A confirmação

O sol da manhã mal havia nascido quando Clara decidiu que precisava enfrentar a realidade. A noite anterior fora marcada por lágrimas e pensamentos caóticos, mas agora, ao acordar, sentia-se consumida pela necessidade de saber a verdade.

Após vestir-se rapidamente, Clara pegou o telefone e ligou para Elisa. A voz familiar da amiga trouxe um breve alívio.

— Elisa, preciso ir à clínica fazer o exame de sangue. Você pode ir comigo?

— Claro que sim, Clara. — A resposta veio quase instantaneamente, carregada de preocupação. — Você quer que eu passe aí para te buscar?

— Sim, por favor.

Após desligar, Clara enviou uma mensagem para Renan, pedindo que ele também fosse com elas. Como sempre, ele respondeu com um simples: “Claro. Estou aqui para o que precisar.”

Antes de saírem, Flávia, que estava em um grupo de mensagens com os outros, enviou uma mensagem curta.

— Não vou poder ir hoje. Tenho algumas coisas para resolver.

Renan respondeu quase imediatamente:

— Sem problemas, Flávia. Talvez seja melhor assim.

Clara franziu o cenho ao ler a mensagem de Renan, mas sua mente estava tão cheia de outras preocupações que ela não deu atenção ao tom dele. Elisa, por outro lado, notou e trocou um olhar significativo com Renan quando se encontraram para buscar Clara.

— Acho que você foi um pouco direto, não acha? — Elisa murmurou para Renan enquanto esperavam Clara sair de casa.

Renan deu de ombros, encostado no carro.

— Não quero mais ninguém colocando ideias erradas na cabeça da Clara. Flávia tem um jeito de fazer isso sem que ela perceba.

Elisa suspirou, mas não discordou.

O trio chegou à clínica pouco depois das 9 horas da manhã. O ambiente era frio e impessoal, com o cheiro característico de desinfetante no ar. Clara sentiu as mãos tremerem enquanto preenchia os formulários na recepção, seus pensamentos girando como um furacão.

— Vai dar tudo certo, Clara. — Elisa disse, colocando a mão no ombro dela.

Clara olhou para a amiga, tentando esboçar um sorriso que não conseguiu alcançar seus olhos.

— Eu não sei, Elisa. Eu sinto que minha vida inteira está prestes a mudar.

Renan, que estava ao lado dela, cruzou os braços e disse com firmeza:

— Seja o que for, Clara, você não vai passar por isso sozinha.

Essas palavras trouxeram um breve consolo, mas a ansiedade ainda apertava seu peito. Após preencher a papelada, Clara foi chamada por uma enfermeira para coletar o sangue. Elisa insistiu em acompanhá-la até a sala de espera, enquanto Renan ficou na recepção, tamborilando os dedos no balcão.

Na pequena sala de coleta, Clara observou a enfermeira preparar os materiais, sentindo o estômago revirar. Elisa segurou sua mão durante todo o processo, falando palavras tranquilizadoras que Clara mal conseguiu ouvir.

Após a coleta, a enfermeira explicou:

— O resultado estará disponível em algumas horas. Recomendamos que você permaneça por aqui até que esteja pronto.

Clara assentiu silenciosamente, enquanto Elisa agradecia.

De volta à recepção, os três se sentaram lado a lado, o silêncio preenchendo o espaço entre eles. Elisa tentou puxar conversa, mas Clara estava perdida em seus próprios pensamentos.

"E se realmente for positivo? Como vou contar para a minha mãe? Como vou enfrentar tudo isso?"

A mente de Clara estava cheia de cenários que só aumentavam seu desespero. Ela pensava na reação de Cleonice, nas perguntas que inevitavelmente viriam, e no julgamento que provavelmente enfrentaria.

— Clara? — A voz de Elisa interrompeu seus pensamentos.

— Hm? — Clara olhou para ela, confusa.

— Você está bem? Parece tão distante.

Clara balançou a cabeça, tentando se recompor.

— Desculpa. Só estou... tentando me preparar.

