Heitor Collins.
Laura:Porque a sua calça está molhada Heitor? — sua mandíbula estava travada e seus olhos vidrados na mancha que havia em meu joelho.
— Acabei molhando sem querer — dou de ombros.
Laura:Apenas de um lado?
— Sim, Laura.
Laura:Você já viu a ereção que está na sua calça? — ela diz com uma sobrancelha arqueada — onde está a Ayla? — pergunta.
— Eu lá sei onde está a garota Laura, e agora eu tenho que controlar a porra do meu päu. Eu não posso fazer nada se ele está duro ou não — digo já sem paciência e subo as escadas sumindo da sua visão.
Caminho em passos rápidos para o meu quarto e entro fechando a porta atrás de mim, me sento na cama e passo as mãos pelos meus cabelos deixando eles desgrenhados.
Encaro meu joelho que estava com uma mancha e suspiro fundo. Ela quase gozou se esfregando na minha perna, foi tão por pouco.
Merda…merda…merda.
Eu sou literalmente um filho da puta, mas não me importo mais com a porra das consequências, a única coisa que eu sei é que quero ela, eu a desejo como nunca desejei nada em todo os meus quarenta e cinco anos.
Mas ela tinha que ser logo a filha da minha noiva, minha enteada, uma pessoa tão fodidamente proibida e gostosa pra caralho.
Vou enlouquecer eu tenho certeza — preciso me enterrar fundo até as bolas naquela boceta rosada, preciso escutar os seus gemidos enquanto ela pede para mim foder ela com força.
Qual a probabilidade dela ser uma bruxa e ter me feito uma bruxaria? Talvez essa seja a explicação para o caos que eu estava, pela falta de controle que eu nunca tive.
Suspiro fundo e deito na cama, fecho os olhos e logo quem vem em minha cabeça era ela.
Seu sorriso.
Seu cheiro.
Seu olhar.
Sua voz doce.
A porra do seu gemido.
Preciso me livrar dessa maldita ereção, antes que minha futura noiva me encha o saco querendo saber o motivo de estar duro feito pedra e o que eu diria para ela?
“estou assim porque esse é o efeito que a bruxa da sua filha me causa”
Coloquei um pé na minha cova assim que coloquei meus olhos nela, e condenei minha alma ao inferno assim que comecei a desejá-la.
Mesmo que isso seja completamente inapropriado eu não estava me importando.
Entro no banheiro e ligo a água no frio, me despido das minhas roupas e entro logo em seguida debaixo da água tentando apagar o fogo e o desejo ardente que percorria pelo meu corpo.
Escuto a porta do quarto se abrindo e logo em seguida fechando, os barulhos do seus saltos ecoam pelo quarto e logo sinto seu olhar sobre mim. Olho para a porta do banheiro e Laura está com os braços cruzados encostado na porta me encarando atentamente.
Ela retira seus saltos sem desviar o olhar do meu, queria sentir tesão, sentir algum desejo por ela. Mas era como se tudo tivesse passado.
Ela deslizou o zíper do seu vestido fazendo ela cair em seus pés logo em seguida, com sensualidade ela se aproxima do box do banheiro e entra me abraçando por trás.
Suas mãos tentam alcançar meu päu mas não permito, puxo Laura para frente do seu corpo fazendo ela soltar um risinho. Mas aquele não era o riso que eu queria escutar.
Me afasto dela a deixando sozinha no box e sem entender o que estava acontecendo.
Laura:Heitor?
— Estou com dor de cabeça, irei descansar. Não precisa me acordar para o jantar — digo e pego uma toalha prendendo no meu quadril.
Laura não diz nada e mesmo se dissesse não adiantaria de nada. Caminho até meu closet e visto uma cueca box e vou me deitar.
Ayla Thompson
Meu coração estava acelerado e minha respiração irregular, volto para a área da piscina após escutar a curta conversa do Heitor e da minha mãe.
Eu sabia que a gente havia ido longe demais, muito longe na real. Deus eu quase gozei se esfregando na perna do meu padrasto, o desejo que havia entre a gente não estava deixando espaço para a razão e isso estava me consumindo pouco a pouco.
“que tipo de filha eu havia me tornado?”
Esse pensamento gritava em minha mente dia e noite e estava me consumindo cada vez mais desde o dia que passei a desejá-lo.
Como se arrepender de algo que você tanto desejava, porque a culpa não estava querendo bater na porta?
Meu pensamentos estava um turbilhão e a cada dia que se passava mais confuso eles se tornavam.
Laura:Ayla — olho minha mãe com os braços cruzados me encarando e solto o ar que nem sabia que estava preso.
— Sim?
Laura:Peço que você não fique de biquíni pela casa — ela diz encarando cada centímetro do meu corpo — isso é uma pouca vergonha.
— Mas…
Laura:Vá se trocar, e só use a piscina quando eu estiver em casa, e de preferência use maiô.
— Sim — sussurro e me levanto para me trocar.
Laura:Viu o Heitor?
— Ele está em casa? Pensei que vocês chegariam juntos — minto sentindo a saliva descer rasgando minha garganta.
— Hum — isso foi a única coisa que ela disse e deu passagem para que eu passasse.
Vou em passos rápidos para o meu quarto, entrando rapidamente nele e fecho a porta me encostando nela. Eu me sentia sufocada, era como se estivesse alguém me estrangulando, talvez seja o peso da culpa batendo na porta da minha consciência.
Vou tomar um banho gelado para tentar me reorganizar, após o banho me visto com um moletom preto e coloco uma regata branca. Fico jogada na cama do meu quarto mexendo nas redes sociais até a hora do jantar.
Quando deu a hora desço para a sala de jantar e só estava minha mãe na mesa, me sentei e logo meus olhos vão em direção ao seu.
— Vamos esperar o Heitor? — pergunto.
Laura:Não, ele está dormindo já que está muito cansado. Se é que você me entende filha? — ela diz e dá um sorrisinho malicioso.
Nada do que um bom tapa na cara, sem ter sido tapa, é como se uma voz saísse lá do fundo e gritasse “ele é o seu padrasto caralho, futuro marido da sua mãe e você é só uma garota tola criando coisa na sua cabeça” engulo em seco o “se é que me entende” e me sirvo da comida e começo a comer.
O silêncio era absurdo, apenas o barulho dos talheres batendo no prato e o som do meu coração que ecoava em meus ouvidos.
Assim que minha mãe terminou de comer ela limpou a boca e levou a taça de água até a boca e deu um grande gole se levantando logo em seguida. Minha mãe se aproxima de mim e beija o topo da minha cabeça me deixando surpresa.
Laura:Boa noite filha, bons sonhos — ela diz e se afasta.
Suspiro fundo e prendo minha respiração contando até três e soltando logo em seguida.
Longe eu precisava ficar longe dele, mas como eu faria isso?
Vou para o meu quarto após finalizar minha refeição e tento dormir, mas era como se a cama tivesse espinhos. Pego minha coberta e meu travesseiro e vou para a sala, abro o aplicativo da kindle que tenho no meu celular e começa a ler que nem percebo que peguei no sono.
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Auxiliadora Silva
nada de hot agora. Ela tem que sair da casa da mãe. Que vá mora sozinha ou mais Bella.
2025-03-04
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Cida Lima
ta muito chato isso ela ja ta acreditando na cobra 🐍 da mãe ta muito cansativo
2024-12-22
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Salete Schmitt
Ayla sai logo da casa da tua mãe você vai fazer besteirihas com o Heitor.
2024-11-30
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