Liam
Percebo o medo deles ao ver ela assim, cheia de marra, o passageiro chega ate apertar o acento do banco com as mãos, deixando os nós dos dedos branco.
— é melhor você parar com isso, o meu chefe vai acabar com a paciência que tem com você Duda, sabe como é o Kaká não sabe?
— não me chame de Duda seu idiota, você não é esquema meu para fazer isso, e eu tô me födendö para o que o seu dono pensa, acha que eu tenho medo dele? Vou te mostrar o tamanho do medo que ele me bota.
Sem falar mais nada, ela simplesmente dá um tiro na cabeça dele, e antes que o outro possa sacar a arma, já está com os miolos estourados também.
Ela é rápida, e boa de mira, seria uma bela Mafiosa. Ou será que ela é? Ela vem até a porta de trás e abre.
— se tiver esperando que eu pegue a donzela no colo e retire do carro, vai morrer aí, pois logo vai vim o tráfico dos mané e vão pregar você, e nem digo o que eles iram fazer.
Saio do carro as pressas, sem nem pensar mais em nada, e ela manda eu virar de costas, e logo corta as cordas que estão amarrando as minhas mãos.
Me viro rápido, e pego em seu pescoço com raiva de ela ter me feito de isca lá dentro, a pressiono no carro, sem dar chance de ela escapar, mas, ela me surpreende com suas palavras e seu olhar sem um pingo de medo.
— aperta mais forte bebê, assim com essas mãozinhas de fadas eu não sinto nada... Aiii.
Ela resmunga por eu apertar mais forte, ela fecha os olhos, e quando eu penso que ela vai desmaiar, ela abre os olhos e coloca suas duas mãos entre as minhas, fazendo eu sair do seu pescoço.
— só me toque assim quando estivemos na cama, caso contrário, arrume outra forma de me matar, pois enforcamento não é o meu forte.
Assim que se cala, uma jorrada de tiros começam em cima da gente, ela corre e eu vou atrás dela. Subimos em uma moto que está estacionada do outro lado da rua, e ela sai disparada igual uma doida cortando entre os carros.
Essa daria certa com a minha tia, a moto da tia Ana só falta voar, e parece que a dela também. Agarro forte em sua cintura, para não cair.
Ela começa a pegar vários becos, e as motos nós seguem, alguns caem no meio do caminho, outros seguem certinho.
Até que ela sobe um morro e de longe vejo as motos pararem, vários homens que estávamos na entrada desse morro, apontam armas para os motoqueiro.
Ela derrapa a moto e para, ela é tão ousada que grita para eles:
— sobem aí, se tiverem peito de ferro, é só subir. Seus otários.
Eles vão embora e ela fica rindo igual uma doida.
— já pode descer playboy, segue seu rumo, e se eu fosse você eu nem ia mais naquele bar, tua cara já foi marcada e se eles te pegarem lá de novo, eu não vou poder salvar a tua bunda branca de gringo não.
— eu tenho que voltar lá, estou em uma missão.
Ela coloca o pé da moto no chão e desce, e eu desço também olhando para ela. Ela me pergunta o que eu tenho contra o dono do morro do jacaré, mas eu não sei se ela é confiável para poder dizer o que eu estou fazendo aqui.
— bom, não é da sua conta, vou embora, aqui não tem nada que me agrade.
— saiba que o Kaká é meu inimigo número um, quero a cabeça dele em uma bandeja, vou jogar ouro nela e colocar na minha estante para afastar os pernilongos do meu quarto.
Me viro rápido, e ela está escorada na moto, ela é tão linda, tem uma beleza selvagem, não tem nada de delicadeza.
Peço para ela me levar até o hotel que eu estou hospedado, e ela manda eu subir na garupa.
Ela fala uma palavra meia estranhas, eu tenho que tentar entender o que ela quer dizer, formar uma nova palavra na mente, e fazer o que ela manda.
Ela dessa vez vai tranquila na avenida, até pararmos um um ponto que ela ver duas mulheres brigando.
Ela para a moto e só dá um grito, e as duas se separam, ela manda cada uma ir para um lado, que mesmo não estando no morro, a favela tem que se dar o respeito.
Ela resolve as coisa assim, na base do feito, como se fosse a autoridade aqui no rio de janeiro
— quem é você?
Ela vira sei rosto para me olhar, e sorrir. Simplesmente ela me joga uma:
— sou a filha do dono do morro da Rocinha, aqui, todos me obedecem, ou vão para o cantinho da disciplina.
Ela volta a ligar a moto, e logo chegamos no hotel. Ela me chama de playboy mais uma vez, e eu convido ela para entrar.
Ela é filha do dono do morro, e pelo que eu percebi, ela tem uma encrenca com o Kaká, e isso pode me ajudar muito na captura dele.
Ela estaciona a moto no canto da calçada, e sumbidmos para o meu quarto.
Ela é bem maloqueira, e suas roupas chamou a atenção de todos aqui, mas eu percebo que sou o único que estou incomodando com esses olhares, ela nem liga.
Esperando o elevador, eu pergunto para ela se os olhares não a incomodam, ela diz que não, que prefere chamar atenção do que passar por despercebida sem ninguém a notar.
Subimos para o meu quarto, ela passa os olhos em tudo, ela é bem curiosa.
— olha, o negócio é o seguinte, eu vim até aqui para pegar o Kaká e levar ele para a Itália, ele está roubando o... O meu chefe, e ele está muito bravo com ele.
Merdä, por que eu falei chefe e não sogro, antes que eu possa consertar, ela me pergunta:
— você trabalha para um Mafioso?
Como ela sabe? Sera que está envolvida nos roubos também?
— eu não trabalho com ele, se é isso que você está pensando, ele também me roubou e me atrapalhou em uma fita aí, então tenho a vida dele toda na minha gaveta, por isso eu sei que ele está roubando um mafioso da Itália.
Não direi a ela que sou Mafioso, se ela estiver mentindo vai querer junto com ele me sequestrar.
— sim, trabalho para ele, então, vai me ajudar a pegar o Kaká ou vai desistir?
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Magna Figueiredo
Essa Dayane é tão debochada na escrita /CoolGuy/ AMOOOOOOOOO /Joyful//Joyful//Joyful//Joyful/ melhor saga dessa Família Belmont /Heart//Heart//Heart//Heart//Heart//Heart/
2024-12-12
0
Lucia Helena
maravilhosa 😍
2024-12-27
0
Wilma Lima dos Santos
/Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Joyful//Joyful/versão Luna brasileira 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
2024-11-06
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