...🌶️🌶️ CENAS PICANTES 🌶️🌶️...
Dei graças a Deus que foi um escritório e não um quarto.
– Amanda precisamos conversar sobre a gente! – Bernardo fala na lata.
– Sobre a gente? O que tem a gente, Bernardo? – Pergunto, me fazendo de desentendida.
– Estou interessado em você e quero que você venha morar aqui comigo, já falei com seu irmão e ele disse que por ele tudo bem ficarmos juntos.
– Você ficou louco? Morar com você? Quem você pensa que sou? Não é meu irmão que decide por mim e muito menos você, seu idiota.
– Do que você me chamou? Te trago aqui com todo respeito do mundo dizendo que quero que você seja minha fiel e é assim que você se comporta? Quem você pensa que é?
Bernardo retira a arma das costas dele e por um momento imagino que ele iria apontar para mim, mas ele coloca ela sobre a sua mesa, me avaliando, baixa a cabeça, respira fundo e vem até mim que me encontro encostada na porta e paralisada. A raiva dele transbordava pelos poros, acho que fui longe demais, penso no que a Nayara me falou, preciso ganhar tempo.
– Já matei por muito menos do que isso que rolou aqui. – Ele fala se aproximando ainda mais. – Porém, acredito que eu tenha sido direto demais e isso pode ter te assustado. – Ele se aproxima tanto que imaginei que ele fosse me beijar. – Vou fazer o seguinte... Vamos com mais calma, pode ser?
Eu apenas afirmo com a cabeça, porque minha voz sumiu completamente. Ele inclina sua cabeça e levar seu nariz ao meu pescoço, inalando meu cheiro. Aquilo me causa arrepios e me pergunto o que vou fazer da minha vida a partir de agora. Sei que um "não" pode resultar em minha morte, mas um, "sim", seria como me matar também, porque estaria indo contra todos meus princípios.
Depois que ele inala meu cheiro, nossos olhos se encontram e ele baixa seu olhar até minha boca, estou estagnada ali, prensada entre ele e a porta, então simplesmente ele leva sua boca a minha e eu correspondo, temendo pela minha vida.
– Você tem um gosto viciante! Muito melhor do que imaginei. – Ele fala sorrindo.
Ele me olha com um sorrisinho nos lábios, porém eu permaneço séria, ele então vem até mim e segura minha mão me arrastando até o sofá.
– Então, Amanda, você pode pensar melhor em minha proposta?
– Sim, Bernardo, mas quero negociar!
– Por que será que não estou surpreso com isso? – Ele fala com um risinho no rosto.
– Eu aceito ser sua fiel, mas quero continuar morando na minha casa.
– Por que isso, Amanda? Aqui você teria bem mais conforto e seria tratada como rainha.
– Meus pais sempre me ensinaram, que eu só deveria morar com um homem depois que ele oficialmente me fizesse sua esposa.
– Mas eu vou anunciar a todos que você é minha fiel. Você não vai precisar se preocupar com isso.
– Não estou falando disso, Bernardo. Estou falando de casamento. E não vou deixar de trabalhar!
– Fiel minha não vai precisar trabalhar! – Ele fala determinado.
– Então sinto muito, mas eu não sou dessas que fica dependendo de homem.
– E quem disse que você tem escolha? Posso muito bem pegar o que quero e pronto.
– Sei disso, Bernardo, mas você sabe que pode ganhar bem mais se respeitar minhas vontades. E uma mulher querer ser independente não é ofensa alguma para um homem, muito pelo contrário, mostra que eu não estou te usando para conseguir o que quero.
– Mas algum tipo de exigência, princesa?
Eu apenas nego com a cabeça. Acho que me sair bem, se ele aceitar todas as minhas exigências. Depois disso, seria apenas aguardar até a data da nossa viagem.
– Uma vez na semana você dorme comigo! Você vai ter que me satisfazer, e nem venha com essa história que sua religião não permite, porque sei que você não segue nenhuma.
