Reconforto

Era uma manhã clara e ensolarada, o tipo de dia que convidava as pessoas a saírem de casa para aproveitar o ar fresco e o clima agradável. Clara, Renan e Elisa tinham combinado de fazer um piquenique na praça mais movimentada da cidade, um espaço verde cercado por árvores imponentes e bancos estratégicos, onde famílias, casais e amigos se reuniam em dias como aquele.

No centro da praça, uma grande fonte jorrava água cristalina, servindo de ponto de encontro para crianças que corriam, rindo, e casais que tiravam selfies. Clara chegou primeiro, carregando uma cesta com frutas e alguns lanches que Cleonice havia preparado antes de ela sair. Renan e Elisa chegaram logo depois, com Renan carregando uma enorme garrafa térmica de suco e Elisa com um pacote de salgadinhos.

— Bom dia, pessoal! — Disse Renan, já com seu sorriso habitual e energia contagiante. — Prontos para a sessão terapia coletiva com direito a lanches?

Clara riu enquanto arrumava a toalha quadriculada no gramado.

— Você é sempre tão dramático, Renan.

— Dramático, não. Apenas animado. — Respondeu ele, piscando.

Elisa suspirou, colocando os salgadinhos no centro da toalha enquanto se sentava com as pernas cruzadas.

— Espero que essa sua animação seja contagiosa, porque eu estou precisando.

— O que houve, Elisa? — Perguntou Clara, preocupada.

— Nada específico. Só a constatação de que minha vida amorosa está mais morta que esses biscoitos. — Disse Elisa, pegando um salgadinho e mordendo com uma expressão de tédio.

Renan, que nunca perdia a chance de brincar, levantou as sobrancelhas.

— Minha querida Elisa, você está falando com um homem que finalmente encontrou o amor verdadeiro. Aprenda comigo!

— Ah, não... lá vem. — Elisa revirou os olhos, mas estava claramente interessada.

— Pois é! — Continuou Renan, sorrindo de orelha a orelha. — Caio é simplesmente perfeito. E eu, modéstia à parte, sou incrível. Então, obviamente, somos o casal do ano.

Clara riu, sentindo-se um pouco mais leve ao ouvir o amigo.

— Ok, ok, Renan. Conta tudo. Como foi o último encontro?

Renan inclinou-se dramaticamente, como se fosse contar o maior segredo do mundo.

— Foi mágico, Clara. Fomos a um restaurante japonês. Ele pediu sushi com nome impronunciável, eu pedi o básico porque não sou sofisticado... Mas foi perfeito.

Elisa deu uma risada curta.

— E o que faz ele ser tão diferente de todos os outros?

Renan suspirou, cruzando as mãos sobre o peito.

— Ele tem um cachorro chamado Alfredo. Preciso dizer mais?

Todos riram, e Clara finalmente conseguiu relaxar um pouco. Mas, como sempre acontecia, a conversa acabou mudando para um assunto mais sério.

Enquanto falavam sobre relacionamentos, Elisa olhou para Clara, hesitante.

— E você, Clara? Alguma decisão sobre... você sabe.

Clara sabia exatamente do que Elisa estava falando. Olhou para a cesta de frutas, sentindo um leve nó no estômago.

— Minha decisão continua a mesma, Elisa. Eu não vou contar para Leonardo.

Renan, que estava tomando um gole do suco, quase engasgou.

— Clara, sério? A gente já falou sobre isso mil vezes. Você não acha que ele tem o direito de saber?

— Renan, não é tão simples assim. — Respondeu Clara, tentando manter a calma. — Ele tem a vida dele. Ele está noivo, lembra?

Elisa suspirou, olhando para Clara com compaixão.

— Mas ele ainda é o pai. Você não acha que ele deveria, pelo menos, ter a chance de escolher estar presente ou não?

Clara balançou a cabeça, recusando-se a ceder.

— Eu entendo o que vocês estão dizendo, mas minha prioridade é proteger meu filho. Não quero arriscar trazer alguém para a vida dele que possa rejeitá-lo ou complicar as coisas.

Renan, impaciente, pegou seu celular e começou a digitar.

