Ayla Thompson
Assim que fechei a porta atrás de mim, minhas mãos estavam tremendo e minhas pernas fracas. Heitor mexia com todo o meu corpo e dominava completamente meus pensamentos e desejos.
Sinto uma sensação ardente que queima no meio das minhas pernas; estou totalmente excitada. Levo minha mão aos seiøs, deslizo meus dedos sobre eles, que estão endurecidos.
Queria sentir os toques dele no meu corpo. Com sensualidade, levo minha mão à minha intimidade e afasto a calcinha. Círculo o clitóris com meus dedos e os penetro dentro de mim, ansiando por mais.
Vou até a cama e me sento, abrindo as pernas. Retiro a calcinha para ficar com acesso livre. Espalho minha lubrificação por toda a extensão; é insanamente gostoso me tocar e a sensação queima meu corpo quando imagino ser os dedos do Heitor ali.
É errado pensar nele, mas a tentação e o desejo são maiores que a racionalidade. Aumento os movimentos enquanto fico excessivamente molhada, lembro do seu cheiro avassalador, seu aperto possessivo em meu pescoço e na minha coxa, e seus olhos penetrantes.
Inclino a cabeça para trás, sendo consumida pelo prazer. Os barulhos dos meus dedos entrando e saindo de mim, gemendo seu nome sem conseguir me conter, mas inesperadamente a porta faz barulho e, ao abrir os olhos, vejo ele entrando de uma vez no quarto.
— Merda — acabo soltando um gritinho inesperado e paraliso.
Seus olhos recaem no meio das minhas pernas, vendo meus próprios dedos me proporcionando prazer.
Heitor: Caralho, não faz isso comigo — ele leva sua mão ao pau e aperta, enquanto fecho minhas pernas morrendo de vergonha.
— Me desculpa, é... — ele parece ficar constrangido e desvia o olhar para o chão.
"Que constrangedor, ele viu eu gemendo seu nome enquanto me tocava."
Ele dá uns passos para trás e pigarreia antes de dizer o que faz ali.
Heitor: Eu só queria te pedir desculpas e dizer que aquilo nunca mais vai se repetir.
— É... tudo bem, fingiremos que nada disso aconteceu — aviso, levantando-me da cama e arrumando minha roupa.
Heitor: Certo, bom, vou indo — ele diz e sai rapidamente do quarto, fechando a porta.
Caminho até a porta e a tranco, me encostando. Minha vontade era correr atrás dele e agarrá-lo. Não imaginei que ele entraria em meu quarto sem bater. Sempre que nossos olhares se encontravam, uma agonia invade meu estômago, me fazendo perder o ar.
Mas a culpa gritava em minha mente. Eu havia me tocado pensando em um homem completamente proibido para mim. Eu o desejava, e não adiantava mais negar.
A partir de hoje, passarei a trancar a chave toda a vez que a minha mente quiser pecar.
•Heitor Collins
Uma necessidade absurda de querer protegê-la da dor que predominava em seu peito ao falar do seu passado. Havia sinceridade em cada palavra sua e em seu olhar, e naquele instante descobri que Laura talvez fosse alguém que eu nunca conheci de verdade.
“Ela apenas descobriu que não estava preparada para ser mãe.”
Como alguém pode largar um bebê com apenas algumas semanas de vida? Não encontro justificativas para isso.
A textura da pele de Ayla era macia e seu cheiro me deixava embriagado. Desde que ela chegou, desde que eu a vi pela primeira vez, algo dentro de mim se acendeu e vem queimando tudo por dentro.
Fiz sexo com Laura hoje, mas não era como antes. Era como se ela não fosse o suficiente; a cada vez que eu fechava os olhos, era o rosto de Ayla que eu via ali. Seus olhos azuis fixados nos meus, seus cabelos loiros espalhados pelo lençol da minha cama, as bochechas rosadas.
Queria ter puxado seus cabelos loiros e a debruçado no sofá com força para explorar toda sua intimidade com meu pau. Mas eu não poderia fazer isso; ela é apenas uma garota, um desejo proibido. Meu pau queria comê-la, era somente isso.
