O Casamento

Leonardo estava parado diante do grande espelho do quarto, imóvel, exceto pelo movimento sutil das mãos ajustando a gravata, como se aquele gesto repetitivo fosse suficiente para acalmar a confusão dentro dele. O terno extravagante escolhido por Sofia parecia exagerado demais, pesado demais, quase como se fosse uma armadura sufocante. Ele se encarava no espelho, mas parecia olhar para alguém que não reconhecia mais.

De pé, encostado na parede, Gustavo observava o amigo com uma expressão de preocupação. Já fazia dez minutos que Leonardo estava em silêncio, encarando o próprio reflexo. Gustavo cruzou os braços e resolveu quebrar o gelo.

— Você vai continuar se encarando ou vai nos contar o que está passando na sua cabeça?

Arlindo, que estava sentado em uma poltrona próxima, levantou o olhar para o filho. Ele mantinha a postura calma, mas o peso da preocupação era visível em seus olhos.

Leonardo soltou um suspiro, mas não respondeu. Gustavo trocou um olhar com Arlindo antes de se aproximar.

— Vamos lá, Leo. Esse silêncio é preocupante. É o dia do seu casamento, cara. Você devia estar animado, nervoso, sei lá... Mas não assim.

Arlindo inclinou-se na poltrona, apoiando os cotovelos nos joelhos.

— Gustavo está certo. Você parece... distante, filho.

Leonardo finalmente virou-se, olhando para os dois. Sua expressão era um misto de cansaço e resignação.

— Não é isso. Estou apenas... processando tudo.

— Processando? — Gustavo arqueou as sobrancelhas, descrente. — Você está parado aí, há dez minutos, como se estivesse pensando em fugir.

Leonardo soltou uma risada curta, sem humor.

— Não vou fugir, Gustavo.

— Isso é um alívio. — Respondeu Gustavo com sarcasmo. — Mas ainda não explica por que você parece estar indo para o seu próprio funeral em vez de para um altar.

Arlindo se levantou, caminhando lentamente até o filho. Ele colocou uma mão firme no ombro de Leonardo e o encarou.

— Leo, me responde com sinceridade. Esse casamento é o que você realmente quer?

Leonardo desviou o olhar, voltando-se para o espelho.

— É o que deve ser feito.

Arlindo franziu o cenho, claramente insatisfeito com a resposta.

— Não perguntei o que deve ser feito. Perguntei o que você quer.

Gustavo balançou a cabeça, aproximando-se.

— Leo, ninguém aqui está tentando sabotar o seu casamento. Só queremos saber se você realmente quer isso.

Leonardo virou-se novamente para os dois, cruzando os braços.

— Sofia e eu estamos juntos há três anos. Nossas famílias esperam isso. Tudo já está organizado.

Gustavo soltou um riso seco, balançando a cabeça.

— Você está falando como se fosse um negócio. Relacionamentos não são contratos, Leo. Eles são sobre amor, conexão... e isso é algo que você nem mencionou até agora.

Leonardo abriu a boca para responder, mas as palavras não vieram. Ele sabia que Gustavo tinha razão, mas admitir isso seria abrir uma porta que ele não estava pronto para atravessar.

Arlindo suspirou, cruzando os braços enquanto observava o filho.

— Leonardo, quando sua mãe e eu nos casamos, foi porque não conseguíamos imaginar nossas vidas sem o outro. Não foi por causa de convenções ou expectativas, mas porque era o que ambos queríamos.

Leonardo baixou o olhar, mexendo na gravata mais uma vez.

— Eu entendo o que vocês estão dizendo, mas... Não é tão simples.

— E por que não? — Perguntou Gustavo, inclinando-se levemente para frente. — Porque Sofia quer? Porque sua família quer? E você, Leo? Você quer?

Leonardo respirou fundo, evitando os olhares do pai e do amigo.

— Não é sobre o que eu quero. É sobre o que precisa ser feito.

