Minha mãe tinha saído cedo, ela ultimamente anda cheia de mistério, cheia de sorrisinhos. eu já nem me importo, seja o que for que está lhe fazendo feliz, eu também fico por ela, nem preciso me preocupar.
Tantos anos cuidando de mim, ela merece ser feliz, é até meio estranho ela não ter achado ninguém até hoje, que queira construir uma família com ela, mais é como dizem : "tudo tem o seu tempo" , e com ela não é diferente.
Tava chegando na boca, eu sentia o olhar de todo mundo em mim, já imaginava o porque, porém não ia render, quando tu acha que ninguém tá vendo, daqui uns minutos todos estão sabendo, gente fofoqueira é de mais, misericórdia. Mais enquanto não tiver inventando desculpas com o meu nome, tá tudo tranquilo.
Cheguei na biqueira passei pelos vapores que estavam li de vigia, assim que entrei vi o quanto estava lotado aquela parte, cheia de gente fumando, uns estavam vendendo, outros cheirando, tinha mulheres semi nua se esfregando nos vapores, inclusive a neta da dona Creuza, aquela que está grávida, o bucho não impedia ela de se esfregar nos envolvidos, neguei com a cabeça e fui pra sala do meu moreno.
— Seu patrão tá ocupado?— perguntei pro vapor que estava ali.
— O chefe só está te esperando patroa, tá geral ai.— falou sério, sem nem me olhar no rosto.
Entrei na sala sem bater mesmo, já que estava me esperando, vi os meninos tudo ali e o chefão sentando em sua cadeira fumando seu cigarro de verdinha, seu olhar me despia, era como se eu me sentisse nua na frente dele.
Tarado
— Boa tarde. — cumprimentei geral e me sentei no lugar vago ao lado do moreno que tratou logo de deixar um beijo em minha cabeça.
— Boa tarde. — todos respondeu menos o dono da p0rra toda.
— Qual foi a dá ideia aí doutora? — Rick perguntou soltando a fumaça do cigarro.
Oh trenzinho fedorento socorrooo
— iai maninha dá a ideia ai. — Cabeça fala e eu respirei fundo sentindo os olhos deles em mim.
— O caso dele não é fácil, até porque ele foi pegue em fragrante com drogas. — falei me levantando,
odiava falar as coisas sentada, é uma mania horrível, porque tudo que eu tenho que falar, eu começo a andar. — e o que dificulta o caso, são as passagens que ele tem.......— contei pra eles que escutava tudo atentamente, hora ou outras que eles fazia as perguntas já que eles não entendia muita coisa.
— Vamo fazer assim então. — meu moreno começou a falar pela primeira vez desde que eu entrei na sala, essa frieza dele me dar arrepio, nem parece aquele cara que estava falando aquelas coisas pra mim ontem a noite. — tu faz o que tiver ao seu alcance, tlgd que você vai conseguir tirar o mano de lá, se a lei não soltar ele, agente mesmo da um jeito. — falou sério e frio me fazendo negar com a cabeça, e eu já sabia que daria merda.
— nmrl mesmo, se for preciso nós paga o dobro do teu salário. — Rick falou ajeitando o boné na cabeça.
— precisa disso não, daria o meu melhor, me pagando ou não, até porque faço isso por amor, na quinta feira que é dia de visita, eu vou lá novamente, depois vou olhar as papeladas pra poder marca a data da audiência e tudo mais, tentarei deixar ele solto o mais rápido possível. — falei e todos balançaram a cabeça.
Fiquei ajeitando as coisas com eles por um tempo, logo depois todo mundo foi fazer suas coisas, e só ficou eu e ele ali na sala, porque ele insistiu. disse que queria conversar comigo, nem falei nada apenas sentei e esperei geral ir embora.
— Qual foi? Conversou com a coroa lá? — perguntou vindo pro meu lado me fazendo sentar em seu colo.
— conversei sim, ela só falou pra mim tomar cuidado. — falei apoiando a minha cabeça em seu ombro.— ah! antes que eu me esqueça, posso te chamar pelo nome? não queria te chamar pelo vulgo horrível que muitos te chamam. — falei fazendo careta, escuto ele dar uma risada baixa, grossa e rouca.
— Entre Gabriel e Victor você que escolhe. — falou cheirando meu cabelo.
— Olha só que lindo esse nome, diferente desse vulgo feio que todos te chamam. — falei negando com a cabeça, deixei um beijo em suas bochechas.