Fecho a porta do quarto de Ayla, sentindo meu pau querendo saltar do meu short. Encontrá-la se tocando fez meu corpo despertar tão rapidamente.
Entro no meu quarto e logo Laura fala comigo.
Laura: Ayla estava acordada?
— Sim, encontrei ela lá embaixo. Vou usar o banheiro, já venho.
Encosto a porta querendo impedi-la de ficar falando sem parar. Olho no espelho, ligo a torneira e jogo um pouco de água no meu rosto, querendo fugir desse desejo atormentador.
Seco meu rosto e me encaro novamente no espelho, brigando comigo mentalmente.
“Essa porra é tão errada, mas eu quero mesmo assim.”
A imagem dela se tocando, enquanto gemia meu nome, estava cravada na minha cabeça. Recordo o seu cheiro doce, me dando mais criatividade para a imaginação.
Coloco a mão no meu pau e aperto, contornando meu comprimento que está duro. Lembro do seu cheiro, dos seus seios rígidos excitados que apontavam no baby doll que ela usava.
Eles eram arredondados, com uma breve coloração rosada que fazia contraste com o tecido branco quase transparente.
Enfio a mão dentro do meu short e seguro na base do meu päu, expondo-o para fora da roupa. Lentamente deslizo minha mão ao redor, imaginando ser aquela intimidade rosada. Com movimentos suaves, começo a me masturbar.
Acaricio a glande e inicio os movimentos rápidos e fortes. Imagino ela na minha frente, suas pernas bem abertas, enquanto afundo meu pau profundamente em sua intimidade, arrancando um grito inesperado dos seus lábios rosados.
“Porra, que delícia.”
Levo um susto quando sinto a mão de Laura deslizando pelo meu abdômen e envolvendo minha ereção, me ajudando a me masturbar. Com rapidez, ela gira meu corpo e se coloca de joelhos.
Sua boca grande começa a me chupar e segura sua cabeça entrelaçando minhas mãos em seus cabelos. Imagino ser a boca de Ayla ali e começo a socar em sua garganta com intensidade. Ela se engasga.
Imagino ela ali e não Laura, seus olhos azuis me encarando com intensidade, suas bochechas coradas e sua boca caindo saliva enquanto me mamava.
Laura captura meu pau enquanto masturba e chupa com apetite. Quando não aguentei mais, gozei, imaginando que estava depositando toda minha porra em outro lugar.
Me afasto dela atordoado, enquanto ela se levanta, cospe tudo na pia e lava a boca. A culpa me invade e eu me pergunto o quão filho da puta e pecador eu era por imaginar estar fodendo a boca da minha enteada.
Laura: Hoje você está mais insaciável.
— Estou animado hoje, e meu pau tá subindo sozinho — digo enquanto me limpo.
Laura: Não quer ir para o quarto e foder de novo? — ela diz, rodeando as mãos em minha cintura e passando suas unhas pelo meu abdômen, mas meu corpo não reage ao seu toque.
— Isso foi o suficiente, melhor a gente ir dormir. Estou cansado — digo, fazendo-a soltar suas mãos de mim.
Vou para o quarto e me jogo na cama. Logo ela vem.
Laura: Tá acontecendo alguma coisa? — ela pergunta, vai apagar a luz e se deita ao meu lado.
— Não — minto descaradamente.
Mas a verdade é que sim, eu estava completamente fodido e terminei de condenar minha alma para o inferno. Sua filha mexia comigo de uma forma que eu não tinha controle. Mesmo que eu tenha passado duas horas fodendo ela, nada se comparava ao que apenas o olhar de Ayla me fazia despertar.
“Merda, eu estou tão fodido.”
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Rubiinha Paiixão
pensei que ele iria chamar o nome de Ayla kkkkkk
2025-03-12
1
Evelyn da Silva
🤣🤣🤣
2025-03-12
0
Nicole Rossales
mds
2025-02-17
0