Renan, que observava tudo em silêncio, inclinou-se ligeiramente em direção a Clara.

— É normal sentir medo, Clara. Mas você é mais forte do que pensa.

Clara olhou para ele, os olhos marejados, mas cheios de gratidão.

— Obrigada, Renan.

Horas se passaram como se fossem dias. Finalmente, o nome de Clara foi chamado pela recepcionista. Elisa e Renan acompanharam Clara até o balcão, onde a enfermeira entregou um envelope selado.

— Você pode abrir aqui ou levar para casa. — Disse a enfermeira com um sorriso neutro.

Clara segurou o envelope com mãos trêmulas, seu coração batendo tão forte que parecia ecoar em seus ouvidos. Elisa colocou a mão no ombro dela novamente.

— Estamos aqui. Você não precisa enfrentar isso sozinha.

Clara respirou fundo, rasgando o envelope lentamente. Assim que viu o resultado, seu mundo parou.

— Positivo... — Ela murmurou, a palavra saindo como um sussurro.

Elisa e Renan olharam para o papel junto com ela. Elisa ficou em silêncio, claramente processando a informação, enquanto Renan praguejou baixinho, mas rapidamente controlou suas emoções.

Clara deixou o papel cair no colo, cobrindo o rosto com as mãos.

— Eu estou grávida.

As lágrimas começaram a escorrer, enquanto Elisa imediatamente a abraçou, segurando-a firmemente.

— Clara, vai ficar tudo bem. — Elisa disse, embora sua própria voz carregasse um tom de preocupação.

— Não vai ficar tudo bem! — Clara exclamou, afastando-se do abraço. — Como vou contar para minha mãe? Ela vai me odiar.

— Não diga isso, Clara. — Renan interveio, sentando-se ao lado dela. — Pode não ser fácil, mas sua mãe te ama. Ela vai entender.

Clara balançou a cabeça freneticamente, as lágrimas caindo sem controle.

— Ela nunca vai entender. Ela sempre espera que eu seja perfeita. Eu... eu estraguei tudo.

Elisa ajoelhou-se na frente de Clara, segurando suas mãos.

— Clara, você não estragou nada. Isso é um desafio, sim, mas você não está sozinha. Vamos enfrentar isso juntos.

Renan assentiu, colocando a mão no ombro dela.

— Não importa o que aconteça, você tem a gente.

Mesmo com o apoio dos amigos, Clara sentia-se perdida. A realidade de sua gravidez começava a se instalar, e a ideia de contar à sua família era assustadora demais para sequer considerar naquele momento.

Ela olhou para os amigos, seus olhos ainda cheios de lágrimas, mas com um lampejo de gratidão.

— Obrigada... de verdade.

Embora a tempestade ainda estivesse longe de passar, Clara sabia que, pelo menos, não enfrentaria tudo sozinha.

Depois de alguns minutos de silêncio absoluto na sala de espera da clínica, Clara finalmente respirou fundo, ainda tentando absorver a realidade do resultado do exame. Elisa e Renan, sentados ao seu lado, trocaram olhares preocupados, esperando que ela dissesse algo.

Clara quebrou o silêncio com uma voz baixa e carregada de angústia:

— Eu não acredito nisso. Não acredito que isso está acontecendo comigo.

Elisa se aproximou, segurando a mão de Clara com firmeza.

— Clara, sei que parece assustador agora, mas precisamos pensar no que fazer a partir daqui.

Renan assentiu, cruzando os braços.

— Exatamente. Você não precisa decidir tudo agora, mas precisamos começar a organizar as coisas.

Clara olhou para os dois, ainda com os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar.

— Como posso organizar alguma coisa? Minha vida acabou de desmoronar.

Elisa respirou fundo, claramente pensando no que dizer. Depois de um momento, ela decidiu falar algo que sabia que Clara não queria ouvir, mas que precisava ser dito.

— Clara... Você precisa contar para o Leonardo.

Clara congelou, os olhos arregalando-se enquanto a ideia batia nela como um golpe inesperado.

