Laura Johnson.
18 anos atrás…
Movimento meu corpo dolorido na cama do hospital, após horas de um parto terrível e estressante, escuto minha bebê chorar e tampo os meus ouvidos com as mãos.
O som é agudo..
Estressante…
Perturbador…
— Faz ela parar de chorar — digo irritada e pressiono mais minhas mãos em meus ouvidos tentando abafar aquele maldito choro pertubador,que faz minha cabeça doer.
Davi:Amor, ela acabou de nascer, é normal que chore — Davi diz e começa a balançar nossa filha tentando amenizar o seu choro, mas não ajuda muito.
Davi admira nossa filha em seus braços, e se aproxima lentamente de onde eu estava se sentando ao meu lado.
Com cuidado ele entrega Ayla, e a seguro em meus braços e a admiro, eu não queria ter ela, eu não queria ser mãe, esse nunca havia sido meu desejo, mesmo assim aceitei engravidar pelo meu casamento, pensei que poderia dar certo, mas com o passar dos meses comecei a me desanimar cada vez mais com a gravidez, e acabou se tornando um fardo para mim.
Davi:Ela é linda, amor — ele diz, e passa seu dedo com cuidado pelo rostinho da nossa filha — mais chorona — fala e olha como se estivesse fascinado — tente alimentá-la amor, isso irá acalmá-la e você poderá descansar — fala e da um beijo em minha testa — irei comer algo.
— Pode ir — digo.
Davi:Volto logo — Davi se afasta de onde eu estava e caminha até a porta que ele abre e fecha logo em seguida, saindo do quarto.
Posiciono a bebê no meu corpo para amamentá-la, quando meu corpo começou a mudar, isso me causou mais desânimo ainda, eu tinha 21 anos, e queria aproveitar mais meu casamento, mas resolvi realizar o sonho dele.
A cortina do quarto estava aberta, revelando o lindo pôr do sol no céu, já que eu estava no último andar do hospital, eu não conseguia descansar e Ayla parava e voltava com seu choro insuportável me deixando cada vez mais estressada do que eu já estava.
Minha cabeça estava prestes a explodir, tentei fazê-la calar a boca mais minha irritação só piorava tudo, vê-la gritar em meus braços me tira do sério, irritada e completamente sem paciência mas, encaixo ela no meio de minhas pernas.
E pego o travesseiro que estava em minhas costas, e a cubro completamente com ele.
— Pare de chorar por favor, eu estou exausta — sussurro desesperada, por ela não parar com aquele chorro.
Sinto as lágrimas deslizarem pela minha bochecha, eu não aguentava mais o choro que piorava cada vez mais, e isso era sufocante.
Ela não parava, pressiono mais o travesseiro sobre ela para abafar seu choro irritante.
Ela não para, começa a se debater aumentando mais o volume do seu choro, então resolvo pressionar mais o travesseiro.
Suplico internamente para que ela pare enquanto sinto a angústia me pegando, após alguns minutos o choro cessa e finalmente respiro aliviada.
— Obrigada por parar — digo e a coloco em meu peito.
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Conce Mota
Isso não é mãe é uma parideira...😤😤😤😤😤
2025-02-03
1
Flavia Conceição
jesusssss do céu
2024-12-22
0
Rosangela Lelis Pedro
Genteeee do céu de ela tentou matar ...vai ser bem feito o chifre.
2024-12-18
1