Phelipe estava preocupado.
Ja fazia mais de seis nesses desde que seu amigo, André, não aparecia para jogar. Ele não tinha redes sociais e nem contato, a única forma de conversarem era através do servidor do minecreft.
No primeiro dia Phelipe achou que estava indisposto. três dias depois pensou que ele estava doente. agora, com cinco meses, ele pensou que André havia parado de jogar, ou pior.
Sexta feira ele esqueceu de André e simplesmente fechou o computador e foi para a Faculdade.
Quando ele chegou na faculdade, ouviu boatos, pessoas conversando nas esquinas dos blocos, sobre um youtuber famoso jogador de minecreft, que havia desaparecido. Phelipe não ligou, ele não era muito fan de yourubers. Ele se sentou na area que normalmente estava cheia de cadeiras e abriu o minecreft. Mas o jogo não abriu. exibiu apenas uma tela branca sem mais nada. Ele desligou e colocou o celular no bolso.
- Vamos? - Era Geovana, uma de suas alunas. Ele a havia convidado para participar de uns experimentos químicos.
- Vamos.
Ele pegou o jaleco e foi com ela
Na sala de aula ele foi chamar aos outros. Havia outras pessoas na sala.
- Cadê a professora? - Ele perguntou.
- Deve ta chegando já já. - disse Carol.
Ele colocou o celular em cima da cadeira e abriu a bolsa.
- Professor, ta tudo bem com o celular? - Perguntou Geovana.
Ele olhou para o aparelho. A tela branca piscava intermitentemente. Quando ele tentou pega lo acabou levando um choque tremendo. Raios começaram a sair dele ricocheteando em todos os lados.
- O que ta acontecendo aqui? - A professora falou e um raio a atingiu. A faixa branca ficou parada no ar, saindo do celular e tocando na professora Kamila. Ela começou a dissolver, como que sua pele estivesse se transformando em pixels de luz. Ela deu um gritou e sumiu. toda a sala irrompeu para a porta mas antes que chegassem la, houve um clarão e tudo mergulhou no silêncio.
Quando Phelipe acordou, ele sentiu uma leve grama picando sua bochecha. O cheiro de mato impregnava suas narinas e ao longe ele escutava o som de animais pastando. Ele se levantou numa planície relativamente plana, com alguns morros aqui e alí. Algumas vacas pastavam ao redor e cavalos relichavam.
Outras pessoas estavam caidas na grama, outras se levantavam e se admiravam com o olhar. Alguns aparentavam estranheza. parecia que toda a sala de aula em peso havia sido transportada para aquele lugar.
- Será que morremos e estamos no céu? - Alguém falou.
Impossível. Pensou Phelipe. Tal coisa viria contra suas próprias crenças, de pensar que a morte era apenas um sono, de que céu e inferno não existem, o que existe é a criação de um novo universo. Não, era outra coisa.
- Gente! - Outro alguém gritou, uma garota. - Alguém mais está com um baú perto de você?
Phelipe olhou ao redor e havia um baú perto dele. Vermelho. Ele abriu e dentro havia duas tochas, ACESAS, uma picareta de madeira, um machado de madeira e alguns pães. Ele pegou tudo, e, a medida que pegava, as coisas sumiam da sua mão. Havia uma mochila dentro com um Tablet ao lado. Quando ele pegou o tablete acendeu mostrando todo o seu inventário. Ele tocou em pão e um pão se materializou em sua mão.
- Gente. - Ele disse, - Alguém sabe o que está acontecendo?
- Eu sei. - Disse Geovana. - Nos fomos tragados para dentro de minecreft.
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Atualizado até capítulo 72
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