— O quê? — Ela perguntou, a voz aumentando. — Não! Não vou contar nada para ele!

— Clara... Ele é o pai. Ele tem o direito de saber. — Elisa argumentou, tentando manter a calma.

— Não, ele não tem. — Clara rebateu, levantando-se abruptamente da cadeira. — Foi uma noite. Uma única noite que nem deveria ter acontecido!

Renan, que estava em silêncio até então, finalmente interveio.

— Clara, eu sei que isso é difícil, mas o Leonardo precisa saber. Ele não é qualquer pessoa. Ele tem os meios para te ajudar e, mais importante, ele tem o direito de saber que vai ser pai.

Clara começou a andar de um lado para o outro na pequena sala, passando as mãos pelo cabelo.

— Não. Vocês não entendem. Ele não se importa. Ele nem me conhece! E eu não quero mais ver aquele homem na minha vida.

Elisa levantou-se, colocando-se no caminho de Clara.

— Você está sendo irracional. Eu entendo que você esteja com medo, mas está pensando em si mesma, não no bebê.

Clara parou, encarando Elisa com raiva e dor nos olhos.

— Eu estou pensando no bebê. Não quero que ele cresça sabendo que foi o resultado de uma noite com um estranho.

Renan balançou a cabeça, sua voz agora carregada de frustração.

— Clara, você acha que vai conseguir esconder isso para sempre? Leonardo é uma figura pública. E se, um dia, ele descobrir? Você sabe o tipo de problema que isso pode causar?

— Isso não é problema dele! — Clara gritou, suas emoções explodindo. — Ele não me conhece, não sabe nada sobre mim, e não quero que ele saiba!

Elisa suspirou, tentando manter a paciência.

— Clara, nós não estamos dizendo isso para te pressionar. Estamos dizendo isso porque achamos que é o certo a fazer.

Clara cruzou os braços, balançando a cabeça.

— Eu já decidi. Não vou contar. Ele nunca vai saber.

Renan deu um passo à frente, seu tom mais firme.

— E você acha que isso é justo? Não só com ele, mas com o seu filho?

Clara olhou para Renan, com lágrimas voltando a escorrer pelo rosto.

— Eu não sei o que é justo. Só sei que não quero mais complicar isso do que já está.

Elisa olhou para Renan, que parecia prestes a continuar a discussão, e colocou a mão no ombro dele.

— Renan, espera.

Ela voltou-se para Clara, suavizando o tom de voz.

— Clara, eu sei que você está apavorada. Sei que essa decisão é gigantesca e que você sente que está sozinha. Mas quero que pense nisso com calma. Não agora, mas eventualmente.

Clara balançou a cabeça novamente, mas sua postura era menos defensiva.

— Eu não vou mudar de ideia, Elisa. Por favor, respeitem isso.

Renan passou a mão pelo cabelo, claramente frustrado, mas decidiu não insistir mais.

— Tudo bem, Clara. Mas saiba que estamos aqui para o que você precisar. Mesmo que não concordemos, vamos te apoiar.

Clara olhou para ele, surpresa pela mudança de tom, e sentiu um lampejo de alívio.

— Obrigada. — Murmurou, ainda em lágrimas.

Elisa suspirou e abraçou Clara, segurando-a com força.

— Nós estamos do seu lado, Clara. Sempre.

Renan também colocou a mão no ombro de Clara, seu olhar firme.

— Isso não muda nada. Você é nossa amiga, e vamos estar aqui para você.

Apesar do apoio dos amigos, Clara ainda sentia um peso esmagador em seu peito. Enquanto eles saíam da clínica juntos, ela sabia que a decisão de não contar a verdade ao Leonardo iria assombrá-la por muito tempo.

Depois de deixar a clínica, Renan acompanhou Clara e Elisa até a porta da casa de Clara. Ele olhou para a amiga, ainda abalada, e disse com firmeza:

— Você é mais forte do que pensa, Clara. Estamos aqui por você, mesmo que isso pareça impossível agora.