— Certo. Já que você não quer contar, vamos pelo menos ver como está a vida desse tal Leonardo.

Clara suspirou profundamente.

— Renan, para com isso.

— Tarde demais. — Disse ele, com um tom travesso.

Renan encontrou o perfil público de Leonardo Arezzo em questão de segundos. Começou a deslizar pelas fotos, mostrando para Elisa e Clara.

— Olha só para isso. — Disse ele, apontando para uma foto de Leonardo em um evento beneficente. Ele usava um terno impecável, com um sorriso calculado, cercado por figuras influentes.

— Ele parece... tão distante. — Comentou Elisa, olhando para a imagem.

Clara desviou o olhar, tentando fingir desinteresse.

— E daí? Ele está vivendo a vida dele, como eu estou vivendo a minha.

Mas Renan não parou. Continuou explorando as postagens de Leonardo, mostrando momentos de viagens, eventos e reuniões de negócios.

— Ele parece tão perfeito. — Disse Elisa.

— Perfeito demais. — Acrescentou Clara, com um tom que indicava mais desconforto do que sarcasmo.

Renan, no entanto, decidiu ir além. Ele abriu o Google e digitou o nome de Leonardo Arezzo. Rapidamente encontrou uma série de notícias e imagens recentes.

— Olha isso aqui. — Disse ele, mostrando uma foto de Leonardo em uma varanda luxuosa.

Na imagem, Leonardo segurava um copo de vinho, com Sofia ao seu lado. Ela estava sorrindo para a câmera, enquanto ele parecia distraído, olhando para o horizonte.

— Quem é essa? — Perguntou Elisa, surpresa.

— A noiva dele. Sofia. — Respondeu Renan, lendo a legenda da foto. — Parece que eles estão na Itália, em uma viagem romântica antes do casamento.

Clara olhou para a imagem por alguns segundos, e seu coração apertou. Apesar de tentar evitar, a visão de Leonardo com outra mulher a afetou mais do que gostaria de admitir.

— Renan, chega. Eu não quero mais ver.

Renan, no entanto, insistiu.

— Clara, isso só reforça o que eu venho dizendo. Você precisa contar para ele.

Clara balançou a cabeça com firmeza.

— Não. Isso só reforça minha decisão de não contar. Ele está noivo, Renan! Ele tem uma vida, uma noiva, um casamento marcado. Não há espaço para mim ou para esse bebê na vida dele.

Elisa colocou uma mão no ombro de Clara, tentando confortá-la.

— Se essa é sua decisão, nós vamos apoiar você.

Clara assentiu, mas por dentro sentia uma mistura de alívio e tristeza.

Enquanto o sol começava a se pôr, o trio guardou os itens do piquenique e se preparou para voltar para casa. Clara sabia que, apesar do apoio de seus amigos, a decisão que havia tomado pesaria sobre ela por muito tempo.

Enquanto caminhava pela praça, com o som das folhas sob seus pés, ela se prometeu que faria o melhor para proteger seu filho, mesmo que isso significasse carregar sozinha o segredo sobre quem era o pai.

Depois de guardar todos os itens do piquenique, Clara, Renan e Elisa caminharam lentamente pela praça, aproveitando os últimos raios de sol que atravessavam as árvores. As crianças que brincavam anteriormente estavam agora se despedindo com os pais, e os vendedores de sorvete começavam a desmontar seus carrinhos. O ambiente começava a se aquietar, mas as emoções dentro de Clara estavam longe de se acalmar.

Renan, sempre o animado do grupo, tentava aliviar o clima.

— Bom, meninas, pelo menos tivemos uma tarde produtiva. Comida boa, fofocas atualizadas e... — Ele parou, olhando para Clara. — Algumas decisões reforçadas.

Clara suspirou.

— Obrigada por estarem comigo, de verdade. Eu sei que às vezes pareço teimosa, mas isso tudo é tão difícil.

Elisa passou um braço ao redor dela, oferecendo um abraço de lado.

— Nós sabemos, Clara. E estamos aqui para o que você precisar, sempre.

— Mesmo quando você está errada! — Acrescentou Renan, piscando.

