Revelação

Os últimos preparativos para o chá-revelação estavam a todo vapor na casa dos Cunha. Clara, Cíntia e Cleonice passavam a manhã organizando cada detalhe da festa que aconteceria no dia seguinte. Havia balões azuis e rosas espalhados pela sala, docinhos encomendados em bandejas, e até o bolo decorado com as cores do mistério aguardava em destaque na mesa principal.

Cleonice, visivelmente animada, estava liderando os toques finais, certificando-se de que tudo estava perfeito.

— Cíntia, coloque mais balões no canto direito. — Instruiu Cleonice, apontando para uma área vazia da sala.

— Já estou indo, mãe. — Respondeu Cíntia, revirando os olhos de leve, mas com um sorriso no rosto.

Clara, que estava sentada no sofá ajustando alguns convites de última hora, observava a cena com uma mistura de alívio e nervosismo. Ela se sentia grata pela dedicação da mãe e da irmã, mas o peso de suas próprias dúvidas ainda pairava sobre ela desde a noite anterior.

Depois de algum tempo, Cleonice saiu para buscar mais itens decorativos, deixando Clara e Cíntia sozinhas na sala. Cíntia aproveitou o momento para se sentar ao lado da irmã, notando sua expressão pensativa.

— O que foi, Clara? Está nervosa para amanhã? — Perguntou Cíntia, pegando um dos docinhos para si.

Clara suspirou profundamente, abraçando uma almofada.

— Não é só isso... Eu não consigo parar de pensar em algo que me veio à mente ontem.

Cíntia franziu a testa, curiosa.

— Sobre o quê?

Clara hesitou, olhando para o chão antes de responder.

— Sobre contar para o pai do bebê... sobre Leonardo.

Cíntia ficou em silêncio por alguns segundos, processando o que a irmã havia acabado de dizer.

— Você está pensando mesmo nisso? — Perguntou, tentando medir as palavras.

Clara assentiu, mordendo o lábio inferior.

— É algo que não sai da minha cabeça, Cíntia. Não sei se é justo esconder isso dele... mas, ao mesmo tempo, eu tenho tanto medo.

Cíntia se inclinou para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, e olhou para Clara com seriedade.

— Eu entendo, Clara. Mas você precisa pensar em todas as consequências disso.

— Que tipo de consequências? — Perguntou Clara, com a voz baixa.

Cíntia suspirou, organizando seus pensamentos antes de continuar.

— Para começar, ele é rico. E, infelizmente, ricos têm essa mania de serem arrogantes e se acharem superiores. Você sabe o que pode acontecer se ele não acreditar em você?

Clara não respondeu, mas seu rosto mostrou que já havia considerado essa possibilidade.

— A mídia vai descobrir. E se ele negar ser o pai, sabe o que vão dizer? — Continuou Cíntia. — Vão te chamar de golpista. De mulher interesseira, tentando tirar dinheiro de um homem poderoso.

Clara olhou para a irmã, os olhos cheios de dúvidas e medo.

— Eu não quero isso... não quero expor o bebê a esse tipo de coisa.

— E nem deve. — Disse Cíntia, com firmeza. — Clara, eu entendo que você queira fazer o certo. Mas, às vezes, o certo para o bebê é protegê-lo de um ambiente tóxico.

Clara ficou em silêncio, processando as palavras da irmã.

— Mas e se ele aceitar? E se ele quiser ser parte da vida do bebê?

Cíntia respirou fundo, suavizando a expressão.

— Se você tem tanta certeza disso, então talvez valha a pena arriscar. Mas, Clara... você tem que estar preparada para o pior. Não pode entrar nisso pensando que tudo vai se resolver de forma mágica.

As duas ficaram em silêncio por um momento, até que Cíntia colocou uma mão no ombro da irmã.

— No final das contas, eu só quero que você saiba que, independente do que decidir, eu estarei do seu lado.

Clara olhou para Cíntia, sentindo-se um pouco mais aliviada com o apoio da irmã.

— Obrigada, Cíntia. Eu realmente precisava ouvir isso.

Cíntia sorriu, apertando o ombro de Clara.

— Não precisa agradecer. Somos irmãs. É isso que fazemos.

Apesar das dúvidas ainda persistirem, Clara sentiu um leve alívio no peito. Ela sabia que não estava sozinha, não importava o que decidisse.

Enquanto as duas voltavam a organizar os preparativos para o chá-revelação, Clara não pôde evitar imaginar como seria o dia em que teria que enfrentar Leonardo. Mas, por enquanto, decidiu guardar seus pensamentos e focar no momento que estava por vir.

