Hoje já era sexta, o que resumia que era dia de baile eu até estava animada, porém com um pouco de medo, pois sei que a partir de hoje a minha vida muda completamente. Eu poderia sim dizer que não quero me afastar, sei de todos os riscos que vou correr a partir do momento em que eu serei apresentada pra toda a favela, eu serei a primeira dama do morro e espero ser a primeira e última.
Em tão pouco tempo em que estamos juntos, parecem que são anos de relacionamento, e eu fico feliz pra krlh em saber que sou a primeira mulher a sentir o amor dele , que mesmo eu sem querer eu consigo fazer ele ser o melhor pra mim e pra ele mesmo.
Já estava na hora do baile, aliás estávamos atrasados por minha causa, assim dizia o senhor Gabriel Victor, estava me apressando desde a hora que eu entrei no banho, e te falar, modéstia parte mais eu estava gostosa pra krlh, e mesmo eu arrasada, eu via e sentia Gabriel me admirando pelo espelho e ainda conseguia pegar um sorrisinho bobo em seus lábios. O que me deixava admirada já que seu sorriso era maravilhoso, dentes certinhos, bem alinhados e branquinho como algodão.
— Vamos transar então? — perguntou atrás de mim, cheirando meu pescoço , depositando ali um beijo, me fazendo arrepiar toda.
— vamos.— falei deixando um beijo em seus lábios e ajeitando sua camisa. — só acho, que deveria colocar uma camiseta aí em baixo.— falei revirando os olhos, escutando ele da uma risada baixa.
— nunca fiquei com ninguém desse morro e muito menos olhei pra elas, e não vai ser agora que estou contigo, que eu vou olhar. — falou conseguindo arrancar um sorriso bobo de meus lábios.
— vamos logo, a gente não estava atrasados?— falei pegando apenas o meu celular, indentidade e colocando no bolso do Gabriel.
Ele arruma as duas armas em sua cintura, e logo depois, pegou em minhas mãos e descemos as escadas indo em direção ao carro, ele abriu a porta do carro pra mim entrar, e logo depois abriu a porta traseira pro Dario, Segundos depois voltou ligando o carro e daí seguimos no carro, dois vapores atrás da gente fazendo a segurança até a quadra, onde rolava os bailes, duas ruas antes da quadra.
já se ouvia o barulho alto do funk de putaria tocando, logo chegamos, Gabriel fez o mesmo procedimento de minutos atrás, abriu a porta pro Dario e logo depois a minha, passou suas mãos em minha cintura, e caminhamos em direção ao camarote.
Todos ali olhava curiosos, admirados, até porque era a primeira vez que o chefe chegava acompanhado no baile. ou melhor, era a primeira mulher que era vista com ele, algumas meninas me olhava com olhar de puro ódio, pois muitas ali daria de tudo pra estar em meu lugar, e claro, ser a primeira dama do morro.
— está todo mundo olhando pra gente.— falei meia sem graça, morrendo de vergonha, enquanto ele estava sério como de costumes, sem ligar pra ninguém que estava ali presente.
Dario andava na nossa frente, como se fosse alguma celebridade, parecia até com o próprio dono de cara fechada, por um certo momento chegava ate me questionar se ali era o mesmo Dario, que ficava correndo com as criança do morro.
— fingi que ninguém está aqui, não devemos nada a ninguém mesmo. — falou em meu ouvido, com sua voz rouca e seria, fazendo todo os pelos do meu corpo se arrepiar.
Chegamos lá em cima no camarote, cumprimentei quem eu conhecia, e outras pessoas nem tanto. porém, Gabriel fazia questão de me apresentar como sua mulher.
— fala demônio, quem é a moça bonita? Tu nunca trás ninguém parceiro.— escutei um homem mais velhos e meio gordinho, com dentes de ouro cumprimentar, enquanto me comia com os olhos.
— minha mulher.— falou sério e frio, me colocando atrás dele, apertei levemente seu ombro na tentativa de deixar ele calmo.
O homem a nossa frente, me olhava sem desviar o olhar, seus olhos mostrava desejos. vi discretamente ele mordendo os lábios inferior, e tenho certeza que Gabriel viu, pois ele fechou os punhos e ia pra cima do cara, a sorte era que o cabeça viu e segurou ele.
— não faça isso, tu tlgd que isso vai dá mó treta depois.— escutei ele sussurrar pro Gabriel, e o mesmo me colocou na sua frente e saímos dali.
De longe, eu consegue sentir o cara de segundos atrás, me olhando com puro desejo, o que me deixava completamente desconfortável.
Aquela mulher ate simples, conseguia ser perfeita. bicha demorava pra se arrumar, mais eu fazia questão de ficar lá o tempo que precisasse, só pra admirar aquela mulher se arrumando.