Clara riu levemente, apreciando o esforço do amigo em manter o ambiente leve.

Quando chegaram à rua principal, onde cada um seguiria seu caminho, Renan pegou o celular novamente.

— Antes de irmos, preciso dizer uma coisa.

— Lá vem. — Disse Elisa, cruzando os braços.

Renan olhou para Clara com seriedade incomum.

— Sei que você tomou uma decisão, e eu respeito isso. Mas, Clara, não acho que você deveria carregar tudo isso sozinha. Mesmo que nunca diga nada para ele, você precisa de mais suporte.

Clara hesitou, percebendo o peso das palavras dele.

— Eu tenho vocês, não tenho?

— Sempre. — Disse Elisa rapidamente.

Renan assentiu.

— Claro que tem. Mas eu acho que, em algum momento, você vai precisar olhar para o que está por vir e decidir o que realmente é melhor para você e para o bebê.

Clara ficou em silêncio, mas a expressão no rosto dela indicava que estava refletindo profundamente sobre o que ele disse.

Enquanto conversavam, Elisa parou abruptamente, olhando para o lado oposto da rua.

— Espera... aquele não é o Bruno?

Clara olhou na mesma direção e viu Bruno, o antigo colega de trabalho que nunca havia respeitado seus limites, caminhando com um buquê de flores nas mãos. Ele parecia distraído, mas logo avistou o grupo.

— Ah, não... — Murmurou Clara, sentindo a ansiedade subir.

Bruno se aproximou com um sorriso exagerado, acenando.

— Clara! Que coincidência te encontrar aqui.

— Oi, Bruno. — Respondeu ela, forçando um sorriso educado.

— Eu ia te procurar. Soube que está grávida. Parabéns!

— Obrigada. — Disse Clara, tentando encerrar a conversa rapidamente.

Mas Bruno, como sempre, parecia não perceber ou não se importar com o desconforto dela.

— Eu estava pensando... Se precisar de ajuda com qualquer coisa, você sabe que pode contar comigo, não sabe?

Renan, que havia ficado em silêncio até aquele momento, interveio com um tom firme.

— Bruno, tenho certeza de que a Clara já tem todo o apoio que precisa.

Bruno olhou para Renan, claramente incomodado com a interrupção.

— Só estou tentando ser gentil.

Elisa, percebendo a tensão, pegou Clara pelo braço.

— Precisamos ir agora. Mas obrigada pela gentileza, Bruno.

O grupo se afastou rapidamente, deixando Bruno parado na calçada.

Depois de afastarem-se o suficiente, Clara parou e suspirou.

— Eu não consigo lidar com ele. Por que ele não entende que eu não quero nenhum contato?

Renan colocou uma mão no ombro dela.

— Porque ele é insistente. Mas, Clara, você não precisa lidar com isso sozinha.

— Renan está certo. — Acrescentou Elisa. — Se ele continuar assim, talvez seja hora de colocar limites mais claros.

Clara assentiu, sentindo-se sobrecarregada com tantas emoções e decisões acumuladas.

— Eu vou pensar nisso. Só quero chegar em casa agora e descansar.

Quando Clara chegou em casa, encontrou Cleonice e Roberto na sala. Cíntia estava na cozinha, preparando algo leve para o jantar. Clara sentiu-se acolhida pela familiaridade de tudo, mas ainda carregava o peso do dia.

— Como foi o piquenique, filha? — Perguntou Roberto, levantando-se para cumprimentá-la.

— Foi bom, pai. Renan e Elisa sempre sabem como me animar.

Cleonice observava a filha com um olhar mais atento, mas decidiu não fazer comentários.

Cíntia apareceu na porta da cozinha, chamando Clara.

— Clara, vem cá. Quero te mostrar algo.

Clara seguiu a irmã até o quarto, onde Cíntia fechou a porta.

— Tudo bem? — Perguntou Cíntia, percebendo o cansaço no rosto da irmã.

— Só estou cansada. — Respondeu Clara.

Cíntia cruzou os braços, parecendo hesitar antes de falar.

— Clara, eu sei que você está passando por muita coisa. Mas se precisar de algo... qualquer coisa... não hesite em pedir, tá?