Gustavo jogou as mãos para o alto, frustrado.

— Cara, você está se condenando a anos de infelicidade porque acha que é o "certo" a fazer? Isso é loucura!

Arlindo colocou uma mão no ombro de Gustavo, como se pedisse calma, mas sua expressão era igualmente preocupada.

— Leo, você está prestes a dar um passo que vai mudar sua vida inteira. Se há dúvidas agora, é melhor lidar com elas antes de cruzar o altar.

Leonardo olhou para o pai, sentindo o peso da conversa.

— Eu agradeço a preocupação de vocês, mas já tomei minha decisão.

Gustavo balançou a cabeça, frustrado.

— Decisão? Não parece que você tomou decisão nenhuma. Parece que está se deixando levar por uma correnteza, sem remar pra lugar nenhum.

Leonardo não respondeu. Em vez disso, voltou-se novamente para o espelho, ajustando a gravata pela quarta vez.

— É o que precisa ser feito.

Arlindo deu um passo para trás, cruzando os braços enquanto observava o filho.

— Se essa é sua escolha, filho, nós respeitamos. Mas lembre-se de que escolhas vêm com consequências, e você terá que lidar com elas.

Leonardo assentiu lentamente, mas não disse nada.

Gustavo suspirou, olhando para Arlindo antes de se dirigir à porta.

— Vou descer. Os convidados já devem estar chegando. Se precisar de mim, você sabe onde me encontrar.

Arlindo deu um leve aceno para Gustavo antes de se aproximar de Leonardo novamente.

— Eu estarei lá fora, esperando. Pense bem, Leonardo. Às vezes, a coisa certa a fazer não é a mais fácil.

Leonardo ficou em silêncio, ouvindo o som dos passos do pai e do amigo desaparecendo pelo corredor. Ele olhou novamente para o espelho, encarando seu próprio reflexo.

Por mais que quisesse afastar as dúvidas, elas estavam lá, tão nítidas quanto a imagem do homem que ele via à sua frente.

O silêncio preenchia o quarto como uma presença pesada. Leonardo continuava parado diante do espelho, encarando seu próprio reflexo. Já fazia algum tempo desde que seu pai e Gustavo haviam saído, deixando-o sozinho com seus pensamentos. Ele tentava organizar as emoções que o atormentavam, mas tudo o que sentia era um vazio crescente, uma dúvida que corroía seu coração.

Uma batida suave na porta quebrou o silêncio. Antes que pudesse responder, sua mãe, Maria, entrou no quarto.

— Posso? — Perguntou ela, com um sorriso compreensivo nos lábios.

Leonardo olhou para ela pelo espelho e assentiu lentamente.

— Claro, mãe.

Maria fechou a porta atrás de si e caminhou até ele com a graça que sempre a caracterizava. Vestia um vestido elegante, mas discreto, que refletia sua personalidade: refinada, mas humilde. Quando chegou perto, colocou a mão no ombro de Leonardo, observando-o através do espelho.

— Você está tão bonito, meu filho. Mas... esse olhar não é de alguém que está feliz.

Leonardo desviou o olhar, ajustando a gravata mais uma vez.

— Não é nada, mãe. Só... nervosismo.

Maria soltou um suspiro leve, mas seu sorriso permaneceu.

— Nervosismo é normal, Leo. Mas isso... isso parece outra coisa.

Leonardo permaneceu em silêncio, sem saber como responder. Maria então sentou-se na poltrona que Arlindo ocupara mais cedo e olhou para o filho com olhos ternos, mas atentos.

— Sabe, Leonardo... Eu nunca te contei como eu e seu pai nos conhecemos, não é? — Disse Maria, cruzando as mãos no colo.

Leonardo olhou para ela, um pouco surpreso pela mudança de assunto, mas balançou a cabeça.

— Acho que não.

Maria sorriu, como se estivesse relembrando algo precioso.

