Após alguns minutos assim, em silêncio, me apoio em meus cotovelos e sorrio ao encará-lo.
— Muito obrigada por ter sido tão cuidadoso. Significou muito para mim.
— Jamais agiria de outra forma, Alice. Entendo o quanto é delicado e especial para você.
— Um verdadeiro cavalheiro.
Ele ergue meu queixo e me beija carinhosamente. Tomo a iniciativa e nos entregamos ao amor mais uma vez. Após alguns longos minutos, quando terminamos, ele me conduz até o banheiro e depois voltamos para a cama, onde adormecemos juntos.
Desperto com os raios de sol iluminando meus olhos, e sinto minha perna dormente. Sorrio ao vê-la entrelaçada às pernas de Gustavo. Percebo que não foi um sonho, pois ele realmente está ao meu lado, dormindo de forma serena. Agora, de fato, pertenço a ele por completo.
Observo-o, seus traços relaxados e sem pressa. Não sei por quanto tempo permaneci assim, admirando o homem dos meus sonhos dormindo. E então, sou flagrada por ele
— Está me espionando, mocinha? — Ele diz, ainda com os olhos fechados.
— Estava apenas admirando meu namorado.
—E gostou do que viu?
— Sem dúvida! — Respondo. — Ai! — Exclamo ao me sentar.
— Está doendo? Eu te avisei para não abusar, Amor. — Ele diz, me dando um beijo e me ajudando a deitar novamente. — Vou pedir o café para nós, fique deitada e descanse.
Gustavo se levanta e deixa o quarto, indo em direção à área das refeições. Após alguns minutos, me levanto e aproveito para ir ao banheiro. Encho a banheira de hidromassagem e relaxo por algum tempo, tentando amenizar as dores que me fazem sorrir como boba.
Ao notar a minha demora, ele aparece e se junta a mim. Mas logo a minha barriga reclama, e nos enxugamos para irmos à varanda tomar o nosso café da manhã.
Me sento e fico maravilhada com a vista, o sol embeleza ainda mais o oceano. Gustavo se acomoda do outro lado da mesa e continuo a admirar a paisagem, capturando a visão dele e do mar ao fundo.
Me sirvo e saboreio um pouco de cada comida que ele pediu. Aparentemente, acordei com uma fome fora do comum e começo a suspeitar se o sexo foi o culpado. Sorrio sem perceber e, mesmo sem entender, Gustavo retribui meu sorriso.
Após o café, Gustavo pergunta se quero descer e dar uma volta na praia, mas só o ver saindo do banheiro com a toalha enrolada na cintura já me faz desejar novamente.
Levanto-me da cama e o abraço, depositando um beijo em seus lábios. Ele me vira, me beija intensamente e sinto sua mão apertando minha cintura.
- Vamos, Alice. Antes que eu mude de ideia sobre sair com você.
Ele beija meus lábios e sinto a eletricidade dele percorrendo meu corpo. Com pressa, me arrumo, temendo que nossos desejos nos prendam na cama pelo resto do dia.
Assim que termino de me aprontar, o chamo para almoçar. Na mesma hora, meu estômago ronca, e ele sorri, segurando a porta para mim.
Descemos até o restaurante do hotel e a vista é tão magnífica quanto a da nossa suíte. Fazemos nossos pedidos e Gustavo me beija e me acaricia a todo momento, mais afetuoso do que nunca. Parece que o homem de gelo finalmente derreteu.
— Quem diria que, após a forma como nos conhecemos, estaríamos assim? — digo, sorrindo pela lembrança. — Em pensar que eu tive vontade de te jogar da janela do seu escritório algumas vezes.
— Ainda bem que você controlou a sua vontade, Srta. Fernandes. Ou hoje não estaria com esse sorriso bobo nos lábios.
— Essa é a melhor parte. — afirmo, dando-lhe um beijo apaixonado. — Se tivesse te jogado, certamente não estaria tão realizada como estou hoje. Por falar nisso... — digo, num tom malicioso, e aponto para os nossos pratos. — Podemos andar logo com isso? Eu estou faminta, mas agora é de você.
— Temos todo o tempo do mundo, meu amor.
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Atualizado até capítulo 63
Comments
Telma Regina Manze Manze
Só falta eles encontrarem o lixo do ex dela.
2023-09-08
7
Rose Carvalho
autora ele não usou camisinha
2023-09-01
1
Leandra alves da silva pacheco
é impressão minha ou eles só usaram preservativo na primeira vez.
2023-07-09
3