Clara sorriu levemente, sentindo o peso da gratidão por ter Cíntia ao seu lado.

— Obrigada, Cíntia. Você nem imagina o quanto isso significa para mim.

Naquela noite, enquanto Clara estava em seu quarto, deitada na cama, ela pensou na conversa com Renan e Elisa, nas fotos de Leonardo com Sofia, e até na breve interação com Bruno. Tudo parecia um lembrete de como sua vida havia mudado e como as decisões que tomava agora moldariam o futuro de seu filho.

Ela colocou uma mão na barriga, sentindo uma conexão profunda com o bebê que crescia dentro dela.

— Vai ficar tudo bem. Eu prometo. — Murmurou, mais para si mesma do que para o bebê.

Clara já estava em sua cama, tentando relaxar depois de um dia cheio de emoções. As luzes do quarto estavam baixas, e ela havia acabado de colocar uma música suave para ajudá-la a dormir. No entanto, um leve toque na porta a fez levantar a cabeça.

— Clara, posso entrar? — A voz de Cleonice soou do lado de fora.

— Claro, mãe.

Cleonice entrou devagar, fechando a porta atrás de si. Ela parecia hesitante, mas tinha um olhar diferente, mais calmo e acolhedor do que nos últimos meses. Sentou-se na beira da cama da filha e passou a mão nos lençóis, como se buscasse as palavras certas.

— Clara, eu queria conversar com você antes de dormir.

Clara se sentou, encostando-se na cabeceira da cama.

— Sobre o quê, mãe?

Cleonice suspirou, cruzando as mãos no colo.

— Sobre tudo. Sobre você, o bebê, sobre como as coisas têm sido difíceis para nós ultimamente.

Clara olhou para a mãe, surpresa pela abordagem delicada.

— O que você quer dizer?

Uma Mãe em Transformação

Cleonice ergueu os olhos, um leve brilho de emoção refletindo na luz fraca do abajur.

— Eu sei que não tenho sido a mãe mais compreensiva nos últimos meses. — Começou ela, a voz baixa. — Quando soube da sua gravidez, fiquei furiosa. Não porque você estava grávida, mas porque me senti... impotente. Não consegui evitar que você passasse por tudo isso sozinha.

Clara sentiu os olhos começarem a marejar, mas manteve-se em silêncio, permitindo que Cleonice continuasse.

— Eu pensei que, sendo dura com você, eu te protegeria. Que, de alguma forma, isso te prepararia para enfrentar o mundo. Mas percebo agora que só tornei as coisas ainda mais difíceis.

Clara levou a mão ao ombro da mãe, um gesto pequeno, mas cheio de significado.

— Mãe, eu entendo. E, apesar de tudo, eu sei que você só quer o melhor para mim.

Cleonice assentiu, emocionada.

— Quero que saiba que, a partir de agora, você não está sozinha. Esse bebê é uma bênção, Clara. E ele vai ser amado por todos nós.

Cleonice respirou fundo, como se estivesse se preparando para fazer uma pergunta importante.

— Na verdade, eu queria te pedir algo.

Clara franziu o cenho, curiosa.

— O que foi, mãe?

— Eu gostaria... — Cleonice hesitou por um momento, mas logo continuou. — Eu gostaria de estar ao seu lado no momento em que o pequeno Roberto vier ao mundo.

Clara arregalou os olhos, surpresa pelo pedido.

— Você quer assistir ao parto?

Cleonice assentiu, um pequeno sorriso nos lábios.

— Sim. Quero estar lá para segurar sua mão, para te apoiar, e para ser uma das primeiras a dar boas-vindas ao meu neto.

Clara sentiu uma onda de emoção a invadir. A tensão que havia existido entre ela e a mãe nos últimos meses parecia se dissolver naquele momento.

— Claro que sim, mãe. Eu quero que você esteja lá comigo.

Cleonice sorriu, seus olhos marejados.

— Obrigada, minha filha. Isso significa muito para mim.

Elas ficaram em silêncio por um momento, a conexão entre mãe e filha mais forte do que nunca. Cleonice acariciou a barriga de Clara com cuidado.