— Eu era bem jovem, trabalhava como secretária em uma pequena empresa. E seu pai, naquela época, era apenas um assistente administrativo. Não éramos ninguém, sabe? Mas ele tinha algo... um brilho no olhar, uma determinação que me fascinava.

Leonardo virou-se para a mãe, curioso.

— Foi amor à primeira vista?

Maria riu suavemente, balançando a cabeça.

— Não. Foi curiosidade à primeira vista. Ele era tão sério, tão focado, mas, ao mesmo tempo, tinha um jeito gentil que me atraía. Começamos a conversar, e, com o tempo, percebi que estava completamente apaixonada.

Ela fez uma pausa, olhando para o chão por um momento antes de continuar.

— Seu pai levou meses para me pedir em namoro. Ele dizia que não tinha nada a oferecer, que queria ser alguém antes de se comprometer comigo. Mas eu não me importava. O que eu queria era ele, exatamente como ele era.

Leonardo cruzou os braços, ouvindo atentamente.

Maria levantou os olhos para o filho, o sorriso em seus lábios se ampliando.

— Quando finalmente nos casamos, foi o dia mais especial das nossas vidas. Não tínhamos muito dinheiro, mas o que tínhamos era amor, Leo. E isso foi suficiente para fazer daquele dia o mais inesquecível.

Leonardo franziu o cenho, pensativo.

— Você nunca teve dúvidas, mãe? Nunca pensou que poderia não dar certo?

Maria balançou a cabeça.

— Nunca. Porque eu sabia que, independentemente das dificuldades, tínhamos um ao outro. E isso era tudo o que importava.

Ela levantou-se da poltrona e aproximou-se de Leonardo novamente, colocando as mãos em seus ombros.

— O amor, Leonardo, é a base de tudo. Não importa o quanto você tente racionalizar ou justificar um casamento. Se não há amor, tudo desmorona com o tempo.

Leonardo engoliu em seco, desviando o olhar da mãe.

— Mãe, nem tudo é tão simples. Há muitas expectativas... Sofia e eu estamos juntos há tanto tempo.

Maria apertou suavemente os ombros do filho.

— Expectativas não sustentam um casamento, Leo. Amor sim. E, meu filho, eu só quero que você tenha um casamento que te traga a mesma felicidade que o meu casamento trouxe para mim e para o seu pai.

Leonardo ficou em silêncio, sentindo o peso das palavras de Maria. Ele olhou novamente para o espelho, mas, desta vez, não conseguiu evitar o buraco de dúvida que crescia em seu coração.

— E se eu não souber o que é o certo a fazer? — Perguntou ele, com a voz baixa.

Maria sorriu suavemente, inclinando-se para beijar a testa do filho.

— Escute o seu coração, Leo. Ele sabe a resposta.

Maria deu um passo para trás, observando o filho por um momento antes de sair do quarto.

Quando ficou sozinho novamente, Leonardo sentiu o silêncio ao seu redor parecer ainda mais pesado. Ele voltou a olhar para o espelho, mas, desta vez, não viu um homem decidido. Viu alguém preso entre o que deveria ser e o que realmente queria.

O som de uma batida leve na porta quebrou o silêncio do quarto de Leonardo. Ele se virou lentamente, ainda imerso em seus pensamentos, quando uma funcionária entrou com um sorriso nervoso no rosto.

— Senhor Leonardo, desculpe interromper, mas a senhora Sofia pediu para chamá-lo. Ela já chegou, e todos os convidados estão na cerimônia. Estão começando a murmurar... sobre um possível atraso.

Leonardo piscou algumas vezes, confuso. Ele olhou para o relógio na parede e percebeu que o tempo havia passado muito mais rápido do que imaginava. O que pareceram minutos refletindo diante do espelho foram, na verdade, quase uma hora.

— Ela mandou você me chamar? — Perguntou Leonardo, tentando ganhar tempo.