A casa dos Cunha estava em clima de festa com os últimos preparativos para o chá-revelação do bebê. Clara, Cíntia e Cleonice estavam ocupadas ajustando os detalhes quando Elisa e Renan chegaram, trazendo uma energia renovada que rapidamente animou o ambiente.

Elisa entrou primeiro, carregando uma grande sacola cheia de enfeites coloridos. Renan veio logo atrás, equilibrando uma caixa de doces e uma expressão dramática no rosto.

— Chegamos para salvar o dia! — Exclamou Renan, colocando a caixa sobre a mesa. — Onde está a protagonista desse evento?

Clara levantou a mão, rindo.

— Estou aqui, sendo explorada pela designer oficial da festa.

Cíntia, que estava pendurando balões, jogou uma fita na direção da irmã.

— Eu sou a designer porque você não tem bom gosto.

— Uau, obrigada pela gentileza. — Clara respondeu, revirando os olhos.

Renan, com as mãos na cintura, analisou o ambiente como se fosse um crítico profissional.

— Bem, vejo que vocês estão fazendo o possível, mas agora que eu cheguei, essa festa vai ter o toque de glamour que merece.

— Ah, pronto. — Disse Elisa, colocando a sacola na mesa. — Renan e seu ego inflado estão oficialmente na casa.

— Obrigado, querida. — Respondeu Renan, com um sorriso. — Meu ego e eu estamos aqui para transformar esse chá em um evento digno de capas de revista.

Enquanto eles trabalhavam, Renan parecia especialmente animado. Ele cantarolava músicas, fazia piadas e se movia pela sala com um entusiasmo que chamava atenção.

Elisa foi a primeira a notar.

— Renan, o que está acontecendo? Você está sorrindo mais do que o normal.

— Eu? Nada! Estou apenas feliz pela Clara. — Ele tentou disfarçar, mas o sorriso persistente o entregou.

Cíntia cruzou os braços e apontou para ele.

— Ah, não vem com essa. Você está com alguma coisa.

— Tá bom, tá bom! — Disse Renan, levantando as mãos em rendição. — Eu tenho novidades.

Clara olhou para ele, interessada.

— Vai contar ou vai nos fazer implorar?

Renan sentou-se no sofá dramaticamente, colocando uma mão no peito.

— Meninas, eu acho que estou apaixonado.

O silêncio na sala durou apenas um segundo antes de explodir em exclamações.

— O quê? — Disse Elisa, incrédula. — Você? Apaixonado?

— Renan, você nem acredita no amor! — Acrescentou Cíntia, rindo.

— Quem é a vítima? — Perguntou Clara, sorrindo.

Renan colocou a mão na frente como se pedisse calma.

— Vamos com calma, uma pergunta de cada vez.

— Começa pelo nome! — Disse Elisa, empolgada.

— O nome dele é Caio. — Respondeu Renan, com um sorriso bobo.

— E onde você conheceu esse tal Caio? — Perguntou Cíntia, sentando-se ao lado dele.

Renan olhou para o teto, como se revivesse o momento.

— Foi em um barzinho que eu fui semana passada. Ele estava com uns amigos, e eu também. Nossos olhares se cruzaram, e foi... mágico.

— Mágico? — Repetiu Elisa, rindo. — Quem é você e o que fez com o Renan cínico que conhecemos?

Renan deu de ombros.

— Não sei, mas desde aquele dia, a gente não parou de conversar. E na terça-feira saímos.

— E como foi? — Perguntou Clara, curiosa.

Renan colocou a mão no coração.

— Meninas, foi perfeito. Fomos jantar, depois caminhamos pelo calçadão... Ele é engraçado, inteligente, e o sorriso dele...

— Você está perdido, amigo. — Disse Elisa, rindo.

— E isso é ruim? — Perguntou Renan, com um sorriso de orelha a orelha.

Enquanto Renan contava os detalhes, todos riam e faziam comentários. Até Cleonice, que estava na cozinha organizando as coisas para o dia seguinte, não conseguiu resistir à conversa.

— Renan, você está parecendo uma adolescente falando do primeiro amor. — Disse Cleonice, aparecendo na porta.

— Cleonice, amor não tem idade! — Renan respondeu, colocando a mão no peito em um gesto dramático.

— Só espero que esse Caio tenha paciência para lidar com você. — Disse ela, balançando a cabeça.

Todos riram, e Renan piscou para Cleonice.

— Pode deixar, Cleo. Ele já está me aguentando muito bem.

