Ao chegarmos ao chalé, nem me dei ao trabalho de pegar as malas no carro. A peguei no colo e a carreguei. Abri a porta e a levei direto para o quarto. Eu havia pedido para a camareira tirar o box da cama, deixando o colchão sobre o chão. A instruí a colocar lençóis brancos e acender inúmeras velas em potes de vidro sobre o chão. Ao adentrarmos o quarto a Allya ficou surpresa. Eu a coloquei no chão e nos beijamos.
Eu a virei e abri o ziper invisível do vestido dela. Eu beijei o pescoço e ombros dela, após afastar as mangas do vestido. Suguei seus ombros sentindo o sabor e sua pele. Quando fui tirar o vestido ela disse suavemente:
-Amor, eu preciso de um banho.
-Amor você está muito cheirosa e sua pele tem gosto de mel- respondi ansioso pela noite de núpcias.
A observei, percebendo que ela não havia mudado de ideia. Então resolvi entrar no banho primeiro. Quando saí, vi minha mulher em um roupão. Ela nem me olhou, todo sensual, enrolado em uma toalha branca. Eu a parei quando ela se dirigia ao banheiro. Eu a beijei, ela correspondeu, porém sequer me tocou.
Eu estava muito ansioso e a esperei, esperei, e esperei... Ela demorou uma hora no banho. Quando saiu estava novamente enrolada no roupão. Fui até ela e a tomei nos braços. Nos beijamos. Eu segurei a nuca dela e suguei seu pescoço. Abri o roupão dela e me encostei no corpo dela. Naquele momento deixei minha toalha cair e fiquei nú.
Allya ficou vermelha e nervosa. Eu não dei muita importância. Tirei o roupão dela e a deitei no colchão. Eu a percebi em pecas íntimas lindas e brancas. Olhei ao redor e ela havia trazido nossas malas do carro alugado.
Eu não conseguia falar nada. Eu estava atônito com cada beijo toque no corpo dela. Ela porém estava estática e somente me beijava. Eu toquei os seios dela e o corpo dela se enrijeceu. Eu parei e a observei ainda sobre ela, que tinha as pernas juntas. Eu disse:
- Allya, meu amor. Confie em mim.
- Eu só estou um pouco nervosa, me desculpe. Pode continuar.
Eu sorri e continuei a beijando. Ao abrir os olhos, eu percebi que ela estava insegura. Eu então a beijei docemente. Coloquei seu sutiã no lugar. Mesmo ardendo de desejo, me levantei peguei o roupão dela e a cobri. Minha mulher estava de cabeça baixa. Fui até ela e coloque seu rosto em minhas mãos e disse:
-Amor te entendo, é sua primeira vez. Vou ser paciente. Prometo.
-Conrado eu...
Nem a deixei terminar, coloquei meu dedo nos lábios dela, Indiquei que não precisava explicar e a abracei. Assim dormimos, o dia já estava quase clareando. Quando acordei, minha esposa não estava na cama. Poucos minutos depois de sair do banheiro, a encontrei no sofá, vendo o noticiário.
Ela me deu bom dia e um doce beijo. Após me deparei com a linda mesa de café da manhã que ela havia preparado. Era uma mesa posta linda. Eu estava orgulhoso, eu tinha me casado com a mulher dos meus sonhos.
Fizemos nosso passeio e ao voltarmos para o chalé, tudo continuava igual. A Allya não queria consumar o casamento. Ela não apresentava o mesmo desejo. Eu a respeitei. Para ser sincero a respeitei pelos quatro dias que estávamos no chalé.
Na noite do quarto dia, eu tentei a fazer se sentir bem e assim fazermos amor. A Allya permaneceu igual... Insegura. Ela tocava meu tronco e abdômen de modo superficial, não se entregava completamente aos meus beijos. Cada toque que eu dava no corpo dela, parecia a ferir. Nunca a toquei intimamente, nunca a beijei intimamente. Eu fiquei frustrado e questionei:
-Allya oque está acontecendo? Já estamos casados, amanhã iremos para casa.
-Me desculpe.- Ela respondeu envergonhada, enquanto baixava as alças da camisola.
Mesmo com raiva, fui até ela, coloquei as alças no lugar e disse:
-Não precisa fazer isso só para me agradar, eu esperei até agora e esperarei até que deseje fazer amor. Me desculpe o tom.