A funcionária assentiu.

— Sim, senhor. Ela está preocupada.

Leonardo respirou fundo e olhou para o espelho uma última vez. Ele se ajeitou, ajustando a gravata e passando as mãos pelo terno extravagante que odiava.

— Tudo bem. Eu já vou descer.

A funcionária se retirou rapidamente, fechando a porta atrás de si. Leonardo ficou parado por um momento, encarando o quarto vazio ao seu redor. Suas mãos estavam frias, e seu coração parecia pesar mais do que nunca. Ainda assim, ele tomou uma decisão: sairia daquele quarto e seguiria o plano, mesmo com todas as dúvidas que o consumiam.

Leonardo desceu as escadas com passos lentos e calculados. Ele tentou forçar um sorriso ao ouvir as vozes e os murmúrios dos convidados que já estavam na cerimônia. Quando chegou ao jardim, a decoração luxuosa e exagerada o envolveu, tornando cada passo mais pesado.

Os flashes das câmeras começaram assim que ele apareceu, cegando-o momentaneamente. Paparazzis haviam sido convidados a pedido de Sofia, para garantir que o casamento estivesse em todas as manchetes no dia seguinte. Leonardo sempre quis uma cerimônia íntima, apenas para a família e os amigos mais próximos. Porém, como em tantas outras coisas, Sofia insistiu em transformar o evento em algo grandioso e extravagante.

Ele passou pelos convidados, cumprimentando alguns com acenos discretos, enquanto forçava um sorriso para esconder o desconforto. Muitos eram rostos desconhecidos para ele, pessoas que Sofia convidou apenas por sua posição social ou influência.

— Ele parece tão elegante. — Murmurou uma mulher de vestido longo e brilhante.

— Mas aquele sorriso... Não parece tão genuíno. — Respondeu um homem ao seu lado.

Leonardo ouviu os comentários, mas os ignorou, focando-se em chegar ao altar. Quando finalmente parou no local designado, olhou ao redor, vendo câmeras o cercando e os olhos de todos fixos nele. Ele engoliu em seco, ajustando a postura enquanto sua mente gritava perguntas que ele não conseguia responder.

O murmúrio dos convidados cessou assim que a música começou a tocar. Todos os olhares se voltaram para o final do corredor, onde Sofia surgiu ao lado de seu pai, Eduardo.

Leonardo arregalou os olhos levemente ao vê-la. O vestido que ela escolheu era muito mais exagerado do que ele poderia imaginar. Era completamente bordado com pedrarias e brilhava sob a luz do sol, como se cada detalhe fosse projetado para chamar a atenção. Além disso, uma coroa imponente adornava sua cabeça, tornando-a quase uma caricatura de uma rainha.

Sofia tinha um sorriso radiante nos lábios enquanto caminhava, segurando o braço de Eduardo. Ela acenava suavemente para os convidados, claramente confortável com toda a atenção que recebia.

Leonardo, no entanto, sentia como se estivesse preso em um filme do qual ele não queria participar. Ele tentou sorrir enquanto a observava se aproximar, mas a dúvida no fundo de sua mente crescia a cada passo dela.

Enquanto Sofia caminhava pelo corredor, Leonardo não conseguia desviar os olhos dela. Não porque estivesse encantado, mas porque sua mente estava cheia de perguntas sem respostas.

— É isso que eu quero? — Pensava ele. — É essa a mulher com quem vou passar o resto da minha vida?

Ele se lembrou das palavras de seu pai e de Gustavo mais cedo, e, ainda mais, da história que sua mãe contou. O casamento de Arlindo e Maria era baseado em amor e cumplicidade, algo que ele sabia que não sentia por Sofia há muito tempo.

Mas, ao mesmo tempo, o peso das expectativas o prendia no lugar. Os olhares dos convidados, o sorriso de Sofia, a presença de Eduardo ao lado dela — tudo parecia empurrá-lo para uma decisão que ele já não sabia se era capaz de tomar.