A energia positiva contagiou a todos. Enquanto Clara, Elisa e Cíntia terminavam de ajustar os últimos detalhes da decoração, Renan ficou responsável por organizar as lembrancinhas.

— Isso aqui tá ficando incrível. — Disse Elisa, enquanto ajudava a amarrar as fitas em algumas sacolas.

— A gente arrasou. — Concordou Renan, admirando a sala decorada.

Cleonice, que estava ajustando os balões na entrada, olhou ao redor com satisfação.

— Tudo pronto. Agora só falta o grande dia.

Clara olhou para todos com gratidão.

— Obrigada, pessoal. De verdade. Isso significa muito para mim.

Elisa sorriu e abraçou a amiga.

— Estamos aqui por você, Clara. Sempre.

Renan se juntou ao abraço, e logo Cíntia e até Cleonice participaram.

Naquela noite, a casa dos Cunha não estava apenas cheia de enfeites e preparativos; estava cheia de amor e apoio, o que fazia toda a diferença.

...

A manhã do chá-revelação começou com uma mistura de nervosismo e empolgação para Clara. A casa estava impecavelmente decorada com tons de azul e rosa, representando o mistério do sexo do bebê. Balões, faixas e um lindo painel no centro da sala anunciavam: "Menino ou Menina? Descubra Conosco!". O cheiro doce dos doces e o som de risadas já preenchiam o ar antes mesmo de todos os convidados chegarem.

Clara estava radiante, embora um pouco cansada das últimas semanas de preparativos. Enquanto ajustava os últimos detalhes com Cíntia, começou a notar que Flávia, uma de suas amigas mais próximas, ainda não havia chegado.

— Você falou com a Flávia? — Perguntou Clara, virando-se para Cíntia.

— Não. Mas ela confirmou que viria, não foi?

Clara assentiu, mas algo em seu coração começou a pesar. Flávia era imprevisível, mas Clara acreditava que, considerando a importância do dia, ela não perderia o evento.

Conforme os convidados chegavam, Clara se envolveu no clima animado da festa. Muitos de seus colegas de trabalho marcaram presença, e o ponto alto foi a chegada do Sr. Romeu, seu chefe e grande mentor.

— Sr. Romeu! — Clara exclamou, indo ao encontro dele com um sorriso aberto.

— Clara, minha querida! — Respondeu ele, entregando-lhe um elegante embrulho. — Não poderia deixar de vir celebrar esse momento especial com você.

Clara abriu o presente e encontrou uma caixa repleta de itens para o bebê: uma manta delicadamente bordada, um conjunto de mamadeiras de alta qualidade e uma pequena joia com uma mensagem gravada: "Com amor, para um futuro brilhante."

— Isso é maravilhoso, Sr. Romeu. Muito obrigada! — Disse Clara, emocionada.

— Você merece, Clara. Quero que saiba que, assim que o bebê nascer e você estiver pronta, sua posição na empresa estará esperando por você.

Clara sentiu as lágrimas se formarem nos olhos, mas manteve o sorriso.

— Obrigada, senhor. Isso significa muito para mim.

Enquanto Clara mostrava o presente à mãe, Sr. Romeu se aproximou de Roberto, o pai de Clara, que estava servindo bebidas aos convidados na cozinha.

— O senhor é o pai da Clara? — Perguntou Romeu, estendendo a mão.

— Sim, sou eu. Roberto Cunha. — Respondeu ele, apertando a mão do empresário.

— É um prazer conhecê-lo, Roberto. Clara sempre fala muito bem de você.

A conversa entre os dois fluiu de forma natural. Eles falaram sobre trabalho, família e até trocaram algumas histórias engraçadas de suas experiências profissionais. Roberto ficou impressionado com a simplicidade e simpatia do homem que sua filha tanto admirava.

No meio da conversa, Romeu fez um comentário que deixou Roberto orgulhoso.

— Sua filha é uma mulher incrível. Sempre dedicada e responsável. Você deve se sentir muito orgulhoso dela.

Roberto sorriu, olhando para Clara de longe, enquanto ela conversava com Elisa e Cíntia.

— Estou, sim. Ela é o meu maior orgulho.

Clara, observando de longe, ficou muito satisfeita ao ver o pai e o chefe se dando tão bem. Era mais um sinal de que tudo estava indo no caminho certo.

Apesar do clima animado da festa, Clara não conseguia evitar pensar na ausência de Flávia. Enquanto todos se divertiam, ela checou o celular discretamente, mas não havia nenhuma mensagem ou ligação da amiga.

