Gabo, em um estado de desespero absoluto, encontrou um pequeno pedaço de vidro no chão do galpão. Sem pensar nas consequências, pegou o caco e começou a cortar seu pulso esquerdo. O sangue escorria livremente, Gabo sentia a visão turva e a consciência começando a se apagar.
No momento em que ele estava prestes a perder a consciência, sentiu uma mão forte agarrando seu braço. Arthur, que havia retornado inesperadamente, puxou Gabo abruptamente do chão. O jovem, ainda em um estado de pânico, começou a lutar contra a pessoa que o estava segurando, movido pela instabilidade emocional e pela dor.
— Pare com isso, Gabo! — gritou Arthur, a voz carregada de frustração e uma certa preocupação. Mas Gabo, em seu estado frenético, parecia não ouvir, suas ações eram descontroladas e impulsivas.
Arthur tentou imobilizar o jovem, segurando-o com firmeza para impedir que continuasse a se ferir. As tentativas de Gabo de resistir e atacar Arthur, com arranhões e movimentos erráticos, só aumentavam a tensão.
Arthur finalmente conseguiu dominar a situação, forçando Gabo a ficar imóvel. Com uma expressão de determinação, ele rapidamente pegou um pano para estancar o sangue, pressionando o ferimento para evitar uma perda maior de sangue. A luta que Gabo ainda travava não diminuía a urgência de Arthur em tratar os ferimentos.
Enquanto Arthur estava ocupado em estancar o sangue, Gabo, em um ato de rebeldia e desespero, atacou novamente. O movimento inesperado pegou Arthur de surpresa e desencadeou sua ira. Enfurecido pela tentativa de agressão e pela gravidade da situação, Arthur reagiu com brutalidade. Ele empurrou Gabo contra o chão com força, sua fúria evidente em cada movimento. O impacto foi brutal, e Gabo, debilitado e exausto, não teve forças para resistir adequadamente.
Arthur, consumido pela raiva e pela necessidade de impor controle absoluto, tomou uma decisão impulsiva e violenta. Ele estuprou Gabo, um ato de agressão que foi um desdobramento cruel e extremo da tentativa de desobediência do jovem. A força e a brutalidade com que Arthur agiu eram um reflexo sombrio de seu desejo de dominar e quebrar a resistência de Gabo.
Arthur, com a respiração pesada e uma expressão sombria, se aproximou de Gabo novamente.
— Você me pertence, garoto. — Arthur disse com uma voz fria e controlada, mas com uma ponta de exaustão. — O teu corpo é meu, entendeu agora?
A brutalidade do ato foi um aviso severo de que qualquer forma de rebeldia seria respondida com violência extrema, solidificando o domínio absoluto de Arthur sobre Gabo.
Após o ato brutal, o galpão ficou em um silêncio sepulcral, quebrado apenas pela respiração pesada de Arthur e os soluços abafados de Gabo. A dor física se misturava ao trauma emocional, deixando Gabo em um estado de completo colapso. Ele se encolheu no chão, seu corpo tremendo enquanto tentava processar o que havia acabado de acontecer.
Arthur se afastou por um momento, passando a mão pelo rosto, como se tentasse recuperar o controle de si mesmo. Ele sabia que havia cruzado uma linha, mas a necessidade de reafirmar sua autoridade sobre Gabo parecia justificar, em sua mente distorcida, o que ele acabara de fazer.
Com uma expressão severa, ele voltou a se aproximar de Gabo, que continuava encolhido no chão, sem forças para se mover. Arthur o puxou para cima com firmeza, mas dessa vez não havia mais violência em seus movimentos, apenas uma frieza quase calculada.
— Agora você entende o que acontece quando tenta me desafiar, quando tenta fugir ou quando tenta se machucar, não é? — Arthur falou, sua voz fria e sem traços de empatia. — Eu não vou permitir que você se destrua ou que se afaste do que estou tentando fazer aqui. Você vai aprender a me obedecer, a me respeitar e a entender que o seu corpo, suas ações e até seus pensamentos são meus para controlar.
Gabo não respondeu, seus olhos estavam vazios, e ele parecia estar em um estado de choque. As palavras de Arthur entravam em sua mente, mas ele não conseguia processá-las completamente, ainda absorvido pela dor física e emocional.
Arthur, vendo a total rendição de Gabo, soltou-o com um empurrão, fazendo-o cair de volta ao chão. Ele deu um passo para trás, ainda observando o jovem com um olhar impassível.
— Eu vou sair por um tempo — disse Arthur, sua voz agora calma, quase indiferente. — Quando eu voltar, espero encontrar você exatamente onde está, sem nenhuma tentativa estúpida de fuga ou machucado. Se você tentar qualquer coisa, as consequências serão ainda mais severas.
Arthur se virou e começou a se afastar, sem olhar para trás, deixando Gabo sozinho no chão frio do galpão, envolto em sua dor e na escuridão do que havia acabado de acontecer. O silêncio do galpão parecia pesar ainda mais sobre os ombros de Gabo, que, sem forças, permaneceu imóvel, completamente entregue ao desespero.
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Atualizado até capítulo 171
Comments
Rosangela Trindade
este homem é louco, não vai aparecer ninguém pra salvar esse garoto
2025-01-17
2
Ana Lúcia
eu nem sei porque ainda estou lendo isso mas já estou desistindo
2024-10-11
0
Eliziane lima Vieira
gente a última ves que uma história me fes chora foi a muito tempo atras, mas porra essa aqui e de quebra o coração .
2024-10-08
1