A Allya me abraçou e assim passamos mais um dia da nossa lua de mel, tomando vinho e assistindo filmes. Eu pensava que aquela era a realidade da vida de casados. Me senti confuso, pensava se a Allya realmente não havia sido de mais ninguém. Mas o fato era que eu gostava muito da companhia da minha esposa. Eu perdoaria qualquer mentira ou omissão.
No dia seguinte voltamos para São Paulo. Fomos para nossa casa. Abri a porta, carreguei a Allya enquanto nos beijávamos. Fomos interrompidos, o departamento do RH da empresa ligou. Era imprescindível que eu fosse até lá assinar documentos importantes. Assim eu fiz.
Cheguei em casa por volta de 20:00 horas, eu estava exausto. A Allya me recebeu com um forte abraço e um beijo demorado. O cheiro da comida era ótimo. Ela me ajudou com a bag do notebook. Ela me disse:
-Amor preparei um banho para você. Vá e depois jantaremos.
-Allya, minha esposa... O cheiro está maravilhoso.
Assim acabei saindo do banho, me vesti com uma bermuda e camisa regata. Minha esposa vestia um delicado vestido branco. Assim que me sentei ela me serviu. Era arroz, feijão salada de grão de bico e bolo de carne. Eu amei o sabor da comida dela e o jeito que ela arrumava a mesa. Tomamos vinho tinto, duas taças de cada.
Após, ficamos abraçados e nos beijávamos no sofá. Nem prestamos atenção no noticiário. Eu por fim senti o corpo da Allya quente e a pele toda arrepiada. Eu não conseguia me conter sentindo o cheiro da pele e cabelo dela. Meu corpo ardia de desejo e ela beijava meu peitoral. Eu tentava ir devagar, tinha medo de mais uma interrupção.
A carreguei para o quarto e entre um amasso e outro. Entre um apoio e outro nas paredes e portas. Já no quarto tirei o vestido dela. Minhas mãos e boca passearam pelo corpo dela, coberto apenas pelas peças de lingeries. Ela estava solta, quase entregue. Pensei em parar, ela poderia ter bebido além da conta. Depois lembrei que cada um havia tomado duas taças de vinho. Que adulto ficaria embriagado com apenas duas taças?
Ela tirou minha regata e continuou com os beijos provocantes na região do meu tórax. Eu tirei minha bermuda. Eu tocava suas curvas, eu me embriaguei nos seios dela. Eu a sentia como intocada. Era algo muito diferente oque eu sentia com ela. Quando finalmente ela me tocou intimamente... A partir dai a despi por completo. Novamente minha mão e boca passearam por cada centímetro do corpo dela. Naquele momento ela somente sentia e eu sentia e proporcionava prazer. Tive medo de a machucar e sem ela perceber, usei lubrificante. Eu então encaixei meu corpo no dela e ouvi seus suspiros. Após alguns segundos questionei preocupado:
-Allya... Amor. Está sentindo muita dor?
-Amor, que dor? Eu deveria sentir?
Eu sorri e respondi:
-Não comigo.
Quando minha esposa chegou ao prazer máximo, não me contive mais e também tive prazer ao ouvir os sons delicados, mas sensuais emitidos por ela.
Minha adorável Allya se levantou para o banho. Eu estava ansioso, quando olhei não vi sangue sobre o lençol. Eu me senti frustrado e traído, mesmo sabendo que algumas mulheres só sangram na hora do parto. Minha mulher deu dois passos e eu ouvi dizer:
-Amor, agora estou sentindo dor, ai.
-Sente-se um pouco- respondi escondendo a confusão que sentia.
Ao levantar eu vi sangue no lençol e escorrendo por suas pernas. Eu a levei ao banho, depois coloquei os lençóis na lavadoura e voltei para junto dela. Eu amei muito mais a Allya. Ela havia se guardado para mim. Aquela seria nossa realidade de casados. Aquela sensação de amor, verdade cumplicidade e proteção.
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Atualizado até capítulo 71
Comments
Romantico Anonimo
Acho q o Conrado ainda vai surpreender, ele não é mau, só tem atitudes egoístas. Nesse caso ele colocou a mulher a frente dele
2024-08-20
2
Vera Santos
nossa que lindo 😍
2024-08-17
1