— Você está bem? — Perguntou Elisa, notando a distração de Clara.

— Estou, sim... só estranhando que a Flávia não apareceu.

— Talvez tenha acontecido alguma coisa. Você sabe como ela é. Às vezes, desaparece sem avisar. — Disse Elisa, tentando tranquilizá-la.

Cíntia, porém, tinha outro pensamento.

— Clara, sei que não é o momento para isso, mas... você não acha que a Flávia anda um pouco estranha ultimamente?

Clara olhou para a irmã, confusa.

— Estranha como?

Cíntia deu de ombros.

— Ela parece distante. E, às vezes, dá para perceber que ela não está muito confortável quando está perto de você.

Clara refletiu sobre isso, mas decidiu não deixar que o pensamento estragasse o dia.

— Seja o que for, vou conversar com ela depois. Hoje quero focar na festa.

Finalmente, chegou a hora mais aguardada da festa. Todos os convidados se reuniram em volta da mesa principal, onde o bolo aguardava, decorado com detalhes em azul e rosa. Cleonice, que era a guardiã do segredo, estava radiante enquanto fazia um breve discurso.

— Quero agradecer a todos por estarem aqui hoje para celebrar essa nova fase na vida da nossa família. Esse bebê já é muito amado, e tenho certeza de que ele ou ela será uma bênção em nossas vidas. Agora, vamos ao momento mais esperado!

Clara, com as mãos trêmulas, pegou a faca e cortou o bolo, revelando o recheio. Assim que Clara retirou a fatia de bolo, o azul intenso do recheio se revelou. A sala explodiu em aplausos e gritos de alegria.

— É um menino! — Gritou Renan, pulando de animação.

Elisa bateu palmas e abraçou Clara, enquanto Cíntia ria, animada, tentando conter as lágrimas de emoção. Cleonice, que sabia o segredo há dias, sorria orgulhosa, observando a alegria da filha e dos convidados.

Clara olhou para a fatia de bolo com os olhos brilhando de felicidade. Aquele momento parecia surreal. Ela acariciou a barriga, sentindo um turbilhão de emoções. Entre a euforia de todos, sua voz suave se destacou.

— Ele vai se chamar Roberto.

O silêncio caiu por um breve momento enquanto todos absorviam a informação. Clara olhou para o pai, que estava parado ao lado de Cleonice, com a expressão de choque e emoção estampada no rosto.

— Quero homenagear o homem que eu mais admiro, que sempre esteve ao meu lado. Papai, o meu filho vai ter o seu nome.

Roberto levou uma mão ao rosto, visivelmente emocionado. Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ele caminhava até Clara.

— Clara, minha filha... isso é... — Ele balançou a cabeça, sem conseguir terminar a frase.

— É a minha forma de agradecer por tudo que você fez e continua fazendo por mim. Eu quero que o meu filho cresça com o mesmo exemplo de força, bondade e amor que você me deu.

Roberto abriu os braços, envolvendo Clara em um abraço apertado.

— Você não sabe o quanto isso significa para mim. — Ele disse, com a voz embargada. — Obrigado, minha filha. Obrigado por me dar essa honra.

Os convidados, emocionados, começaram a aplaudir novamente. Elisa enxugava os olhos discretamente, enquanto Renan dizia:

— Ai, gente, eu não vou aguentar! Que cena mais linda!

Cleonice, mesmo com seu jeito reservado, sorriu orgulhosa ao ver a conexão entre o marido e a filha.

— É uma bela homenagem, Clara. — Disse ela, com um tom mais carinhoso do que o habitual.

Cíntia também abraçou o pai e Clara logo depois, rindo.

— Agora o bebê vai ter o nome mais bonito do mundo.

O clima ficou ainda mais especial após a revelação do nome. Roberto, que sempre foi um homem discreto, passou o restante da festa com um sorriso que não conseguia esconder. Ele conversava com os convidados, ainda surpreso e feliz com a homenagem.

Enquanto isso, Renan, sempre o animador do grupo, fez questão de manter a energia alta.

— Vamos fazer um brinde ao pequeno Roberto! — Disse ele, levantando um copo de suco.

Todos seguiram o gesto, brindando ao futuro bebê com risos e aplausos.

No final da tarde, enquanto os últimos convidados se despediam, Clara ficou ao lado do pai, observando a sala agora mais calma, mas ainda cheia de amor.

— Papai, espero que você saiba o quanto isso é importante para mim. — Disse Clara, segurando a mão dele.

Roberto a puxou para mais um abraço.