— Esse menino vai ser tão amado, Clara. Vamos fazer tudo o que pudermos para dar a ele uma vida maravilhosa.

Clara segurou a mão da mãe, sentindo-se mais segura do que jamais havia se sentido desde que descobriu a gravidez.

— Obrigada, mãe. Por tudo.

Cleonice beijou a testa da filha antes de se levantar.

— Agora descanse. Você precisa estar forte para o pequeno Roberto.

Clara sorriu enquanto a mãe saía do quarto, apagando a luz e fechando a porta suavemente. Pela primeira vez em muito tempo, ela sentiu uma tranquilidade profunda. Não estava sozinha.

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Comments

Sandra Maria Pontes da Sil

Sandra Maria Pontes da Sil

Olá AUTORA ESTOU amando ler esse ROMANCE, gostaria que o LEONARDO soubesse sobre o filho pra ele poder se livrar de um casamento arranjado e sem Amor você tem que incluí-lo na vida da CKARA E DO SEU FILHO okkkk beijos sucesso sempre beijinhos

2025-02-17

0

marlene morais

marlene morais

A estória é boa, mas não define se esse Roberto pai dela é o mesmo corrupto sócio do pai dele. E o pai dela é amoroso o que não condiz com um mal carácter. E ela não é carismática e nem decidida quanto a gravidez.

2025-01-11

0

Nathalia Lelis

Nathalia Lelis

Chega ser irônico. ela dará o nome do filho em homenagem ao pai, então sabe como o pai pode influência a vida de um filho, mas não quer dar a chance do filho ter uma possibilidade de ter um pai assim...

2025-01-13

0

Ver todos
Capítulos
1 Boate
2 Descobertas
3 Noivado Forçado, Segredos
4 Leonardo Arezzo?
5 Jantar de noivado
6 Dúvidas
7 A confirmação
8 Pensamentos
9 Enfrentando
10 Bônus: Sofia
11 Uma noite de contrastes
12 Revelação
13 Possessividade
14 Reconforto
15 O parto
16 O Casamento
17 coincidências
18 O pequeno Roberto
19 O Vôo
20 Um casamento não tão perfeito
21 Uma notícia triste
22 Trabalho e Família
23 Um dia agitado
24 Encontrando refúgio
25 A Entrevista
26 Família
27 Um pequeno tagarela
28 As ruínas de Sofia
29 Uma manhã no parque aquático
30 Na casa de Henrique
31 A barganha
32 Leilão
33 O Encontro
34 A verdade diante de seus olhos
35 Uma pessoa indispensável
36 Atração, Segredos, Verdades vindo a tona
37 A pergunta inesperada
38 DNA
39 Preocupações e Segredos
40 A verdade
41 O peso da verdade
42 Um dia longe de tudo
43 Tudo prestes a ser revelado
44 Primeiro contato
45 Consequências
46 Inocência de criança
47 Mudança
48 A notícia viraliza
49 A véspera da ansiedade
50 Coletiva de imprensa
51 Constrangimentos
52 Tudo se encaixando
53 Admito. Estou apaixonada.
54 Uma noite de amor
55 Ruptura
56 Balançada
57 Duas grávidas?
58 Uma decisão, uma reação
59 Novo ciclo
60 Rotina de uma grávida
61 Uma grávida sendo mimada.
62 Casamento surpresa
63 O nascimento de Beatriz
64 Aniversário de Roberto Júnior, um momento especial em família
65 Um pequeno Bônus: Sofia
Capítulos

Atualizado até capítulo 65

1
Boate
2
Descobertas
3
Noivado Forçado, Segredos
4
Leonardo Arezzo?
5
Jantar de noivado
6
Dúvidas
7
A confirmação
8
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9
Enfrentando
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Uma noite de contrastes
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Reconforto
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16
O Casamento
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O pequeno Roberto
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Um dia agitado
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Encontrando refúgio
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A Entrevista
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Família
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Um pequeno tagarela
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As ruínas de Sofia
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Uma manhã no parque aquático
30
Na casa de Henrique
31
A barganha
32
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O Encontro
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A verdade diante de seus olhos
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Uma pessoa indispensável
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A pergunta inesperada
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