frente a frente

Estava em uma reunião importante com Caio e outros membros do conselho quando recebi um aviso de Otávio. Minha esposa, Fernanda, estava detida na sala de segurança de um shopping, por ter agredido Liliane. Aquela mulher teimosa sempre me metia em situações como essa. Saí imediatamente da empresa, levando Caio comigo. Se Nicolo, o chefe de segurança, achava que manter minha esposa grávida presa ali era uma boa ideia, ele teria que me dar uma ótima explicação.

Assim que cheguei, ouvi meu pai gritando com Fernanda. — Você está mentindo, sua vagabunda! — disse ele. O sangue ferveu em minhas veias ao perceber que ele se dirigia à minha mulher.

— Você está querendo morrer, é isso? — falei enquanto caminhava até Fernanda, que permanecia sentada, calma.

— Meu filho, sua esposa atacou minha mulher e ainda disse que ela não está grávida! — respondeu ele, apontando para Liliane, que estava com a roupa manchada de sangue e um corte no lábio. Quando meus olhos se fixaram na barriga dela, percebi o que Fernanda queria dizer. Com cinco meses de gravidez, Liliane mal apresentava sinais. Aquela mulher estava mentindo, e não havia dúvida disso.

— Com cinco meses, ela já deveria estar com uma barriga visível, não acha? — questionei, me voltando para meu pai. — E abaixe o tom quando falar com minha esposa, ou vou esquecer que compartilhamos o mesmo sobrenome.

O diretor do shopping, Nicolo, tentou intervir. — Senhor Ferrari, sua madrasta insiste em prestar queixa. Por isso a mantivemos aqui.

— Queixa? Liliane, você realmente quer prestar queixa depois de tudo que fez? — provoquei, a raiva dominando meu tom. — Fingiu estar grávida de mim, depois do meu pai, atirou na minha esposa, e agora quer dar queixa de um tapa? Isso é patético.

Meu pai, percebendo o rumo que a conversa tomava, decidiu intervir. — Ninguém vai prestar queixa. Vamos embora, Liliane — ele ordenou.

Mas Liliane não desistiu tão fácil. — Amor, ela me atacou, me machucou. Eu quero dar queixa! — reclamou, mas ele a segurou firme pelo braço e lançou um último olhar de ódio para mim e para Fernanda antes de sair.

Depois que se foram, me virei para Nicolo. — Vamos revisar os termos do nosso acordo, Nicolo. Só de imaginar minha esposa detida, sinto vontade de te matar — avisei, fazendo-o entender que sua lealdade estava sendo questionada.

Fernanda estava ali, observando tudo, e dava um pequeno sorriso de satisfação. — Vamos para casa — ordenei. — Otávio, leve o carro dela. Fernanda vai comigo.

Saímos juntos do shopping, e ela andava com uma postura de autoridade, quase como uma rainha mafiosa. Eu queria rir, mas sabia que isso diminuiria a seriedade da situação. Entramos no carro, e eu a olhei, esperando alguma explicação.

— Que foi? — perguntou ela, fingindo inocência.

— Nada a declarar? — perguntei, tentando entender sua lógica.

Ela deu de ombros. — Ah, por favor, Luigi. Ela merecia. Não havia perigo para mim ali, estávamos em um lugar público. Quando vi que ela me mandou uma mensagem na rede social como Liliane Ferrari, simplesmente não resisti. Planejei tudo e fiz uma publicação privada para que só ela visse, mencionando onde eu estaria. Sabia que seu ego a traria direto para mim. E então, dei a ela uma lição. Não me arrependo e faria tudo de novo — declarou com tranquilidade, me olhando nos olhos.

Balancei a cabeça negativamente, mas um pequeno sorriso apareceu no canto dos meus lábios. — Vamos para casa, minha mafiosa. Não quero inflar seu ego, mas prefiro te ver assim, feroz, do que vulnerável — admiti, colocando a mão sobre sua coxa.

Assim que chegamos, ela foi direto para o quarto. Toda aquela situação parecia tê-la excitado, o que eu só percebi de fato quando a encontrei nua na cama, coberta apenas por um lençol. Ela havia me chamado pelo celular, e quando entrei no quarto, ordenou: — Tranca a porta, amor.

Obedeci imediatamente, e enquanto me virava, já comecei a tirar a roupa. O volume no meu corpo era evidente, e eu via o desejo crescer em seus olhos.

— O que está querendo? — perguntei, enquanto acariciava meu membro com uma mão firme.

— Quero você aqui, na minha boca, e depois a sua língua em mim — respondeu, enquanto a mão dela se movia provocantemente entre suas pernas. Ela parecia ter alguma insegurança com a barriga, mas isso não me importava. Para mim, ela era perfeita.

Ela se ajoelhou diante de mim e começou a me tocar, explorando meu corpo com a língua e os lábios. Cada movimento seu me fazia gemer. Quando senti que estava prestes a explodir, avisei: — Vou gozar — e ela continuou, me levando ao êxtase.

Puxei-a para a cama e a beijei com voracidade. Minhas mãos correram por seu corpo, parando nos seios sensíveis, e então minha boca desceu até lá, explorando cada curva. — Você gosta? — perguntei enquanto a tocava com os dedos.

— Gosto sim. Faz de novo — pediu ela, ofegante.

Eu não precisava de mais incentivo. Inclinei-me para frente e a penetrei lentamente, sentindo-a se apertar ao meu redor. Movi-me com cuidado, mas ela logo pediu mais. — Mais forte, Luigi. Quero sentir você me dominando.

Atendi ao seu pedido, estocando com mais força e intensidade até que nossos corpos se chocavam ruidosamente. Gozamos juntos, e depois ela se deitou exausta. Tomei um banho e, enquanto ela relaxava na cama, fiquei refletindo. Fernanda era uma mulher perigosa, determinada e incontrolável — exatamente como eu gostava.

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Comments

Cleise Moura

Cleise Moura

Quando esse velho cornão perceber que foi enganado feito um otário vai ser tarde pra ele

2025-03-27

0

Arlete Fernandes

Arlete Fernandes

Ela matou a charada e a víbora vai ter que explicar a falta de barriga kkkk

2025-03-08

1

Marta Ginane

Marta Ginane

E o velho se seu mal, a biscate o enganou direitinho. kkkkkkk

2025-03-10

0

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