Fico vermelha, porque mesmo não seguindo nenhuma religião, eu ainda era virgem por opção. Agora vou ter que ser direta com ele, não existe outro jeito para dizer isso, vou ter que dormir com ele e ele vai descobrir.
– Eu ainda sou virgem! – Falo ficando vermelha feito um tomate.
– É o quer? Acho que não entendi direito.
– Você entendeu perfeitamente bem... Eu sou virgem!
– Você tem 24 anos, como você ainda é virgem?
– Não sabia que tinha uma idade certa de perder a virgindade, me perdoe por isso, senhor. Vou arrumar alguém que resolva esse problema. – Digo debochada.
– Uma bosta que outro vai tocar em você! Arranco as duas mãos dele antes disso e, meto uma bala no meio da testa. Vem aqui comigo!
Ele se levanta, pega a arma, e sai me arrastando por um corredor, até chegar a última portar e abrir. Então nos conduz para um quarto. Ele coloca a arma em cima da cômoda, retira os sapatos e a blusa. Tenho que confessar que ele é muito lindo.
– Vamos, tire a roupa!
– Por que vou tirar minha roupa?
– Vamos resolver seu problema!
– Eu não tenho problema nenhum, seu estúpido. Eu não vou transar com você simplesmente porque você acha que minha virgindade seja um problema.
Tento dar as costas a ele e sair, mas assim que coloco a mão na maçaneta ele me prensa na porta mais uma vez, agora estou de costas para ele. Consigo sentir o membro duro dele, na minha bunda.
– Eu vou ter você na minha cama por bem ou por mal, você decide. Se for por bem, pode ter certeza que serei carinho, por mal, não sei se terei muito poder sobre meu tesão.
Ele coloca as duas mãos espalmadas ao meu lado, então me viro para ficar de frente para ele, e nos olhamos. Ele simplesmente leva sua boca a minha e me beija de forma avassaladora, sei que vou precisar fazer isso para que meus planos deem certo, mas não imaginei que isso seria tão cedo assim. A mão dele vai para minha cintura, lentamente ele vai subindo sua mão até meus seios e aperta cada um deles, aquilo acende algo de forma involuntária no meu corpo, sinto uma necessidade entre minhas pernas e sem querer um pequeno gemido sai de minha boca, causando um risinho da parte dele. Sou virgem, mas não sou inocente. Estou de vestido, facilitando as investidas do Bernardo. Ele roça o membro dele, na minha entrada, posso sentir o quanto ele estar duro. Ele desce a mão dele pelo meu corpo e leva até minha intimidade, afasta um pouco a calcinha e brinca com os dedos ali. Meu corpo se encontra totalmente entregue a ele, mesmo que eu tentasse lutar contra aquelas sensações era impossível.
Ele me leva até sua cama, arrancando de vez a calcinha. Quando ele se posiciona entre minhas pernas, alguém bate desesperado na porta gritando que estão tentando invadir a comunidade.
– PQP, tinha que ser justo agora? Eu mato esses desgraçados. Princesa eu vou precisar ir agora. – Ele me dar um selinho. – Me desculpa por isso, mas o dever me chama. Puta merda como vou sair desse jeito. - Ele fala ajeitando seu membro dentro da bermuda. - Caralho!
Ele coloca a blusa e sai do quarto me deixando ali sozinha. Nem sabia que estava segurando a respiração até soltá-la lentamente. Salva pelo gongo no último minuto. Preciso sair daqui, mas tudo que se escuta ao longe são rajadas de tiro. Me levanto e saio do quarto, me dirigindo para a saída da casa. Conheço algumas formas de cortar caminho até minha casa, só espero não ser atingida por um tiro perdido.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Vanda Farias de Oliveira
elas precisam ir embora desse lugar urgentemente
2025-01-21
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joana Almeida lima
Misericórdia, que situação difícil!
2025-01-18
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Cleidilene Silva
É Amanda vc está encrenca da.
2025-01-13
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