Quando Sofia finalmente chegou ao altar, ela sorriu para Leonardo, apertando suas mãos com entusiasmo.

— Você está lindo. — Disse ela, baixinho, enquanto Eduardo entregava sua mão para Leonardo.

Leonardo tentou responder, mas sua voz falhou. Ele apenas assentiu, mantendo o sorriso forçado enquanto os convidados aplaudiam.

Por dentro, seu coração estava em conflito. Mesmo parado naquele altar, ao lado de Sofia, ele ainda não sabia se conseguia seguir em frente com aquilo.

O som suave da música clássica preenchia o ambiente enquanto a cerimônia de casamento seguia seu curso. O padre estava posicionado no centro do altar, sua voz ecoando pelas paredes do jardim decorado com flores impecáveis e luzes cintilantes. Tudo parecia um sonho para os convidados, mas, para Leonardo, cada palavra soava distante, abafada, como se ele estivesse em outro mundo.

Sofia estava ao seu lado, com os olhos brilhando de emoção. Ela segurava as mãos dele com firmeza, e lágrimas escorriam suavemente por suas bochechas. Para todos que assistiam, era a cena perfeita de um amor verdadeiro, mas, no fundo, Leonardo sabia que algo não estava certo.

Enquanto o padre falava sobre o compromisso eterno, Leonardo analisava os traços de Sofia. Seu sorriso, suas lágrimas... tudo parecia genuíno. E, por um momento, ele se pegou questionando se estava errado sobre ela.

— Talvez ela realmente me ame... — Pensou.

Sofia, por outro lado, sabia exatamente o papel que estava desempenhando. As lágrimas eram reais, mas não de felicidade. Eram de frustração por estar presa a um casamento que não desejava. Ela fazia isso por seus pais, por sua família, mas, acima de tudo, para manter a fachada que sua posição social exigia.

Amélia, sua mãe, e Eduardo, seu pai, observavam tudo com sorrisos largos, satisfeitos. O casamento era a garantia de que a família Arezzo estaria conectada à deles, e o futuro financeiro estava assegurado. Eles haviam ensaiado cada passo, cada palavra de Sofia, garantindo que tudo saísse perfeito.

Quando chegou a hora das alianças, um assistente trouxe uma pequena caixa de veludo preto em uma bandeja de prata. Leonardo olhou para Sofia quando ela abriu a caixa, e seu coração deu um leve salto. A aliança escolhida por ela era absurdamente extravagante: ouro branco com um grande diamante incrustado, cercado por detalhes em platina. Era uma peça que gritava opulência.

Leonardo pensou em dizer algo, mas olhou ao redor. Paparazzis tiravam fotos incessantemente, e os olhos de todos os convidados estavam fixos nele. Ele sabia que contestar naquele momento seria um desastre.

Sofia segurou a aliança com delicadeza e sorriu para ele.

— Você aceita esta aliança como símbolo do nosso amor eterno? — Perguntou o padre.

Leonardo hesitou por uma fração de segundo, mas, então, colocou a aliança no dedo de Sofia, enquanto a plateia aplaudia calorosamente. Ela, por sua vez, pegou a aliança de Leonardo — muito mais simples, mas ainda luxuosa — e repetiu o gesto.

— Com isso, os declaro marido e mulher. — Anunciou o padre, com um sorriso.

Sofia virou-se para Leonardo com os olhos brilhando e o beijou. Os flashes das câmeras iluminaram o momento, transformando-o na manchete perfeita para o dia seguinte.

A cerimônia havia acabado, e os convidados estavam sendo conduzidos ao salão principal para a festa de casamento. Leonardo seguia Sofia, que não escondia sua animação.

— Você viu os fotógrafos? — Disse ela, com entusiasmo. — Amanhã estaremos em todas as manchetes!

