Arthur se aproximou de Gabo com uma expressão de frieza. Ele parou a poucos passos do jovem, seu olhar fixo e avaliador. O ambiente parecia ter se tornado ainda mais opressor após a tentativa de fuga.
— Você tentou escapar — disse Arthur, com um tom de desapontamento controlado. — Isso é uma violação grave das regras. Sua ação não apenas demonstra uma falta de obediência, mas também uma desconsideração pelas consequências que estabelecemos.
Gabo, com a respiração ofegante e o corpo tenso, olhou para Arthur com um misto de medo e arrependimento. As lágrimas continuavam a rolar por seu rosto, e ele tentava manter a calma, sabendo que qualquer ato de resistência agora só pioraria sua situação.
Arthur observou o jovem por um momento, avaliando a reação dele. Depois, com um gesto firme, indicou para que Gabo se ajoelhasse no chão.
— Agora, você receberá a punição correspondente à sua tentativa de fuga — declarou Arthur. — Isto é para garantir que você entenda a seriedade de suas ações e para reafirmar a importância de seguir as regras sem questionamento.
Arthur retirou um cinto do bolso. Gabo olhou para o cinto com um misto de terror e resignação. Ele sabia o que estava por vir e não tinha forças para contestar.
— Você será punido por sua desobediência — continuou Arthur. — O objetivo aqui não é apenas fazer com que você sinta a dor física, mas sim reforçar a importância da submissão e da obediência completa. Sei que estou soando repetitivo, mas é para entrar bem na tua cabeça e você não ficar fazendo besteira.
Arthur começou a administrar a punição com movimentos firmes, cada golpe do cinto ecoando pela sala e causando um doloroso lembrete da sua situação. Gabo tentava se manter firme, mas não podia evitar os gemidos que escapavam de seus lábios.
Quando a punição finalmente cessou, Arthur observou Gabo com uma expressão implacável. O jovem estava visivelmente abalado, o corpo tremendo e o rosto pálido.
— Este é um exemplo do que acontece quando as regras são ignoradas — disse Arthur, sua voz sem emoções.
Arthur fez uma pausa, permitindo que Gabo recuperasse o fôlego.
— Agora, levante-se e vá para o seu lugar — ordenou Arthur. — Sua submissão total é a única forma de garantir que você seja tratado com algum grau de consideração.
Gabo se levantou com dificuldade, sua expressão mostrando dor e um profundo sentimento de derrota. Ele se dirigiu para o canto do galpão indicado por Arthur.
— De joelhos — acrescentou Arthur, sua voz sem qualquer traço de simpatia.
Gabo se ajoelhou, seu corpo cansado e sua mente confusa, enquanto tentava encontrar algum conforto na conformidade com as ordens. A sensação de estar completamente submisso parecia esmagadora, mas ele sabia que desobedecer novamente só traria mais sofrimento.
Arthur observou Gabo estudando a resposta do jovem à punição. A atmosfera no galpão estava carregada de tensão, e o silêncio era pontuado apenas pelo som ocasional dos suspiros de dor de Gabo.
— A partir de agora, qualquer forma de desobediência será tratada com a mesma seriedade — disse Arthur, mantendo a voz firme e controlada.
Arthur caminhou lentamente ao redor de Gabo, o som de seus passos ecoando no espaço vazio. O jovem permanecia de joelhos, os olhos baixos e a postura desalentada, tentando evitar o olhar implacável do senhor.
— Lembre-se, submisso, — continuou Arthur, com uma calma imperturbável — que sua submissão é o que determinará sua experiência daqui em diante. Seu comportamento agora definirá não apenas o quanto sofrerá, mas também a forma como será tratado no futuro.
Arthur fez uma pausa para permitir que suas palavras fossem absorvidas. Ele então se aproximou de Gabo e, com uma suavidade calculada, ajustou a posição do jovem para garantir que ele estivesse na postura correta.
— Quando eu retornar, espero encontrar você seguindo todas as regras estabelecidas — disse Arthur, com um tom de determinação. — Se cumprir com exatidão o que eu espero, poderá evitar punições adicionais e talvez até conseguir algum alívio.
Gabo, ainda tremendo e com o corpo dolorido, assentiu lentamente. A ideia de estar constantemente sob vigilância e a possibilidade de novas punições eram quase tão assustadoras quanto a dor imediata que acabara de experimentar.
Arthur deu um último olhar a Gabo, certificando-se de que o jovem estava na posição correta e que sua obediência estava estabelecida. Então, com um gesto definitivo, ele se virou e começou a se afastar.
— Mantenha-se na posição que foi ordenada até eu retornar — ordenou Arthur.
Enquanto Arthur se dirigia para a saída do galpão, o som de seus passos diminuía gradualmente, deixando Gabo sozinho com seus pensamentos e sentimentos de impotência. O jovem ficou ali, imóvel e de joelhos, com a mente cheia de dúvidas e o corpo marcado pela punição.
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Atualizado até capítulo 171
Comments
Cida Domiciano
qui horror ele é um louco?
2024-11-21
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