Clara tentou esboçar um sorriso, mas a tristeza ainda dominava seu semblante.

— Obrigada, Renan.

— Preciso ir agora, mas qualquer coisa, me liga. — Ele disse antes de entrar no carro e dirigir para o trabalho.

Elisa ficou ao lado de Clara, observando-a por um momento antes de segurar delicadamente seu braço.

— Clara, agora é a hora. Você precisa contar para seus pais. Eles precisam saber.

Clara balançou a cabeça, os olhos marejados.

— Eu não sei como eles vão reagir, Elisa. Minha mãe... ela vai me odiar.

— Pode ser difícil no começo, mas eles são sua família. No fundo, eles vão te apoiar. — Elisa respondeu, tentando confortá-la.

Clara respirou fundo e assentiu.

— Tudo bem. É agora ou nunca.

As duas entraram na casa. Estava tudo silencioso, mas Clara sabia que sua família estava por lá. Era final de semana, e isso significava que todos estariam em casa.

Ela foi até a cozinha e encontrou Roberto, seu pai, comendo uma fatia de bolo. Ele levantou os olhos ao vê-la entrar e percebeu imediatamente a seriedade em seu rosto.

— Clara, está tudo bem? — Ele perguntou, preocupado.

Clara hesitou por um momento, mas sabia que não poderia voltar atrás.

— Pai, preciso que você reúna a mamãe e a Cíntia. Tenho algo muito importante para contar.

Roberto franziu a testa, mas não fez perguntas. Ele apenas assentiu e saiu da cozinha, chamando Cleonice e Cíntia para a sala. Elisa ficou ao lado de Clara, segurando sua mão para lhe dar força.

Logo, todos estavam reunidos na sala. Cleonice sentou-se na poltrona com uma expressão de preocupação, enquanto Cíntia se sentou ao lado dela no sofá. Roberto ficou de pé, observando a filha mais velha com um olhar curioso.

— Clara, o que está acontecendo? — Cleonice perguntou, já impaciente.

Clara respirou fundo, sentindo o coração disparar. Suas mãos tremiam, mas ela sabia que não poderia mais adiar.

— Eu... Eu estou grávida.

A sala ficou em silêncio por um momento que pareceu eterno. Então, Cleonice se levantou abruptamente, os olhos arregalados de raiva.

— O QUÊ? — Ela gritou, avançando em direção à filha.

Clara recuou instintivamente, mas Elisa e Cíntia rapidamente se colocaram entre elas. Roberto segurou o braço de Cleonice, tentando contê-la.

— Cleo, calma! — Roberto disse, tentando acalmá-la.

— Calma? Você quer que eu fique calma? — Cleonice gritou, tentando se desvencilhar. — Minha filha aparece aqui dizendo que está grávida, como se fosse algo normal, e você quer que eu fique calma?

— Mãe, por favor, me escuta! — Clara implorou, as lágrimas escorrendo pelo rosto. — Não foi algo planejado!

— Não foi planejado? — Cleonice gritou novamente. — Com quem foi? Quem é o pai dessa criança?

Clara hesitou, sentindo-se encurralada. Ela olhou para Elisa, que tentou encorajá-la com um olhar, mas as palavras não vinham.

— Eu... Eu não o conheço.

Cleonice soltou uma risada amarga, cheia de desprezo.

— Não conhece? Como assim não conhece? Você está me dizendo que foi para a cama com um homem qualquer, uma única vez, e acabou assim?

Clara soluçou, tentando falar, mas Cleonice continuou, sem dar espaço.

— Você é uma qualquer, Clara! Como pôde descer tão baixo?

— Mãe, por favor! — Cíntia gritou, tentando acalmar a situação.

— Cleo, chega! — Roberto disse, agora mais firme, segurando Cleonice pelo braço. — Isso não vai ajudar em nada.

— Ajudar? — Cleonice retrucou, virando-se para ele. — Como posso ajudar alguém que joga fora a própria vida assim?

— Clara é sua filha! — Roberto respondeu, olhando para ela com seriedade. — Ela precisa de você agora, não dos seus julgamentos.