— Só tu pode me chamar assim, quero geral sabendo meu nome não. — falou me fazendo sorrir .
Ali eu via a mulher que o cara lá de cima colocou na minha vida, a forma que ela falava me admirava, e não vou negar que me dava um tesão da p0rra, mulher decidida, marrenta e tudo misturado em uma pessoa só.
Te falar? Quero perder essa mulher não cara, nenhuma chega aos pés dela, não pela
aparência, mais sim pela personalidade, pelo esforço, pelo fechamento. tlgd que ainda existe mulheres que luta pelo seu, e que é fechamento, mais nenhuma é como a minha nega.
Tou parecendo viado? Tou mesmo, tenho vergonha de admitir isso não, é apenas a verdade, cara que não elogia a própria mulher é um p* no c*. só não reclama quando outro chegar e elogiar por você.
Acho mó caô quem age assim, se fosse homem de verdade não teria medo de elogiar a mulher. Mais nmrl? Enquanto eu tiver aqui o que ela mais vai ouvir de mim será elogios, porque mano essa mulher é maravilhosa, ela merece isso e muito mais, porém nem tudo eu sou capaz de conseguir, até porque eu sou o HOMEM SÓBRIO, HOMEM DAS CAVERNAS e várias outras coisas que já escutei os moradores falar.
Eu vivo na escuridão, vivo no escuro, o mundo lá fora pra mim não tem cor, pode estar o sol que for, mais pra mim aquilo não é o suficiente pra mim enxergar a beleza do mundo lá fora, a única que é capaz de fazer isso, hoje não está aqui. mais isso é o que me mata, o que me perturbar por anos e anos, chega ser cansativo, mais o peso da culpa estará sempre em minhas costas. Por esse motivo, tenho certeza que nem sempre vou conseguir agradar a mulher que está agora em minha frente, deitada em meu peito no sofá .
— Sabe? É até estranho eu aqui deitada em seu peito, como um verdadeiro casal, eu mal te via e vice versa. — falou ela depositando um beijo em meu peito.
— É um bagulho sinistro mesmo tlgd? Eu mesmo não acredito, mais se for da vontade do cara lá de cima, vai dá tudo certo. — falei enquanto passava a mão pelo seu corpo. — mais se depender de mim, tu nunca mais sai do meu lado, papo reto, quero te fazer feliz pow. — falei sendo sincero, sem medo nenhum.
Quando um cara ama, pode ter certeza que o sentimento é verdadeiro, mais geral aí quer esconder, e com isso maltratam as Minas, concordo com isso não tlgd? Até porque não ia gostar se fosse com a mãe ou irmã do cara, o trem é assim, não faça com a filhas dos outros o que você não quer que faça com a sua, seja filha, mãe, irmã, pra mim tem esse bagulho não, ou trata a mulher do jeito que ela merece ou não chega nem perto dela.
— Qual foi Hanna essa p0rra de marca no teu braço? — perguntei já püto, vendo a marca roxa no braço dela.
Ela levantou, sentou no sofá, fiz o mesmo olhando sério pra ela, esperando a mesma me responder.
— Quando eu fui resolver os negócios do seu amigo lá no presídio, o diretor começou a dar em cima de mim, porém tratei logo de corta né? O cara não gostou, vinha com ironia pra cima de mim e tals...— ela me contou os bagulho, porém já tava louco nmrl, Já tinha quebrado até o espelho que tinha ali de tanto ódio, se eu pego esse cara eu mato sem dó, nem piedade, vou atrás desse Filho da püta até no inferno.
— vou te falar uma coisa. — falei parando na frente dela. — mulher minha, não apanha de mim e muito menos de macho na rua, seja lá quem for o filho da püta, tu mete logo é um tiro na cabeça. — falei me levantando e saindo dali, ia dá um jeito nisso e é agora mesmo.
Tenho dó desse cara, me pegar com raiva vai sair é todo despedaçado das minhas mãos. terei o prazer de deixar os pedaços do corpo dele em frente a penitenciária. Vagabundo filho da püta, se acha o machão pra querer encostar a mão em mulher de vagabundo tá maluco.
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Atualizado até capítulo 36
Comments
Karla Barbosa Marinho
cara namoral autora que gostoso é esse kkk
2023-02-05
30
Janete Dos Santos
estou gostando muito da história
2025-02-21
0
Suellen Carolina
já falei que quero ele pra mim
2025-01-23
0