Ela poderia ser minha, mais eu sempre irei ter ciúmes de alguém olhar essa mulher que está ao meu lado. já falei, e sempre vou repetir, ela merece muito mais que um traficante, que nunca vai poder dar uma vida decente que ela mereça. mais não, ela decidiu ficar comigo, mesmo sabendo de tudo isso.
— não vá fazer merda cara, tá maluco? O cara é da facção, e tu tlgd que se tu faz merda, a nossa cabeça vai rolar. — falou assim que nos afastamos do FDP, que esta olhando pra minha mulher.
— aqui agora tem otário, pra ver macho olhando pra própria mulher e não fazer nada, vai tomar no c*— falei chutando a p0rra da cadeira que estava a minha frente, sem me importar com nada.
— eu sei porra, mais seja cabeça, ele sabe que você não suporta a cara dele, e vai te tirar da porra do sério até consegui o que quer.— cabeça falou olhando sério em meus olhos.
Meu ódio era tanto, que eu não enxergava nada além dos sangue dele em minhas mãos, cada vez que eu fechava meus olhos, eu via ele todo ensanguentado jogado na minha frente, a vontade de matar ele ali agora, suava tão bem em minha mente. Até a morte dele, seria perfeita na minha cabeça, não passava nada mais nada menos do que a melhor forma te matar aquele filho da puta.
— calma amor, não vamos deixar ele estragar nossa noite. — escutei ela falando em meu ouvido, e logo depois depositar um beijo em meus lábios.
O toque dela de certa forma me acalmou, e por um momento eu esqueci do que tinha acontecido minutos atrás. era incrível, a forma com com que ela me acalmava, se eu estiver estressado é só ela chegar perto de mim, e colar seu corpo no meu, que todo o estresse ia embora. A chamo de conselheira do amor.
— vamos curtir nossa noite, nada vai atrapalhar o nosso dia. — ela falou enquanto beijava meu pescoço, me sentei na minha cadeira que estava ali, e puxei ela pro meu colo.
E como sempre eu estava na parte mais escura do camarote, eu odiava me enturmar, mais os que fechava comigo sempre sentava perto de mim, mesmo que muitas vezes eu não conversava, apenas falava coisas básicas.
— vou deixar passar, porque você está pedindo, e pra evitar mais guerra. mais, se aquele pau no c* encostar em você, eu juro que mato ele. — falei sério, sentindo minhas mãos tremerem de ódio, que eu estava daquele FDP. eu iria fazer questão de beber o sangue daquele pau no c*, e iria colocar de exemplo pra todo mundo ver, qual vai ser o final se mexer ou encostar o dedo em Hanna.
A música tocava alta, fazendo geral dançar e cantar ali, em um canto tinha as vagabund@ se jogando pra cima dos traficantes, de homens casados, em outro canto tinha gente praticamente se comendo ali na frente de todo mundo, playboy comprando maconha entre vários outros tipos de drogas.
— não faz assim, ou eu esqueço que estamos nessa porcaria de baile e te fodo todinha, aqui mesmo, sem me importa com ninguém. — falei puxando seus cabelos e sussurrando em seu ouvido.
Ela rebolava gostoso ao som do funk que tocava, ela ia na melodia certinha da música e aquilo já estava me deixando doido, doido pra f0der ela novamente, o fogo parecia que nunca acabava, só aumentava cada vez que eu a tocava, que eu a beijava.
De manhã acordar com ela praticamente nua em minha frente, era difícil, pois eu já acordava louco pra comer aquela b*ceta gostosa que ela tinha, hoje eu acordei de um jeito que eu tenho certeza que ela jamais iria esquecer. Acordei chupando ela como nunca, jamais chuparia, os gemido dela me deixava louco e só de lembrar mais cedo dela gemendo meu nome, implorando pra que eu a f0desse me deixava mais duro de que eu estava.
— mais, eu não estou fazendo nada meu amor. — falou rebolando bem devagarinho, em cima do meu membro coberto pela calça que eu estava. E por ela ser fina, de longe se via o volume que ali estava. O bom de está no fundo, era que ninguém via o que estava acontecendo ali, a não ser se chegasse muito perto de onde a gente estava sentado.
— pqp, você me deixa louco.— falei gemendo em seu ouvido, chupando seu pescoço enquanto eu metia um tapa na lateral da sua bunda. — quando chegar em casa, eu vou te mostrar como é bom provocar. — falei rouco, apertando seus seios e logo escutei ela dando suspiro, Passei a mão por sua coxa e em seguida por cima da calcinha, já que seu vestido facilitou muita coisa.
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Atualizado até capítulo 36
Comments
Zulma Oliveira
com certeza esse homem vai aprontar
2024-11-12
1
negão 🤠
já apareceu alguém pra atrapalhar a vida deles, já se vê que este homem vai aprontar com eles
2024-03-22
6
Eliene Rodrigues
este dois e 🔥🔥🔥🔥🔥 puro 😂😂😂😂😂
2024-03-12
3