Após a garota oferecer a bebida, logo ele perguntou:
— Annyh, assim é seu nome?
Ouvir seu nome saindo suavemente da boca daquele rapaz fez com que ela se arrepiasse. Gaguejou um pouco, tentando se controlar.
— S-sim, e o seu?
Ela havia levado um cara para sua casa, deixou ele entrar sem nem saber seu nome, e agora estava realmente curiosa.
— Mil desculpas, não me apresentei... Prazer, eu me chamo Noah Sebastian.
Puta merda, aquele “prazer” soou como se ele estivesse falando de outra coisa. Ela soltou uma risadinha misturada com uma pitada de ousadia.
— Prazer... é só na cama, Sebastian.
Quando percebeu o que acabara de dizer, seu rosto imediatamente ficou vermelho. Ela não sabia onde enfiar a cara.
— Também acho.
Ali, Annyh Dupont ficou completamente sem graça, sem saber o que fazer. Não se deu conta de que Noah estava cada vez mais perto dela no sofá.
— Não me diga que agora está envergonhada. Você joga a bomba e deixa ela estourar sozinha.
O ambiente estava mais silencioso, a música baixando ao fundo, enquanto os dois estavam ali, sentados no sofá. Annyh sentia o calor crescente entre eles. Noah estava tão perto que o aroma do seu perfume a envolvia, um cheiro que misturava elegância e algo mais. Ela podia ouvir a respiração dele, tão próxima da sua, fazendo seu coração bater mais forte.
— Você sabia que desde o começo, não podia deixar você escapar, não é? — Noah murmurou com a voz rouca, suas palavras se misturando com o som da respiração ofegante dela.
Annyh engoliu em seco, sentindo uma onda de desejo tomar conta dela. O toque suave de suas mãos em sua coxa fazia com que ela perdesse a noção de tempo e espaço. Ela não queria mais pensar. Só queria sentir.
Com um sorriso misterioso, Noah inclinou-se para mais perto, seu rosto tão próximo ao dela que seus lábios quase se tocavam. Ela sentiu sua pele arrepiar, seu corpo respondendo ao desejo silencioso entre eles.
Ele a olhou nos olhos, como se estivesse buscando algo, e então, sem avisar, puxou seu rosto para o dele, selando os lábios de forma feroz e quente. O beijo foi como uma explosão, intensa, de um desejo reprimido que os consumia. As mãos de Noah foram subindo pelo corpo de Annyh, explorando a suavidade de sua pele sob o vestido. Ela não hesitou, retribuindo o beijo com a mesma intensidade, as línguas se encontrando de forma ávida.
O calor entre eles aumentava. Cada toque, cada respiração ofegante, fazia tudo ao redor desaparecer. Annyh sentia a mão de Noah se aproximando mais de sua cintura, puxando-a para mais perto, até que seus corpos estavam totalmente colados. Ela podia sentir a batida forte de seu coração contra o peito dele, em sintonia com o dela.
O beijo continuava, mais profundo, mais insaciável. Annyh não queria que aquilo acabasse. Ela sabia que esse momento, essa conexão, era algo que não poderia ser descrito, mas que já estava marcado em sua alma.
Noah quebrou o beijo por um momento, mas não se afastou. Seus lábios estavam apenas milímetros distantes dos dela. Seus olhos estavam fixos, como se ele estivesse decidindo algo.
— Não vou mentir, você me deixa completamente sem controle, Annyh. — Ele sussurrou, sua voz carregada de desejo.
Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, envolveu os braços ao redor dele, puxando-o de volta para ela, unindo seus lábios novamente, dessa vez de forma ainda mais intensa. O mundo lá fora desaparecia. Só existia ela e Noah naquele sofá, entregues àquilo que estava acontecendo, ao fogo que queimava dentro deles.
O beijo de Noah era quente e cheio de desejo, e a sensação de seus corpos tão próximos fazia o ar ao redor deles parecer mais espesso. Quando ele a beijou novamente, mais intensamente, com a mão firme em sua cintura, Annyh não conseguiu mais resistir. Sentia-se completamente consumida pela proximidade dele, pela forma como ele a fazia perder o controle.
De repente, Noah a puxou para o seu colo com uma força suave, mas implacável. Ela ficou surpresa com o movimento, mas ao mesmo tempo, o calor de seu corpo a envolveu como uma chama. O toque dele em sua pele, as mãos se ajustando à sua cintura, fazia com que ela sentisse cada centímetro de contato entre eles. O calor entre eles parecia mais forte agora, o desejo crescendo a cada segundo.
Ela se acomodou em seu colo, com as pernas ao redor dele, e seus olhares se cruzaram de forma intensa. Noah estava mais perto, seu corpo tão forte contra o dela, seus lábios a caçando novamente. O beijo era urgente, como se o tempo estivesse se acelerando e eles quisessem fazer cada segundo durar mais.
Sem mais palavras, Noah se levantou com ela no colo, seus braços fortes segurando-a com facilidade. Ela, sem saber se queria resistir ou se entregar, apenas se agarrou a ele. Ele a levou até o quarto dela, com passos firmes e rápidos, até que, com um movimento ágil, a jogou suavemente na cama.
