O sol da manhã iluminava suavemente a aldeia enquanto Suer caminhava em direção à cabana de sua mãe. A noite anterior tinha sido agitada com a corrida até a Pedra do Sol, mas Suer ainda sentia a adrenalina pulsando em suas veias. Ao chegar à cabana, encontrou sua mãe preparando ervas frescas em uma mesa de madeira polida, concentrada em seu trabalho.
— Bom dia, mãe — cumprimentou Suer, entrando com um sorriso no rosto.
Sua mãe olhou para cima, seus olhos violeta iluminados pelo sol da manhã.
— Bom dia, meu querido Suer. Vejo que você está radiante hoje. A corrida até a Pedra do Sol foi um sucesso, imagino — disse ela, com um leve sorriso.
Suer assentiu, sentando-se ao lado dela.
— Sim, mãe. Eu ganhei o desafio. Foi difícil, mas consegui — respondeu ele, com orgulho evidente na voz.
Sua mãe colocou uma mão carinhosa sobre a dele.
— Estou tão orgulhosa de você, Suer. Você mostrou não apenas sua habilidade física, mas também sua determinação e coragem. Apolo certamente está sorrindo para você hoje — disse ela, com ternura.
Enquanto conversavam, ouviram um leve pigarro vindo da entrada da cabana. Era o orc com cicatrizes, cujo nome Suer ainda não conhecia.
— Com licença, Sra. Lyra. Posso entrar? — perguntou ele, um tanto hesitante.
Suer olhou para sua mãe, que assentiu com um gesto acolhedor.
— Claro, entre, meu jovem. Suer, este é Thorg, um dos guerreiros da nossa aldeia — apresentou ela, olhando entre os dois.
Thorg entrou na cabana, sua expressão séria contrastando com a curiosidade nos olhos enquanto olhava para Suer.
— Parabéns pela vitória na corrida, Suer. Eu estava lá assistindo, e devo admitir que você me impressionou — disse Thorg, com sinceridade.
Suer assentiu, um tanto surpreso com a presença e a gentileza do orc que antes o desafiara.
— Obrigado, Thorg. Fico feliz que você reconheça — respondeu ele, estendendo a mão em cumprimento.
Thorg apertou a mão de Suer com firmeza, um gesto de respeito mútuo.
— Eu fui um dos que duvidaram de você, Suer. Mas depois de ver o que você é capaz de fazer, percebo que estava errado. Aceite minhas desculpas e meu respeito — disse Thorg, sinceramente.
Suer sorriu, sentindo um peso sendo levantado de seus ombros.
— Agradeço suas palavras, Thorg. Eu entendo. Todos nós temos nossas provações e maneiras diferentes de contribuir para a aldeia — respondeu ele, com humildade.
Thorg assentiu, parecendo mais relaxado.
— Isso é verdade. Espero que possamos trabalhar juntos no futuro, para o bem da aldeia — disse ele, olhando para Suer com um novo tipo de respeito.
Sua mãe observava a interação com um sorriso suave nos lábios, orgulhosa da forma como seu filho lidava com desafios e adversidades.
— Vocês dois são jovens talentosos. Se unam em vez de se dividirem, e verão o que podem alcançar juntos — disse ela, com sabedoria maternal.
Thorg assentiu mais uma vez, um sinal de acordo silencioso.
— Eu devo ir agora. Sra. Lyra, obrigado pela hospitalidade. Suer, até mais — disse Thorg, dirigindo-se para a saída.
— Até mais, Thorg. E obrigado novamente — respondeu Suer, com um aceno.
Depois que Thorg saiu, Suer olhou para sua mãe com gratidão.
— Obrigado, mãe. Por suas lições e por estar sempre ao meu lado — disse ele, sentindo-se abençoado por sua presença.
Sua mãe sorriu, beijando sua testa suavemente.
— Sempre estarei aqui para você, meu querido Suer. Agora, vamos continuar nosso trabalho. Temos poções a preparar para o festival da colheita que se aproxima — disse ela, voltando para a mesa de ervas.
Enquanto Suer ajudava sua mãe, sentia uma nova confiança e determinação crescendo dentro dele. Ele sabia que o caminho à frente ainda seria cheio de desafios, mas com o apoio de sua mãe e o respeito de seus companheiros, ele estava pronto para enfrentá-los com coragem e integridade.
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Atualizado até capítulo 45
Comments
Roeienne Pereira Vieira
tô esperando maís dese livro ainda tô esperando o frio na barriga vamos continuar
2024-07-19
2
Brennda Germany's
Será que esse Orc tá planejando.....?
2024-07-17
2