Eu não acredito que cheguei tão tarde. Se tivesse demorado mais, não sei o que poderia ter acontecido. Pode ter certeza de que, se ele conseguisse levá-la, eu destruiria toda essa cidade, se fosse preciso, mas a encontraria. E torturaria o desgraçado até a morte. Fiquei furioso quando olhei no seu rosto e vi marcas. Os seus lábios estavam sangrando, e seus cabelos pareciam ter sido puxados. Cresceu um ódio tão grande dentro de mim que eu não consegui me controlar.
Virei para o desgraçado, peguei ele pelo pescoço e levantei. Olhei dentro dos olhos dele e falei com fúria: —Já que você é tão machão para bater em mulher, me diz qual foi a mão que bateu nela.— Ele nada falou. Dei uma risada de puro ódio. —Já que você perdeu a língua e não fala qual foi a mão, vou me certificar de que nunca mais você bata em minha esposa.— Em um movimento rápido, quebrei a mão e todos os seus dedos. Eu não queria que a Laís se assustasse. Joguei o lixo no chão e virei para Laís. Abracei-a forte e acariciei o seu rosto. Prometi a ela que nunca mais permitiria que ela se machucasse de novo. Ela encostou a cabeça no meu peito, como se tivesse encontrado um refúgio esse gesto acelerou meu coração.
Coloquei-a nos meus braços e fui para casa, mas a fúria ainda continuava dentro de mim. Isso não vai ficar assim. Pensei comigo mesmo
Chegando em casa, deixei-a na cama, alisei seus cabelos e pedi desculpas por chegar tarde demais. Ela disse que cheguei na hora certa, mas eu sei que não cheguei. Se tivesse chegado, ela não teria se machucado. Cobri-a e liguei o ventilador. Fui para a cozinha preparar alguma coisa para ela comer. Retornei ao quarto e sentei na cama. Depois que ela tomou um suco, beijei sua testa e fui para o banheiro. Estava com muita raiva e comecei a socar a parede com os meus punhos.
Eu não acredito que aquele desgraçado ousou tocar em alguém tão gentil e amável como a Laís.
A água caindo na minha cabeça tentava me acalmar, mas eu não conseguia. A minha vontade era sair por aquela porta e acabar com aquele desgraçado de uma vez por toda. A porta do banheiro se abriu, e eu fiquei surpreso quando vi a Laís entrar. Ela me abraçou forte e disse que estava tudo bem, que eu precisava me acalmar.
A sua roupa colada no corpo ficando transparente por causa da água. Os meus olhos passearam por todo o seu corpo, e logo meu amigo acordou. Ela pareceu não se importar, mesmo vendo como eu estava duro como pedra,
por estar completamente nu. Não tinha como disfarçar dessa vez. Acariciei seu rosto, e toda a fúria desapareceu. Levantei o seu queixo e sem pensar muito beijei intensamente os seus lábios. Ela correspondeu na mesma intensidade, sem nenhuma desaprovação.
Comecei a tirar a sua roupa apressado, com o coração querendo sair pela boca jogando tudo no chão. As minhas mãos apalpavam todo o seu corpo. Passei a mão em sua intimidade, que estava escorregadia. Mesmo com toda a água descendo em nossos corpos, dava para ver que ela estava muito excitada.
Beijei seus lábios e chupei sua língua, esfregando o meu membro em sua intimidade. Levei-a para o quarto, aproveitando que a minha adorável sogra não estava. Deitei-a na cama e deitei por cima, enchendo-a de beijos por todo o corpo. E quando eu ia penetrar, ela falou ofegante: —Espera.”—Parei e perguntei: —Você não quer?—Ela pareceu envergonhada ficando ainda mais fofa e disse que sim, mas que precisava me dizer que era virgem. Estava com medo porque soube que doía muito.
Sorri para ela e disse que, se ela não quisesse, estava tudo bem. Ela poderia não estar ainda preparada isso parecia um sonho. A Laís estava ali nua em minha frente e não era proibida era minha esposa e eu esperaria a vida inteira até ela está pronta para mim. Mas ela me abraçou, me beijou e deitou em seguida como um convite que eu podia continuar. Voltei a beijá-la com intensidade e abri bem as suas pernas me prendendo entre elas , massageando sua intimidade suavemente. Cai de boca naquela delícia e comecei a chupar lá até ela gozar gostoso, gemendo e chamando o meu nome.
