico mais empolgada com ele, agora vou poder aprender muitas coisas, claro, se eu conseguir chegar nele, já que o cara é um porre.
Vejo que ele tem Facebook, mas está privada, então mando solicitação de amizade, e ele aceita.
Mando uma mensagem para ele, talvez se eu tentar ser mais prestativa com ele, a gente se dê bem.
Desligo o computador, depois de mandar a última mensagem e ele não me responder.
Me deito para dormir, amanhã será um belo dia na quebrada da maré, vamos ver se ele vai para lá com a sua máfia.
Até sonho com isso, mas quando eu chego no local, ele está sozinho. Estou com o meu carro carregado de arma, eu não vou usar aqui, mas quero impressionar ele. Até onde eu li, é disso que os Mafiosos gostam.
Não sei se foi as armas, ou a nossa aproximação, mas ele ficou com cara de bobo, e eu não podia perder a piada, já que ele ficou com cara de apaixonadinho.
Sigo para o baile, deixando que ele se vire, vamos ver como é um Mafioso em ação, se ele quer a cabeça do Kaká, vou facilitar para que ele tenha, já que eu não posso matar, mas ele pode.
Entro no baile, como em dia de festa a quebrada é aberta para todos, ninguém poderia me impedir de subir, principalmente eu, a filha do chefão.
Sigo direto para a área vip, como eu disse, adoro provocar esse otários do Kaká.
Assim que ele me vê, ele se levanta, e como as coisas entre nós sempre foi minutos tensa, até a festa para.
— saia do meu morro, você não pode ficar aqui sua vadiä.
— melhor falar comigo direito Kaká, ainda quero a sua cabeça como enfeite principal na minha casa.
Ele se irrita, e aponta a arma na minha cabeça, mas ele sabe que eu nunca venho para cá sozinha. Eu só escuto o barulho das armas sendo engatilhadas.
Me aproximo dele lentamente, encostando a arma na minha testa.
— atira seu merdä, vamos ver se tem coragem.
— desgraçada, eu vou te matar.
— ah, quanta promessa.
Retiro a arma da minha testa, e torço o braço dele, e faço ele ficar de joelho, isso mesmo, de joelho diante da rainha do morro.
Ele se debate e grita, e os homens vem para nos separar. Eu solto dele rindo, oh cara mole, não sei como chegou até a chefia do morro.
— vai me pagar caro por isso Eduarda, pode apostar que vai.
— uuuuuiiii que meda dele, vou esperar por isso.
— chefe, pegamos o x9 da outra noite.
Um dos homens dele chega falando, ele sorrir para mim, e sai.
Olho ao redor, será que ele estava falando do Liam? Por falar nisso, cadê ele? Pensei que uma bala ia voar na cabeça do Kaká, mas não deu nem sinal de vida.
Olho para todos os lados do baile, e nada dele, aposto meu título de rainha que ele foi pego. De novo.
Desço rápido, chamo minha equipe e saímos do morro, preciso de um plano para resgatar ele, e sei para onde o Kaká leva as pessoas que ele quer da fim, ou leva para o barracão, ou leva para o morro do abate.
Divido a minha equipe em duas, e onde ele estiver, é para me dar um oi.
Vou para o barracão, e começamos a atirar em todos os nóias do Kaká, mas antes de chegamos no barracão, lá vem o Liam correndo.
Paro o carro próximo dele, ele entra e saimos em disparada. Mas somos seguidos.
Para um mafioso ele está muito lerdo, eu não deveria ter mudado de lugar, ele não tenta nem passar pelos carro, se fosse eu saia atropelando todos.
Mas, para não sermos atacados eu ajo sem pensar, puxo o freio de mão, para o carro dar a volta e irmos para trás, mas só o freio de mão não adianta se os pés não tiver em sincronia, e como não estão, o carro capota e cai na ribanceira.
Sinto o meu corpo dolorido, olho para ele que está com a cabeça sangrando. Não consigo abrir a porta, e vejo os caras descendo a ribanceira.
Saio pela janela, e com uma das armas que veio para no banco da frente, eu começo a meter bala.
Até a minha equipe aparecer atrás deles, e matar os que ficaram ali. Eu só tenho os melhores.
Vou até o lado do motorista, ele ainda está vivo, mesmo com um rasgo na lateral da cabeça.
Ligo para o médico da minha confiança, e ele manda o helicóptero para cá, e logo eles fazem o resgate.
— aguenta firme Liam, já estamos indo para o hospital, por Deus, não morra homem.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Marah Monteiro
que decepção em Liam, como tu vêm para guerra todo despreparado.
mas tenho certeza que tem dedo do sogro nisso, certeza que foi armação
2025-01-07
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Marah Monteiro
Liam é lesado igual o pai dele kkkk
2025-01-07
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Marah Monteiro
Brian Belmont o melhor de todos
2025-01-07
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