Enquanto Cleonice tentava se desvencilhar, Elisa pegou Clara pelo braço e a conduziu para o andar de cima.

— Vamos, Clara. Você não precisa ouvir mais nada agora.

Cíntia segurou a mãe, tentando acalmá-la.

— Mãe, por favor, dá um tempo para ela. Ela está tão perdida quanto você.

Cleonice balançou a cabeça, frustrada, mas finalmente se sentou novamente no sofá, com Roberto ao seu lado.

No quarto, Clara desabou na cama, chorando intensamente. Elisa sentou-se ao lado dela, acariciando suas costas enquanto murmurava palavras tranquilizadoras.

— Clara, eu sei que isso foi horrível, mas você fez o certo ao contar.

Clara levantou o rosto, os olhos vermelhos e inchados.

— Certo? Minha mãe me odeia. Ela me chamou de... — Ela soluçou, sem conseguir terminar a frase.

— Ela não te odeia, Clara. — Elisa respondeu, com firmeza. — Ela está com raiva, mas não te odeia.

Clara balançou a cabeça, ainda chorando.

— Eu não sei como vou enfrentar isso. Eu não sei o que fazer.

Elisa segurou as mãos dela com força.

— Você vai enfrentar isso um passo de cada vez. E eu vou estar ao seu lado. Sempre.

Clara olhou para a amiga, sua expressão ainda cheia de dor, mas encontrou um pequeno conforto nas palavras dela.

— Obrigada, Elisa.

— Não precisa agradecer. É para isso que servem os amigos.

Enquanto Clara tentava se recompor, sabia que ainda havia uma longa jornada pela frente, mas pelo menos tinha o apoio de algumas pessoas que realmente se importavam.

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Comments

Ivajara Souza

Ivajara Souza

talvez ele nem iria escutar ele nem lembra dela estavam bêbado

2025-01-10

0

Sineia Soares

Sineia Soares

Nossa comigo foi diferente minha mãe mim apoio

2025-01-12

0

Doraci Bahr

Doraci Bahr

ainda o pai ladrão ela e filha dele

2025-02-01

0

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Capítulos
1 Boate
2 Descobertas
3 Noivado Forçado, Segredos
4 Leonardo Arezzo?
5 Jantar de noivado
6 Dúvidas
7 A confirmação
8 Pensamentos
9 Enfrentando
10 Bônus: Sofia
11 Uma noite de contrastes
12 Revelação
13 Possessividade
14 Reconforto
15 O parto
16 O Casamento
17 coincidências
18 O pequeno Roberto
19 O Vôo
20 Um casamento não tão perfeito
21 Uma notícia triste
22 Trabalho e Família
23 Um dia agitado
24 Encontrando refúgio
25 A Entrevista
26 Família
27 Um pequeno tagarela
28 As ruínas de Sofia
29 Uma manhã no parque aquático
30 Na casa de Henrique
31 A barganha
32 Leilão
33 O Encontro
34 A verdade diante de seus olhos
35 Uma pessoa indispensável
36 Atração, Segredos, Verdades vindo a tona
37 A pergunta inesperada
38 DNA
39 Preocupações e Segredos
40 A verdade
41 O peso da verdade
42 Um dia longe de tudo
43 Tudo prestes a ser revelado
44 Primeiro contato
45 Consequências
46 Inocência de criança
47 Mudança
48 A notícia viraliza
49 A véspera da ansiedade
50 Coletiva de imprensa
51 Constrangimentos
52 Tudo se encaixando
53 Admito. Estou apaixonada.
54 Uma noite de amor
55 Ruptura
56 Balançada
57 Duas grávidas?
58 Uma decisão, uma reação
59 Novo ciclo
60 Rotina de uma grávida
61 Uma grávida sendo mimada.
62 Casamento surpresa
63 O nascimento de Beatriz
64 Aniversário de Roberto Júnior, um momento especial em família
65 Um pequeno Bônus: Sofia
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Atualizado até capítulo 65

1
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