Segurei o meu pau para não perder o controle e comecei a introduzir devagar, olhando para ela, que a todo momento mantinha os olhos fechados. Fui um pouco mais fundo e vi sangue escorrer pela sua intimidade. Parei e perguntei:
— Está doendo muito?
Ela disse que não. Voltei a penetrar até romper o hímen. Comecei a me movimentar dentro dela aos poucos, deitando por cima e beijando seus lábios. Ela abraçou meu pescoço, e eu aumentei as estocadas. Ela começou a gemer alto.
Desci meus beijos pelo pescoço e voltei a chupar sua língua. Senti quando ela gozou gostoso. Demorei um pouco para passar a sensibilidade e para que ela se acostumasse com o tamanho do meu pau em sua entrada. Voltei a me movimentar um pouco mais rápido. Em poucos minutos, ela já estava gemendo de prazer. Continuei me movimentando enquanto chupava sua língua.
Ela começou a se contorcer, e percebi que estava prestes a ter outro orgasmo. Aumentei meus movimentos para chegar lá também. Como era a primeira vez dela, não queria machucá-la. Gozamos juntos e caímos na cama, ofegantes e suados.
Ela tentou levantar, mas parecia desconfortável. Levantei e a peguei no colo, levando-a para o banheiro. Depois de tomarmos banho, a levei de volta para a cama. Vi que ela estava sem graça. Coloquei a mão em seu rosto e perguntei:
— Ei, amor, o que foi? Eu te machuquei muito?
Ela me olhou e disse que não, que não tinha sentido dor, mas que estava com medo das pessoas descobrirem. Puxei-a para o meu peito e perguntei por quê. Ela respondeu que ficaria mal falada. Sorri para ela e perguntei:
— Por quê, se somos casados?
Ela pareceu não lembrar desse detalhe e sorriu sem graça. Olhou para mim e disse:
— Mas a gente combinou de se divorciar...
Eu respondi:
— Só se você quiser, porque eu não tenho a menor vontade de me divorciar de você.
Ela disse que também não queria se divorciar de mim. Então, abracei-a e beijei seus lábios, dizendo:
— Amor, vamos construir a nossa vida juntos. Mesmo sem eu ter minha memória, eu sei que quero viver do seu lado para sempre.
Ela olhou para mim e perguntou:
— E se você lembrar e tiver alguém especial na sua vida?
Sorri para ela e respondi:
— Sim, eu tenho. Tenho você, amor.
Voltei a beijar seus lábios, chupando gostoso a sua língua. Ela retribuiu na mesma intensidade. Alguns minutos depois, ela levantou, me deu um beijo e saiu do quarto. Como ela demorou, vesti um moletom e fui ver o que ela estava fazendo. Não a encontrei. Bati na porta do quarto da mãe dela, onde ela dormia. Ela levantou e abriu a porta, dizendo:
— Oi, precisa de alguma coisa?
Sorri para ela e respondi:
— Tá brincando, não é?
Ela me olhou e não disse nada. Eu a puxei para um abraço e falei:
— Amor, não faz isso. Dorme comigo. Não finja que não aconteceu nada entre a gente.
Ela tapou minha boca e sussurrou:
— Tá doido? Quer que a mamãe descubra?
Sorri e respondi:
— Será que você tá preocupada com isso, princesa? É loucura querer dormir com minha esposa?
Beijei os lábios dela, e a Larissa sorriu. Então, a mãe dela apareceu e disse:
— Então, vocês estão juntos?
Respondi:
— Sim.
Ela nos abraçou e nos deu os parabéns.
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Atualizado até capítulo 75
Comments
Maria Lúcia Santos
eu estou fascinada nessa história e que hot maravilhoso foi esse hein cheio de sentimentos
2025-03-16
0
Ágatha.Dickens
vamos lá Wallace Della Mont
2025-03-17
0
Maria Lúcia Santos
tadinha da Laís que inocência
2025-03-16
0