9

Voltamos para o quarto e ficamos abraçados de conchinha. Eu acariciei seus cabelos carinhosamente e perguntei:

— Eu te machuquei muito amor?

Ela olhou para mim e disse que não.

— Então por que fugiu de mim? — indaguei.

Ela respondeu:

— Estava com medo da mãe reclamar comigo.

Como é inocente a minha amada esposa! Comecei a rir, peguei seu queixo, puxei-a para mim e beijei seus lábios, que eram mais doces que o mel. Ficamos ali por um tempo nos beijando. Passei minhas mãos por todo o seu corpo, e já estava com meu membro ereto, esfregando em sua intimidade sem controle nenhum.

Desci meus beijos pelo pescoço e parei em seus seios enrijecidos. Passei a língua devagar no biquinho e chupei gostoso. Laís começou a gemer baixinho. Levei a língua até sua orelha e mordi o nódulo, falando ofegante:

— Amor, quero você. Quero me enterrar todinho em você.

Ela mordeu meu queixo e disse:

— Sou toda sua. Por favor, Wallace, me faça sua mais uma vez.

Abracei-a forte e perguntei:

— Você tem certeza? Não está dolorida, amor?

Ela respondeu, também ofegante:

— Não, eu quero você dentro de mim.

Beijei seus lábios gostoso e a puxei para cima de mim, apertando sua bunda. Ela colocou a mão dentro do meu moletom e tirou meu membro para fora, que estava tão duro que chegava a doer. Ela abriu bem as pernas e encaixou meu membro em sua intimidade, começando a rebolar em cima. Caralho, como estava gostoso! Segurei sua bunda e comecei a estocar gostoso. Ela gemia, e eu abafava seus gemidos com meu beijo. Ficamos nessa posição por algum tempo.

Ela gozou, e mudamos de posição. Ela ficou de lado, e eu encaixei atrás dela, tendo visão total do meu membro entrando e saindo da sua bucetinha apertadinha. Vi seu corpo convulsionar, aumentei as estocadas, e ela gozou chamando meu nome. Eu gozei em seguida.

Caímos ofegantes na cama. Puxei-a para o meu peito, acariciando seu rosto lindo e beijando seus lábios. Minutos depois, levantei e a peguei no colo. Fomos para o banheiro tomar banho e retornamos para a cama, dormindo agarradinhos.

Na manhã seguinte, Laís queria ir trabalhar, mas eu não permiti. Ela tinha sofrido uma agressão terrível, estava machucada, e ninguém naquele maldito restaurante se moveu para fazer alguma coisa. Se eu não tivesse chegado, o pior teria acontecido, e ninguém fez nada. Só de pensar, já sobe uma raiva assassina dentro de mim.

Pedi para que ela descansasse e pedi à minha sogra que tomasse conta dela. Precisava resolver umas coisas. Eu tinha que fazer uma visitinha àquele desgraçado e acabar o que tinha começado.

Levei o café da manhã para ela na cama e disse:

— Amor, eu tenho que sair, mas logo volto. Também preciso arrumar um emprego.

Dei um beijo gostoso em seus lábios e saí. Fui direto ao maldito restaurante. Assim que cheguei, o proprietário veio me encontrar e disse:

— Eu sinto muito pelo que aconteceu ontem, mas todo mundo tem medo do Jones e da sua gangue. Como está a Laís?

Olhei para ele e respondi seco:

— Está bem machucada. Ela queria vir trabalhar hoje, mas eu não permiti.

Ele disse:

— Fez bem.

Então, ele me fez uma proposta:

— Você não quer trabalhar no restaurante como segurança?

Aceitei imediatamente. Eu estava mesmo precisando de um trabalho, pois, durante seis meses, Laís trabalhou duro e ainda ficava no hospital comigo. Já faz mais de um mês que despertei e ainda não havia ajudado ela em nada.

Perguntei o que havia acontecido com o desgraçado. Disseram que ele havia ido ao hospital. Fui direto para lá. Observei de perto por alguns minutos e percebi que não havia muita segurança. Então, entrei. Certifiquei-me de que ninguém me visse. O desgraçado estava dormindo.

Puxei uma cadeira e sentei perto dele, olhando seus hematomas e o nariz quebrado. Quando ele acordou e me viu, teve um susto terrível. Deu um grito, arregalou os olhos e começou a dizer:

— Eu sinto muito! Não sabia que ela era casada.

Interrompi na mesma hora:

— Independentemente de a mulher ser casada ou não, ela merece respeito. Você não acha?

— E tem uma coisa que eu não entendo: como alguém pode querer machucar uma pessoa tão dócil, amável e delicada como a Laís?

Eu vim aqui terminar o que comecei. Realmente, eu queria te matar, mas você é tão lamentável que vou deixar você viver com medo. Só te dou um aviso: da próxima vez que você chegar perto dela, você não vai sobreviver para contar a história. Fui bem claro?

Ele balançou a cabeça que sim. Me levantei dali e saí andando. Ao chegar na porta, ele falou com voz trêmula, parecendo estar com muito medo:

— Durante esses seis meses, eu fui pago para importunar a Laís.

Voltei para trás, furioso, e o encarei:

— Quem fez isso? Quero saber tudo, pois é a vida da minha esposa que está em perigo. Também quero saber o motivo.

Ele falou:

— Eu não sei. É uma mulher muito bonita. Ela vem me pagando e me dando muito prestígio por toda a cidade. A única coisa que eu sei é que ela se chama Bárbara.

Voltei para casa às pressas, pois estava com medo de que algo pudesse acontecer com a Laís, agora que descobri que tem alguém tentando machucá-la.

Cheguei em um ponto determinado da estrada que me pareceu muito familiar. Observei um carro totalmente destruído e queimado. Lembrei-me do sonho e do que a Laís falou. Aproximei-me: seria esse o carro onde eu estava? Pensei comigo mesmo.

Caminhei em direção ao carro e comecei a observar. Algumas lembranças, como borrões, começaram a surgir. Eu via quatro homens. Me parecia familiar o seu estilo de luta, como se eu já os conhecesse. Abri a porta do carro, e imagens vieram de uma grande chuva e uma moça chorando. Balancei a cabeça e olhei na direção oposta, começando a andar sem direção.

Fiquei alguns minutos ali parado, e aquilo tudo me parecia muito familiar. Havia uma grande pedra, e aquela pedra me chamou muita atenção. Fui até ela e comecei a empurrar. Assim que consegui rolar aquela grande pedra, vi uma pequena caverna. A sua entrada era pequena, a ponto daquela pedra cobrir.

Entrei ali dentro. Era muito escuro. Continuei andando e percebi que havia uma sacola. Lembranças vieram de mim mesmo colocando aquela sacola ali. Abri-a e estava cheia de armas.

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Comments

Maria Lúcia Santos

Maria Lúcia Santos

o parquinho pegou fogo ❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥

2025-03-16

1

Ágatha.Dickens

Ágatha.Dickens

está maravilhosa essa história parabéns minha rainha

2025-03-17

0

Maria Lúcia Santos

Maria Lúcia Santos

que fogo é esse Wallace

2025-03-17

1

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