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Davi narrando:

Acordei de manhã com uma grande dor de cabeça, graças à ressaca de ontem à noite. Assim que saí do restaurante, por volta das 22 horas, fui a um barzinho beber um pouco e comemorar. Afinal, tenho tido muitos lucros com o restaurante desde que o Wallace começou a trabalhar lá. A segurança que ele passa para os clientes é incrível. Depois que ele derrotou a gangue do Jones, liderada pelo Odilan, todos que visitam a cidade e passeiam pela comunidade vão tomar café, almoçar e jantar no meu restaurante.

Com o aumento do movimento, resolvi contratar mais funcionários. E, por esse motivo, precisei chegar um pouco mais cedo hoje.

Olhei para minha cama e vi as duas mulheres de ontem nuas nela. Lembrei da noite louca que tive e comecei a rir. Acordei as meninas e perguntei se queriam comer alguma coisa. Disse que precisava sair. Elas se levantaram, todas manhosas, passando a mão no meu abdômen e mordendo o canto dos lábios com um olhar bem malicioso.

Sorri para elas e disse:

— Agora não, meninas. Preciso ir trabalhar. Quem sabe um outro dia a gente marca alguma coisa.

Elas se levantaram, me beijaram, e eu saí. Tomei um banho demorado, tomei um analgésico e fui para o restaurante.

A funcionária esquisita

Chegando lá, vi uma das minhas funcionárias. Ela é muito esquisita: vive com um pano nos cabelos, usa roupas muito largas e todas compridas. Acho que minha avó ainda se veste melhor do que ela.

Me aproximei e dei bom dia. Ela me olhou, e vi que seu olhar estava triste. Parecia que chorou muito, pois seus olhos estavam muito inchados. Havia uma pequena bolsa encostada a ela. Ela se levantou e respondeu com a voz trêmula. Perguntei o que ela estava fazendo ali naquela hora, pois era muito cedo.

Ela apenas pediu desculpas e disse que estava ali porque não tinha para onde ir.

Eu estava de costas, abrindo a porta, e, ao ouvir isso, parei e olhei para ela. Perguntei:

— Como assim? Você tá querendo me dizer que passou a noite inteira aqui?

Ela pareceu ficar sem graça. Olhou para mim mais uma vez, baixou a vista e disse que passou a noite andando e veio só de manhã. Seu estômago fez um barulho, deixando-a constrangida. Notei que ela cobriu as mãos, mas não me importei muito.

Perguntei se ela estava com fome. Ela disse que sim. Mandei que entrasse e procurasse alguma coisa para comer. Ela foi apreensiva, e eu entrei no escritório.

O movimento no restaurante

Durante o dia, o movimento foi maravilhoso. Resolvi dar uma bonificação para cada um dos funcionários. Depois de falar com todos, foram embora. Eu voltei para o escritório. Precisava organizar umas papeladas, contratar um gerente, um subgerente e ainda fazer o fechamento do caixa.

Por volta das 22 horas, saí do escritório para ir embora. Assim que fechei tudo, percebi que a garota estava sentada na calçada, no cantinho escondido, na parte mais escura, com o rosto apoiado nos joelhos e toda encolhida.

Olhei para ela e passei direto, mas, assim que entrei no carro, lembrei que ela disse de manhã que não tinha para onde ir. Por isso, havia passado a noite na rua. Voltei e chamei-a.

Ela me olhou apreensiva, parecia um pouco nervosa. Perguntei:

— Você vai passar a noite aí?

Com os olhos cheios de lágrimas, ela me olhou e pediu desculpas. Foi levantando e pegando suas coisas. Assim que passou por mim, peguei seu braço.

— Ei, espera — falei.

Ela soltou um gemido alto. Eu soltei rápido e perguntei:

— Você está bem?

Ela apenas balançou a cabeça em afirmação, sem dizer nada. Peguei a bolsa dela e disse:

— Vem comigo.

Ela me seguiu calada o tempo todo. Abri a porta do carro e coloquei a bolsa no banco de trás. Ela entrou e sentou. Balancei a cabeça em negação que garota estranha.

— Acho que eu tô ficando maluco, porque tô me preocupando com uma funcionária — pensei.

Mas eu não podia deixá-la dormindo na porta do meu restaurante, arriscada a acontecer alguma coisa. Além do mais, ela era uma funcionária.

Cheguei em casa, abri a porta e a convidei a entrar. Levei-a para um dos quartos e mandei que ficasse à vontade, mostrando onde ficava o banheiro e os produtos de higiene. Fui para o meu quarto dormir.

A visita da Katrina

Meu telefone tocou. Era a Katrina querendo me fazer uma visita. Concordei. Assim que ela chegou, abri a porta e entramos para o meu quarto. Avisei para ela que hoje eu precisava de silêncio, porque não estávamos sozinhos. Tinha gente ali, e eu não queria alarmar nem mostrar o que acontecia na minha casa todas as noites.

Ela falou que tudo bem, passando a mão no meu peito, levando para o meu pescoço e lábios. Enfiou a mão em minha calça e começou a abrir, apertando meu membro e puxando de dentro da cueca.

Fiquei olhando para ela enquanto ela enfiava tudo em sua boca, em um boquete delicioso. Ela me chupava com gosto, e eu já estava indo à loucura. Comecei a movimentar os quadris, enfiando tudo em sua boca. Depois de alguns minutos, gozei na boca dela, fazendo-a engolir tudo.

Joguei-a na cama de quatro, coloquei a camisinha e enfiei meu pau em sua entrada. Comecei a me movimentar dentro dela, dando tapas em sua bunda enquanto ela rebolava gostoso.

— Isso, vadia! Vai! — falei. — Rebola mais gostoso!

Eu estava chegando ao êxtase quando, de repente, a porta do quarto se abriu, quebrando todo o clima. Saí de dentro da Katrina rápido e olhei para a porta, ainda completamente nu.

Vi a garota petrificada na porta. Parecia que estava paralisada. A Katrina olhou para ela com deboche e disse:

— O que foi? Você quer participar da festa também?

Ela saiu correndo, e a Katrina veio cheia de charme para cima de mim. Então, pedi para que ela fosse embora. Já tinha estragado todo o clima.

Ela saiu brava. Fui tomar um banho, vesti uma roupa e fui reclamar com aquela garota sem noção. Estava com muita raiva. Ela acabou com minha noite.

O confronto com a garota

Bati na porta do quarto com muita raiva e abri. Segurei seus braços com força e gritei:

— Por que você é tão mal-educada? Não sabe bater na porta ou chamar? O que você queria no meu quarto? Agora entendi porque é que você não tem para onde ir! Porque é muito mal-educada e mal-criada!

Ela baixou a vista e começou a chorar. Eu ainda estava furioso e gritei mais:

— Fala, porra! Que merda você queria, abrindo a porta do meu quarto desse jeito, a essa hora da noite? Que diabo você queria lá dentro?

Entre soluços, ela disse:

— Eu só queria perguntar se podia usar a pomada que tinha em cima da pia do banheiro.

Eu a empurrei, muito impaciente:

— E você precisava ir no meu quarto para isso?

Ela começou a pedir desculpas, chorando. Com muita raiva, dei um soco na parede. Vi que ela se encolheu, parecia estar assustada. Olhei para ela e vi medo nos seus olhos. Passei a mão nos meus cabelos e disse:

— Nunca mais entre no meu quarto sem minha permissão.

Ela balançou a cabeça. Fechei a porta e fui para o meu quarto.

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