— Eu sei, minha filha. E você não imagina o quanto me sinto orgulhoso de você. Esse menino vai ser tão amado quanto você é por todos nós.

Clara sentiu-se verdadeiramente abençoada por ter uma família que, apesar de todas as dificuldades, estava ao seu lado naquele momento tão importante.

E, enquanto olhava para o bolo quase acabado e os balões espalhados pela casa, sabia que aquele era apenas o começo de uma jornada que, embora cheia de desafios, também seria repleta de amor e esperança.

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Comments

Eluiza Dresseno

Eluiza Dresseno

Autora minha querida autora pôr favor não deixa Flávia falsa amiga Fazer Mem um maldade contra Clara e o bebê até aqui os capítulos Já foram de angústia e sofrimento e Choro más agora que seja com muitas felicidades

2025-01-12

2

Leila Cabral

Leila Cabral

acho que aqui todas podem dar sua maneira de pensar ,parar de ler porque só por ter sua opinião eu acho que é muito Roberto kkk nada contra até porque meu irmão chama-se Roberto cada com seus comentários

2025-01-11

1

Vera Lucia Valério

Vera Lucia Valério

eu não entendi/Grimace/ esse Roberto não e o que roubou o Leonardo é isso? autora coloca fotos

2025-01-11

1

Ver todos
Capítulos
1 Boate
2 Descobertas
3 Noivado Forçado, Segredos
4 Leonardo Arezzo?
5 Jantar de noivado
6 Dúvidas
7 A confirmação
8 Pensamentos
9 Enfrentando
10 Bônus: Sofia
11 Uma noite de contrastes
12 Revelação
13 Possessividade
14 Reconforto
15 O parto
16 O Casamento
17 coincidências
18 O pequeno Roberto
19 O Vôo
20 Um casamento não tão perfeito
21 Uma notícia triste
22 Trabalho e Família
23 Um dia agitado
24 Encontrando refúgio
25 A Entrevista
26 Família
27 Um pequeno tagarela
28 As ruínas de Sofia
29 Uma manhã no parque aquático
30 Na casa de Henrique
31 A barganha
32 Leilão
33 O Encontro
34 A verdade diante de seus olhos
35 Uma pessoa indispensável
36 Atração, Segredos, Verdades vindo a tona
37 A pergunta inesperada
38 DNA
39 Preocupações e Segredos
40 A verdade
41 O peso da verdade
42 Um dia longe de tudo
43 Tudo prestes a ser revelado
44 Primeiro contato
45 Consequências
46 Inocência de criança
47 Mudança
48 A notícia viraliza
49 A véspera da ansiedade
50 Coletiva de imprensa
51 Constrangimentos
52 Tudo se encaixando
53 Admito. Estou apaixonada.
54 Uma noite de amor
55 Ruptura
56 Balançada
57 Duas grávidas?
58 Uma decisão, uma reação
59 Novo ciclo
60 Rotina de uma grávida
61 Uma grávida sendo mimada.
62 Casamento surpresa
63 O nascimento de Beatriz
64 Aniversário de Roberto Júnior, um momento especial em família
65 Um pequeno Bônus: Sofia
Capítulos

Atualizado até capítulo 65

1
Boate
2
Descobertas
3
Noivado Forçado, Segredos
4
Leonardo Arezzo?
5
Jantar de noivado
6
Dúvidas
7
A confirmação
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Pensamentos
9
Enfrentando
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Bônus: Sofia
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Uma noite de contrastes
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Revelação
13
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Reconforto
15
O parto
16
O Casamento
17
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O pequeno Roberto
19
O Vôo
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Um casamento não tão perfeito
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Uma notícia triste
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Trabalho e Família
23
Um dia agitado
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Encontrando refúgio
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A Entrevista
26
Família
27
Um pequeno tagarela
28
As ruínas de Sofia
29
Uma manhã no parque aquático
30
Na casa de Henrique
31
A barganha
32
Leilão
33
O Encontro
34
A verdade diante de seus olhos
35
Uma pessoa indispensável
36
Atração, Segredos, Verdades vindo a tona
37
A pergunta inesperada
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Preocupações e Segredos
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A verdade
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O peso da verdade
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Um dia longe de tudo
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Tudo prestes a ser revelado
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Primeiro contato
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Consequências
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Inocência de criança
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Tudo se encaixando
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Ruptura
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Novo ciclo
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Rotina de uma grávida
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Uma grávida sendo mimada.
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Casamento surpresa
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Aniversário de Roberto Júnior, um momento especial em família
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