Ayla Thompson
1 semana depois
Heitor: — Onde você estava? — Sua voz grossa e rouca fez meu corpo estremecer assim que eu dei o primeiro passo para dentro da sala.
Ele estava vestido apenas com uma calça de moletom. O apartamento estava com todas as luzes apagadas, e a única iluminação vinha do pôr do sol, que invadia pelas grandes janelas de vidro.
Fazia uma semana que eu fugia dele, como um gato foge da água. Evitei refeições e até mesmo os momentos em que sabia que nos esbarraríamos pela casa.
Mas, como num azar do destino, cá estava eu mais uma vez diante de seus olhos azuis profundos. A luz do pôr do sol refletia nos seus músculos trincados, esculpidos por exercícios diários, deixando sua figura ainda mais irresistível e pecaminosa.
"Merda", gritei em pensamento, soltando o ar que prendia, frustrada.
— Fui à praia. Aconteceu algo?
Heitor: — Não.
— Onde está minha mãe? — perguntei, colocando a mochila que eu carregava no sofá.
Heitor: — Saiu com as amigas. Ela tentou te ligar, mas você não atendeu — ele disse, aproximando-se mais de mim.
— Meu celular descarregou — falei, mas ele já não prestava mais atenção no que eu dizia.
Seus olhos desceram pelo meu corpo e se fixaram nos meus seios, cobertos apenas por um biquíni vermelho. Mordi os lábios e estalei os dedos, tentando trazer sua atenção de volta ao meu rosto.
— Vou subir para tomar banho. Com licença, Heitor — disse, pegando a mochila novamente e começando a subir as escadas. Parei no topo quando ouvi Heitor chamar minha atenção.
Heitor: — Por que está fugindo de mim há uma semana? — ele perguntou.
— Eu não estou fugindo — menti descaradamente, sem me virar para encará-lo. — Só não quero que minha presença incomode o casal.
Heitor: — Ayla…
Não esperei que ele terminasse de falar. Subi as escadas rapidamente e fugi de seu campo de visão, indo direto para o meu quarto.
Fechei a porta atrás de mim e joguei a mochila na cama. Desatei o nó do biquíni e tirei o short jeans, ficando completamente nua.
Preparei a banheira que havia no meu quarto, prendi o cabelo em um coque e entrei na água quente, sentindo meu corpo relaxar.
Coloquei uma música calma e tentei relaxar enquanto a água permanecia quente. Amanhã eu começaria a faculdade, e estava ansiosa, com um pouco de medo por ser algo novo. Mas eu me sentia preparada e pronta para enfrentar o que viesse.
Não sei por quanto tempo fiquei relaxando na banheira ao som de The Weeknd, mas, assim que senti a água esfriar, resolvi sair.
Vesti uma calça de moletom e uma regata branca, prendi o cabelo em um rabo de cavalo e desci para preparar algo para comer.
Assim que saí do quarto, parei no corredor e encarei a porta do quarto do Heitor.
— Será que ele quer algo para comer? — perguntei a mim mesma e resolvi ir perguntar.
Bati na porta do quarto, mas ninguém respondeu. Eu deveria sair dali, sabia que não era certo, mas, mesmo assim, abri a porta e entrei.
O quarto tinha uma decoração escura e estava impregnado com o cheiro dele. Não havia ninguém, mas eu ouvia o som da água do chuveiro.
Minha curiosidade um dia ainda me mataria, eu sabia disso, mas não consegui me conter. Caminhei em direção ao banheiro e vi a porta entreaberta. Aproximei-me devagar, sem fazer barulho, para que ele não notasse minha presença.
Olhei para Heitor, que estava com uma mão espalmada na parede do banheiro, enquanto a outra segurava seu membro grande, grosso, com veias saltadas.
Aquele era, com certeza, o membro mais lindo e apetitoso que eu já havia visto. Não que eu tivesse visto muitos, mas o dele era impressionante.
Sua mão subia e descia até a base, segurando firme, enquanto a cabeça rosada brilhava. Heitor jogou a cabeça para trás, acelerando os movimentos, e a água escorria pelo seu corpo, deixando a cena ainda mais hipnotizante.
Quando ele soltou um gemido rouco sussurrando meu nome, vi seu membro endurecer ainda mais, e logo ele gozou na parede, sujando-a com seu sêmen.
Afastei-me rapidamente da porta com medo de ser vista, mas minhas pernas travaram no meio do quarto, me impedindo de sair. Era algo mais forte que eu.
Heitor: — Ayla? — sua voz grossa me causou um arrepio. — O que está fazendo aqui?
Girei nos calcanhares, virando-me para encará-lo. Ele estava apenas com uma toalha enrolada na cintura, os cabelos molhados e gotas de água escorrendo pelo seu abdômen.
Engoli em seco e tentei não olhar para a toalha, mas foi impossível. Só de imaginar o que havia ali...
Heitor: — Ayla — ele rosnou, fazendo as borboletas no meu estômago se agitarem.
— Então é o meu nome que você chama quando... — gaguejei, e me amaldiçoei mentalmente. "Merda, não era para eu ter falado isso."
Heitor: — Você deve ter ouvido errado.
— A essa altura, já sei quando você está mentindo.
"Cala a boca, Ayla", gritei em pensamentos.
Heitor: — Por que você estava me espiando no banheiro?
— Por que estava se masturbando pensando em mim?
Heitor: — Eu... — ele engoliu em seco, sem saber o que responder. — Droga.
— Não era grande coisa, Heitor.
"Era grande coisa sim", pensei, sem entender por que eu havia dito aquilo. Eu só podia estar ficando louca, mas achei graça da reação dele.
Antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa, minhas pernas destravaram e eu saí rapidamente do quarto, deixando-o com uma expressão de raiva e as sobrancelhas arqueadas.
Senti minhas bochechas queimarem, como se estivessem pegando fogo. Não podia acreditar que vi Heitor gemendo meu nome enquanto se masturbava.
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Isabel Esteves Lima
Que loucura eles se masturbam e cada um chama o nome do outro./Drool//Drool//Drool//Drool//Drool/
2024-11-26
1
Valéria Barbosa
espero que ela vá morar em outro lugar, não está dando certo sai logo da ir ......
2025-01-01
0
Flavia Conceição
kkkkkkk tá ficando cada vez pior kkk.
2024-12-22
0