Leonardo apenas assentiu, sentindo-se esgotado. Enquanto Sofia conversava com os convidados e posava para fotos, ele se afastou por um momento, procurando uma pausa na agitação.

Ele olhou para o anel em seu dedo e pensou em como sua vida havia mudado drasticamente. Mas, em algum lugar dentro dele, uma inquietação persistia. Era como se algo estivesse fora do lugar, algo que ele não conseguia identificar.

Leonardo não fazia ideia de que, naquele exato momento, seu filho havia acabado de nascer, trazendo consigo uma nova dimensão de responsabilidade e emoção para sua vida — uma dimensão que ele ainda desconhecia completamente.

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Comments

Marcia Cavalcanti

Marcia Cavalcanti

nossa pra mim ele é um fraco não tem opinião forte casou sem que é fica falando que é por que todos esperam e a família dela que espera os pais dele deram vários conselhos falado pra ele desistir nem parece um homem de negócio forte que falou no começo

2025-01-10

20

Marcia Bueno

Marcia Bueno

Mas que coisa mais chata ( é o que precisa ser feito) toda hora isso, já ficou muito chato toda hora essa repetição, e com outros personagens também, tudo muito repetitivo.
Autora a história é até boa, mas repete muito a mesma coisa, é preciso decisão um pouco mais rápida. Apesar que já está finalizada, mas serve para outras histórias, não ficar repetindo muito as coisas, pq hoje em dia somos todos ansiosos. É só uma dica.

2025-01-16

0

Nezilda Santo

Nezilda Santo

que cara mole frouxo, não tem atitude, ele vai si ferrar quando vê a Clara e saber do seu filho e quando descobrir que a mulher dele gosta de mulher que humilhação, vai ser pouco pra ele, autora essa história está devagar quase parando muito melodramática está na hora da ação mudar o rumo desse enredo.

2025-01-19

0

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Capítulos
1 Boate
2 Descobertas
3 Noivado Forçado, Segredos
4 Leonardo Arezzo?
5 Jantar de noivado
6 Dúvidas
7 A confirmação
8 Pensamentos
9 Enfrentando
10 Bônus: Sofia
11 Uma noite de contrastes
12 Revelação
13 Possessividade
14 Reconforto
15 O parto
16 O Casamento
17 coincidências
18 O pequeno Roberto
19 O Vôo
20 Um casamento não tão perfeito
21 Uma notícia triste
22 Trabalho e Família
23 Um dia agitado
24 Encontrando refúgio
25 A Entrevista
26 Família
27 Um pequeno tagarela
28 As ruínas de Sofia
29 Uma manhã no parque aquático
30 Na casa de Henrique
31 A barganha
32 Leilão
33 O Encontro
34 A verdade diante de seus olhos
35 Uma pessoa indispensável
36 Atração, Segredos, Verdades vindo a tona
37 A pergunta inesperada
38 DNA
39 Preocupações e Segredos
40 A verdade
41 O peso da verdade
42 Um dia longe de tudo
43 Tudo prestes a ser revelado
44 Primeiro contato
45 Consequências
46 Inocência de criança
47 Mudança
48 A notícia viraliza
49 A véspera da ansiedade
50 Coletiva de imprensa
51 Constrangimentos
52 Tudo se encaixando
53 Admito. Estou apaixonada.
54 Uma noite de amor
55 Ruptura
56 Balançada
57 Duas grávidas?
58 Uma decisão, uma reação
59 Novo ciclo
60 Rotina de uma grávida
61 Uma grávida sendo mimada.
62 Casamento surpresa
63 O nascimento de Beatriz
64 Aniversário de Roberto Júnior, um momento especial em família
65 Um pequeno Bônus: Sofia
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Atualizado até capítulo 65

1
Boate
2
Descobertas
3
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Leonardo Arezzo?
5
Jantar de noivado
6
Dúvidas
7
A confirmação
8
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