Eduarda
Não sei por quanto tempo mais eu vou conseguir segurar que a irmã do Liam fale com ele. Mas, eu penso que um mafioso sem memória é alvo fácil para os seus inimigos.
E ele com essa demência, fica burrinho, sem poder se defender, vai ser morto em dois tempos.
Sei como são a vida deles por tudo que eu pesquiso, sei que se um olhar feio para o outro, já vira inimigo mortal.
São piores que nós do morro, a gente ainda tem disciplinas, e conversas, e com eles não tem isso. Apesar, que faz tempo que eu não converso, simplesmente dou uma surra, ou mato logo.
Minha paciente tem diminuído muito no decorrer desses anos, mas, se para para pensar, ninguém aguenta ter um Kaká na vida, a vontade de matar é tão grande, que eu acabo descontando em todo mundo que vem pela frente.
Então, como vou mandar uma pessoa que não se lembra de nada para sua vida perigosa, como ele vai se defender diante disso?
Ele quase escuta a minha conversa com a Luna, estou pegando confiança nela, talvez para ela eu conte tudo que está acontecendo, ela parecer ser uma boa pessoa, e espero que ela entenda os meus motivos.
Aqui no morro ninguém vai subir para fazer mal a ele, aqui ele esta protegido, mas, lá em Londres e em outros países, normalmente não tem essa proteção, até um inimigo chegar na minha casa, já virou penetra lá em baixo.
Como não tem almoço em casa, por que ele me fez queimar, resolvo ir para a casa do meu pai. Eu já sou uma negação na cozinha, como o meu pai diz, eu só faço gororoba, ainda com distrações é aí que nao sai nada mesmo.
Assim que chegamos vejo a nojenta da Michele, ela é doida para ocupar o lugar da minha mãe. Mas tem um pequeno problema, além de ela ter a minha idade, ela roubou o meu primeiro namorado.
Não sei porque homens gostam mais de peitões, mesmo que os dela tem sido feito em uma clínica, ela é a dona silicone.
Trocamos farpas na mesa, como sempre fazemos quando ela vem aqui. Ela não é a fiel do meu pai, meu pai é um adolescente no corpo de um velho, ele cata as novinhas e depois a dispensa, não fica com nenhuma, e a Michele, é só mais uma da lista.
Percebo os olhares dela no Liam, e isso não está me agradando, mas ao olhar para ele percebo que ele não retribui o olhar dela, mas olha as vezes um pouco desconfortável.
Vejo pelo canto dos meus olhos ele se mexendo, e percebo seu olhar para de baixo da mesa, e quando eu retiro o pano, lá está a perna dela alisando ele.
Na mesma hora eu vôo para cima dela com o meu canivete, esse eu uso para situações especiais.
Assim que eu subo na mesa, a puxo pelos cabelo, e coloco o canivete em seu pescoço.
Meu pai se levanta e tenta separar.
— para com isso Eduarda.
— eu vou arrancar as duas pernas junto seu seu silicone, se eu ver mais uma vez seu pé nojento nas pernas do Liam.
— ahhhhh, me solta Duda, me soltaaaaa.
— não me chama de Duda sua carniça.
E da onde eu estou segurando o cabelo dela, eu só passo o canivete, fazendo a sua bucha que ela chama de cabelo, cortar um bom pedaço.
Ela começa a gritar ao ver o rabo de cavalo na minha mão, ainda balanço sorrindo para ela ver.
— Eduarda, o que você fez? — meu pai passa a mão nas costas dela. Meu pai é muito carinhoso com as mulheres, até mesmo as que aprontam, ele nunca bate nelas, ele sempre manda, mas não as toca.
— pai, ela estava passando a perna dela na perna do Liam, ela merece ter a cabeça raspada, já que isso condiz com traição, já que o Liam é o meu namorado.
Ela começa a chorar para derreter o coração do meu pai, mas, o meu pai apesar de ser um homem carinhoso, ele não é piedoso.
Meu pai olha para o Liam, que está feito uma estátua diante da guerra familiar, ele volta a olhar para a Michele, e diz com a maior calma do mundo.
— sabe que eu não gosto desse tipo de coisa não é? Eu não ligo de você da sua racha para quem você quiser dá, mas na minha casa, e com o namorado da minha filha? você deveria ao menos respeitar. Terá a cabeça raspada, e não quero mais você na minha casa.
— ela está mentindo amor, eu não fiz isso...
Olho para a cara de sínica dela, e digo para o meu pai, que eu mesmo posso fazer o serviço.
Ele chama um dos homens e manda levar ela para rasparem a cabeça dela. De novo vai ser a careca da comunidade.
Ela se desespera, pois eu não perdoou.
— você não, vou mandar um dos homens, me lembro que dá primeira vez que você foi cortar o cabelo dela, as orelhas dela quase foi cortada também.
— foi um descuido pai, quando eu fui cortar a lateral, a lâmina escapou da minha mão.
— dos dois lados?
Concordo com a cabeça, e ele só balança a cabeça negando e manda a gente comer.
Assim que terminamos, levo o Liam para o local que usamos para treinar tiros.
Eu preciso treinar ele o suficiente para poder se defender contra qualquer inimigo. Posso não ser uma boa professora de mafioso, mas vou passar para ele tudo que eu aprendi.
Assim que chegamos, eu tiro minhas armas da cintura, levanto as garrafas e latas para serem os alvos.
Dou uma arma para ele, e seguro a outra.
Dou o primeiro tiro, ensinando para ele como se faz.
Ela olha para a arma, fica um tempo ali analisando ela. Até que ele estende a mão, e da um tiro na garrafa.
— uau, sorte de principiante é o melhor.
— acho que não foi sorte, só veio na minha cabeça como fazer e eu simplesmente fiz.
Mando ele continuar, meu celular toca, e mais uma vez é a Luna, acho que para ela irei contar a verdade, espero que ela entenda os meus motivos de manter o Liam aqui, mas, se ela não aceitar, vou permitir que ele se vai, mesmo que isso me doa por dentro.
Mando ele continuar atirando que é o meu pai no celular, assim que eu convencer ela de tudo, conto para ele sobre a sua irmã.
— alô.
— cadê o senhor arrogância, como ele está hoje?
— Luna... Bem, precisamos conversar. Tem uma coisa que você precisa saber.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 95
Comments
Joelma Portela
👏👏👏👏👏👏👏👏👏
gostei
2025-02-18
1
Joelma Portela
se ela roubou o que era teu ,porque tu nao matou essa desgraçada?
2025-02-18
1
Magna Figueiredo
Acontece papi /Chuckle//Chuckle//Chuckle/
2024-12-13
1