A realidade se abateu sobre todos como um raio. Muitos se sentaram no chão com as mãos na cabeça e outros simplesmente suspiraram.
- Gente, não se exaspere, é apenas um jogo. - Disse Geovana.
- Sim, um jogo! - Gritou Pedro. - cheio de uma criatura que explode, de outra que te mata no murro, de um esqueleto que atira flechas, de um monte de zumbis...
- Sim, que podemos fugir de tudo quando dormimos.
- Mas pra dormir precisamos de camas e onde vamos conseguir uma cama? qualquer vila pode estar a quilômetros de distância.
- Muito bem - disse Phelipe. - Ficar se lamentando e gritando não vai facilitar nossa sobrevivência. Vamos manter a calma e organizar grupos de tarefas. Qual a primeira coisa que procuramos em novo ambiente?
- Comida e abrigo! - Gritou uma garota do meio da multidão.
- Muito bem, comida e abrigo. Geovana, quero que organize uma equipe de caça. Vacas, carneiros, peixes, qualquer coisa vale.
- Ok. - ela disse e saiu.
- Professora. - quero que a senhora escolhas algumas pessoas para coletar madeira e qualquer planta ou fruta comestível. Talvez encontremos jerimum ou melancia por aí. Sementes de caça também seria uma boa.
- Ok, vou fazer imediatamente. - Ela falou e se ausentou.
- Myrele, junte algumas pessoas e va minerar. precisamos de pedregulhos, pedras e tudo o que a terra oferecer. Desça até a camada 12, se for possível. Lá poderemos achar diamantes para produzir boas armas e ferramentas.
- Estou indo.
Sobraram oito pessoas. Phelile os chamou e disse.
- Eu quero que vocês caminhem até certo ponto. usem as pás de madeira que fizermos para fazermos caminhos. Caminhe até que as 3 paz se desgastem completamente. Ou até acharem uma vila. Precisamos de sementes para plantar.
Eles acenaram com a cabeça, tomaram as pás e saíram.
Enquanto todos se ocupavam, Phelipe chegou perto de uma arvore. Ela não era diferente das árvores do mundo real. Baixa, tronco largo e folhas, tudo normal. Ele olhou para ela e teve certeza de que se tratava de uma arvore de carvalho. Então ele cometeu sua proeza. Ele deu um soco forte no tronco da arvore que sacudiu ela inteira. Uma dor lancinante se espalhou por seu braço vindo a doer até o ombro. Parecia como se seu ombro houvesse saido do lugar. Ele se agachou no chão, tremendo de dor e segurando a mão que logo inchava.
Ele pegou o tablet de sua cintura e localizou o machado de madeira. Assim que tocou nele, um machado tosco se matereliazou na mão dele. Apesar de ser feito de madeira, parecia muito bem feito, com uma lâmina realmente afiada. Ele golpeou o tronco da árvore ate que esta inteira cedeu. E tudo o restou foram toras em miniatura flutuando no chão, que logo foram sugadas para o seu inventário. Ele fez isso varias vezes ate que seu machado de madeira se quebrasse em sua mão. Logo, ele tinha um inventário cheio de madeira.
Mas, como ppderia crafitar ou construir alguma coisa? Ele ecessou o tablet, e como esperado, havia uma area de crafitagem como se fosse no jogo realmente. Entao ele fez uma mesa de trabalho e a colocou na sua frente. Uma grande mesa apareceu, com detalhes minuciosos de serrotes, martelos e outras coisas de construção e serralheria nos quatro lados. Parecia um pequeno altar de madeira. Só que digital na superfície.
Havia uma pequena area com nove compartimentos conjugados e uma seta embaixo apontando para um único compartimento isolado. No lado esquerdo havia uma serie de probabilidade de coisas que poderiam ser craditadas de acordo com o que temos no inventário. Sempre que tocava em um, aparecia toda a receita do objeto e as coisas que faltavam estavam em vermelho.
Phelipe achou interessante como era semelhante ao jogo nas versões mais atuais.
Logo apareceram a equipe de escavação junto com a equipe de coleta. Eles não tinha baús, então a equipe de coleta usou minha mesa de trabalho para fazer baús e colocar tudo o que foi achado dentro.
- Então - Disse Kamila - o que vamos fazer com tudo isso.
- A equipe de caça está chegando. Vamos fazer um imenso cenáculo para passar as noites aqui, até que cada um construa sua própria casa.
Enquanto eu falava sobre o cenáculo, eu desenhava no chão o modelo do edifício, para caber todos os que estavam ali presentes. O modelo tinha um amplo espaço para colocar as camas, no segundo andar. Atrás havia uma copa cozinha equipada com inventário organiznado por tipo de itens. No lado de fora eu havia dezenhado dois banheiros.
- Porque banheiros? - perguntou Geovana.
Para nossas necessidades fisicas e banho. Nos homens podemos fazer isso em qualquer lugar, mas vocês, mulheres, precisam ter seu espaço.
Então é melhor fazer mais banheiros. - disse Kamila
Era de tarde quando a construção do casarão começou. Foram colocadas arcadas, telhados de madeira e detalhes de andesito. As ombreiras de cina forma de diorito polido e o chão de ladrilhks de ardosia abissal. Alguns lingotes de ferros forma achados, o que deu para fazer lampiões e colocar na casa, que ficou com uma aparência linda de casa de fazenda. A equipe de caça trouxe muitas lans de ovelhas e carnes de carneiros para usar e então fizemos camas para todos e ainda sobrou material.
O restante do material foi colocado no inventário. Nos ficamos em frente a nossa casa, linda, feita de madeira em sua maior parte, carvalho, onde passaríamos as primeiras noites.
Ao por do sol, a equipe de exploração vinha chegando. Os que foram mandados pro norte foram convidados a descansarem e no dia anterior apresentariam o relatório de buscas. O mesmo para a aquipe do sul e do oeste. A equipe do leste, no entanto, trouxe nos uma novidade, a saber, um homem de roupas grosseiras, casaco e um chapéu. Ele tinha a pele morena, era baixo e de feições duras.
- Phil - Disse o rapaz que o segurava - Encontramos esse aldeão perdidos na mata a leste.
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Atualizado até capítulo 72
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