Achar o templo da selva foi fácil. Ele estava parcialmente enterrado na parede da ravina. achar sua entrada, também, ela estava bem visível. Chegar até lá era outra história. Havia um abismo enorme que ia até a ardósia abissal lá embaixo, com cachoeiras de lava que convidavam para um bom banho uma única vez na vida.
Fizemos o que podíamos. Descemos pelas vinhas da encosta do precipício e então aterrissamos na borda do templo, feita de pedregulho sujos de musgos. A superfície era escorregadia e as vezes eu pendia para dentro do abismo.
La dentro a gente sentia um calafrio ruim na espinha. Se você já esteve num templo da selva em minecreft, sabe das armadilhas e dos fios de teia de aranha. Pois bem, alguns de nós só soube agora.
- É só isso? - Perguntou Carol e avançou. Uma flecha voou de um buraco cheio de vinhas na parede e não atingiu ela por pouco.
- Armadilhas? - Perguntou Anabele.
- Sim. - Eu falei. - Deve haver duas ou três armadilhas aqui.
Nós ja estávamos no corredor depois das escadarias. No lado direito havia três alavancas. eu toquei na linha que ligava dois ganchos de armadilhas.
- Anabele?
Ela olhou para mim.
- O escudo, por favor.
Ela colocou o escudo na minha frente. Eu peguei meu machado e com um golpe o fio se partiu. Flechas voaram do buraco na parede e acertaram o escudo. Fumaça verde saia da flecha.
Eu me levantei e segui em frente. Ali estava um baú, junto a um fio de armadilhas e um buraco bem em frente ao baú.
- Vamos tentar não tocar no fio, ok? - Eu falei. e todos acenaram. - Ok, Eu levanto a tampa e vocês pegam os itens de dentro.
Eu lenvatei a tampa. Dentro havia ouro, esmeralda, ferro e um capacete com algum tipo de encantamento. Eles retiraram e eu fechei a tampa.
- Podemos ir embora? - Disse Carol. - Esse lugar é meio sombrio.
- Parece anoitecer. - Falou Myrelle.
- Esperem, há outro baú oculto.
Nós voltamos até em frente a escadaria onde havia as três alavancas.
- Alguém sabe o enigma das alavancas? - Perguntei.
- Eu não sei. - Disse Myrele. - Geralmente eu quebro a parede.
- Onde está Pedro? Talvez ele saiba.
- Ooo Pedro!! - gritou Carol.
- Acho que se fosse para gritar eu teria feito. - Eu falei.
Pedro desceu as escadarias. Ele parecia eufórico por esta ali.
- Cara, que lugar incrível. Eu faria minha casa desse templo. Só precisa de portas para impedir os monstros de entrarem.
- Ok. Pode nos ajudar com o enigma? - Eu falei.
Ele foi até as alavancas, Puxou a primeira para a baixo, depois a terceira, então colocou a primeira para cima e por fim a terceira. rangido se ouviram dentro da parede bem como um som de um grito auto e angustiado.
- AAAAAAAAAAA!!!
Todos subimos as escadarias para ver um buraco num dos corredores na base da escadaria que levaria ao primeiro andar e um assustado José lá embaixo olhando para cima.
- Deveria ter pelo menos avisado! - Disse ele gesticulando com as mãos.
Eu desci junto com Anabele e Carol. O espaço era confinado. Dentro do baú havia alguns ossos, ouro e uma espada de ferra encantada com ruina dos artrópodes. Dava pra perceber pelo brilho verde que o metal refletia.
Primeiro eu empurrei as meninas para cima e depois elas me içaram. Eu entreguei a espada a José. Ele a avaliou e a colocou no inventário.
A noite já caia. Nós fomos em direção a fazenda. O som dos monstros na selva se fazia ouvir junto ao som de aves e de endermans. Um enderman apareceu na nossa frente e nós fitou.
- Não, não olhe para ele! - Gritou José para Carol.
Mas ela olhou. A criatura abriu a boca enorme e soltou um rugido. Eu corri quando a criatura desapareceu e investi bem na ora en que ele apareceu bem no na lâmina de minha espada. A criatura ainda gritou alto e desabou no chão. Um imenso homem totalmente preto como piche, careca, com olhos rosas arregalados.
Sua boca estava aberta e seu peito era musculoso. Eu arranquei a espada do peito dele e sangue escuro saiu da ferida. Eu enfiei a mão na ferida aberta.
- O que você tá fazendo? - Falou Anabele.
- E então, achou? - Disse Myrelle.
- Sim. - Falei, e puxei uma linda pérola do fim, verde e brilhosa. Sua superfície parecia de vidro e era liza e límpida.
Voltamos para a fazenda para dormir e no outro dia partir.
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Atualizado até capítulo 72
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