Após Tainá levar Theodora ao êxtase, ela se aproximou para beijá-la, explorando cada sensação com um misto de desejo e curiosidade. Seus lábios se encontraram com intensidade, e Tainá saboreava o beijo, deixando-o escorrer para o pescoço e os ombros de Theodora. Cada toque parecia reacender o fogo dentro de Theodora, que, mesmo ainda ofegante, sentia o desejo aumentar.
— Era isso que você queria? — sussurrou Tainá, a voz baixa e rouca de desejo.
Theodora, sem fôlego e sem encontrar as palavras certas, apenas deixou que seu corpo respondesse, puxando Tainá ainda mais perto. As mãos de Tainá exploraram os contornos de Theodora, encontrando seus seios e a pele que parecia arder ao toque. Seus movimentos eram lentos, mas carregados de intensidade, deixando Theodora cada vez mais entregue.
Enquanto as duas se aproximavam, Tainá por cima de Theodora que ajustou seu corpo para sentir suas intimidades sobre as intimidades de Tainá. Elas se moveram de forma sensual, aumentando a intensidade de cada instante. Quando ambas estavam próximas do limite, Theodora cruzou as pernas no quadril de Tainá envolvendo-a trazendo-a para mais perto, e as duas se perderam naquele momento, compartilhando um suspiro profundo e um abraço apertado.
Theodora nunca havia sentido algo assim antes; estava envolvida em uma experiência única, quase surreal.
Tudo começou como uma observação de sua amiga Dália. Elas aguardavam Graziela, em frente a praça, enquanto Graziela terminava o treino com Tainá para depois irem juntas fazer as sobrancelhas. Theodora estava distraída, até que Dália comentou:
— Não olha agora, mas a amiga da sua irmã está praticamente te comendo com os olhos.
Curiosa, Theodora não resistiu e virou-se não muito discreta. Viu Tainá, amiga de infância de Graziela, e reconheceu-a vagamente. Lembrava-se de tê-la conhecido quando tinha apenas dez anos, mas sabia que, com o tempo e a distância, Tainá provavelmente não se lembraria dela. Desde o divórcio dos pais, Theodora morava em Curitiba com o pai e só visitava Graziela em São Paulo nas férias ou feriados.
Ao ver Tainá, algo despertou dentro dela, um desejo inesperado que ela mesma não sabia explicar. Theodora sempre sentiu atração por mulheres, mas ela nunca havia feito sexo com uma. Porque queria esperar a hora de sua namorada, ou melhor, ex- namorada, Babi.
A princípio, a ideia era apenas provar algo novo.
Curiosa e tentada, Theodora resolveu que queria ao menos experimentar, mas logo percebeu que não seria tão fácil. Tainá se esquivava a cada encontro, quase como se lutasse contra algo dentro de si. No entanto, Theodora estava decidida a não desistir até viver uma noite com ela, apenas uma, para satisfazer sua curiosidade, afinal ela e Babi, estavam pensando em voltar, embora ela ainda tivesse magoada, com tempo que Babi pediu, era anos de namoro, desde que elas tinham 14 anos.
Aquele momento com Tainá havia feito Theodora esquecer por um momento Babi, inclusive do fato de que elas poderiam ser pegas, já que as duas eram lésbicas, mas ninguém das sua famílias sabiam.
Ainda ofegante, Tainá e despertar, com a falar Theodora.
— Nossa... A gente é Foda — disse ela ainda sorrindo.
— Você é louca, isso sim — respondeu Tainá, já se levantando e começando a se vestir.
— Vai dizer que não gostou? — provocou Theodora.
— E se alguém tivesse pegado a gente? Você sequer pensou nisso? — disse Tainá, ajustando a roupa com pressa.
— É a primeira vez que você troca mais de duas palavras comigo — rebateu Theodora, lançando um olhar provocativo.
— E provavelmente serão as últimas. A essa altura, sua irmã já deve estar nos procurando — respondeu Tainá, secamente.
— Ai, que grossa! Não pode ao menos admitir que gostou? — insistiu Theodora, recebendo apenas um olhar de canto dos olhos de Tainá.
— Você nem precisa dizer nada, eu sei que gostou— Theodora balbuciou.
— Por que você gosta tanto de me provocar, garota? — murmurou Tainá, frustrada.
— Porque... eu gosto de ver você... perdendo o juízo — respondeu Theodora, sussurrando cada palavra de forma provocativa.
— Pois é, eu já perdi. Agora, se troca logo antes que alguém nos veja — respondeu Tainá, tentando manter o controle.
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Atualizado até capítulo 46
Comments
Maria Daguia
Agora sim...vcs estão bem fudidas...literalmente!!!!kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
2024-11-28
1
Maria Daguia
Que a química delas é surreal...isso é fato!!!!🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥
2024-11-28
1
Allan Ricardo Araujo
uiiiiiiiiii Tainá agora tu não vai querer saber de outra mulher se não for a Theodora e outra Theodora pode e logo dando um fora na tua ex pq tu não vai conseguir ficar nem mais um dia longe da Tainá
2024-11-06
8