O impacto foi suave, mas o desejo que queimava entre eles era intenso, quente. Noah se aproximou rapidamente, não dando espaço para que ela pudesse pensar. A tensão no ar era palpável. Ele se deitou ao seu lado, as mãos explorando sua pele, deixando que o desejo tomasse conta do ambiente. O olhar de Noah estava fixo nela, seu toque sendo firme e cuidadoso, como se quisesse ter certeza de que ela queria tanto quanto ele.
Annyh sentia o corpo inteiro queimando de desejo, cada movimento dele a fazendo mais e mais entregue a ele. Ele estava tão perto, a sensação de seu toque a deixando sem fôlego, e a química entre eles era tão forte que parecia impossível resistir.
Noah se aproximou ainda mais, seus olhos queimando de desejo enquanto ele olhava para ela com intensidade. Annyh sentia a respiração dele mais rápida, o calor crescendo entre os dois. Ela sabia onde aquilo estava indo, e, embora um pequeno medo tivesse surgido dentro de si, o desejo que queimava em seu corpo falava mais alto. O quarto estava envolto em uma luz suave, o ambiente perfeito para o que estava prestes a acontecer.
Com um movimento suave, ela deslizou as mãos para a parte de trás do vestido, começando a retirá-lo lentamente, seus olhos nunca deixando os dele. Cada gesto dela era intencional, como se estivesse provocando, mas também se entregando a ele de uma forma que ela nunca imaginou fazer com alguém.
Noah observava, um sorriso suave se formando em seus lábios enquanto ele via o esforço dela em controlar os próprios impulsos. Ele se aproximou mais, as mãos firmes nas laterais do corpo dela, e a puxou para mais perto, seu corpo contra o dela, ainda mais quente, mais próximo.
Com um gesto cuidadoso, Noah desfez o espaço entre eles, os lábios se encontrando novamente, com mais urgência, mais necessidade. A tensão entre eles era palpável, como se a espera tivesse acabado, como se tudo o que ambos quisessem agora fosse o contato, a conexão.
Annyh se entregou ao momento, os olhos fechados enquanto sentia as mãos de Noah explorando sua pele, um toque firme que a fazia arfar em desejo. Ela sentia o corpo dele contra o dela, quente e forte, e não podia mais negar o que sentia.
O que acontecia agora não precisava de palavras. Era claro para ambos que estavam no meio de algo inevitável. O quarto estava imerso em uma tensão elétrica, e tudo o que restava era sentir, viver o momento que não podia ser interrompido.
⌛
Annyh acordou lentamente, os raios de sol invadindo o quarto e iluminando as paredes de maneira suave. Seus olhos estavam pesados, mas o corpo ainda sentia o peso do que havia acontecido na noite anterior. Quando se mexeu na cama, percebeu que estava sozinha. O vazio ao seu redor parecia ecoar a ausência de Noah. Ele não estava mais ali.
Ainda atordoada, ela se levantou, sentindo a leveza do corpo, mas também a confusão mental. Olhou ao redor, como se tentasse reunir as peças do quebra-cabeça daquela noite. Lembrava de cada momento, cada toque, e, embora houvesse desejo, também restava a dúvida sobre o que ele representava. Mas o que ela sabia era que ele não estava ali para ficar. O que ela sentia, era complicado.
Com um suspiro, ela foi para o banheiro e tomou um banho quente. A água parecia limpar não apenas sua pele, mas também seus pensamentos. Quando saiu, envolta em uma toalha, sua mente ainda estava em um turbilhão. Mas a sensação de estar vivendo algo além de uma simples noite não a deixava. Como se o que tinha acontecido não fosse algo passageiro, mas algo que ainda estava para acontecer.
Após se vestir rapidamente, ela foi até a cozinha, seu estômago pedindo algo reconfortante. Mas o que encontrou a fez parar por um momento. No balcão, um café já estava preparado, o vapor ainda subindo da xícara como um convite silencioso. Ela se aproximou, sem saber o que esperar, até notar um pequeno pedaço de papel ao lado da xícara.
Com a mão um pouco trêmula, ela pegou o bilhete e leu as palavras escritas com uma caligrafia cuidadosa:
"A noite foi boa, mas talvez o melhor ainda esteja por vir. Eu sei que não sou bom com despedidas, então vou deixar isso para depois. O café está por minha conta, mas da próxima vez, o convite será seu. Até breve, Annyh. - Noah."
Ela sentiu um arrepio percorrer sua espinha, uma mistura de excitação e algo mais profundo. Não era um simples adeus, não parecia definitivo. Havia algo no tom das palavras, uma promessa implícita. Mas o que ele queria? Ela não sabia, e não estava certa de estar pronta para descobrir.
Ela deixou o bilhete de lado por um momento, pegou a xícara de café e olhou pela janela, ainda tentando compreender o que estava acontecendo. O que seria o próximo passo? Ela não sabia. Tudo o que sentia era um misto de curiosidade e receio.
O que viria a seguir entre ela e Noah? Ela não estava preparada para responder, mas sabia que, de algum modo, isso ainda não havia terminado. Algo estava prestes a acontecer. E ela não tinha ideia de como iria lidar com isso. Mas, no fundo, uma parte dela queria que fosse mais.
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Atualizado até capítulo 45
Comments
Gensiane Santos
concordo plenamente com você minha jovem, ela é inteligente mas nessa parte não foi não entrou no carro de desconhecido
2025-03-30
2
Danielle Pereira
garota 👧 louca nem conhecia o cara muito irresponsável não sei como não tem medo 😱 de ser estrupada 🙄🙄🙄
2025-03-22
1